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domingo, 22 de outubro de 2017

A mancha


A lagartixa e o jacaré 



José Pacheco Pereira 

A mancha



[Sócrates] Foi primeiro-ministro e devia saber, sabia de certeza, o que significa viver numa economia de cash em maços de notas. E depois? Como era? Pagava também ele tudo em dinheiro vivo? Pedia facturas? Declarava aos impostos o que devia declarar...?
 
Pode-se ter amigos cujo comportamento é ou foi pouco ético, ou até, no limite, que tenham cometido crimes. Pode-se continuar a ser amigo deles, respeitar e estimar outras qualidades humanas. Mas não se pode em nome da amizade, legitimar o que de errado fizeram. Ainda mais do que isso: ajudar a justificar, apagar, rasurar, esquecer, olhar para o lado, colaborar, então isso significa ser cúmplice. Se as razões dessa atitude forem políticas ou resultado de uma qualquer abstrusa tese conspirativa, então ainda pior.

O acto do Porto foi uma manifestação política pública, não foi uma apresentação de um livro de autoria indefinida, atribuído a José Sócrates. Como tal deve ser julgado, política e civicamente. Neste caso, as pessoas que no Porto lhe foram prestar vassalagem, render homenagem, dar solidariedade pública, não podem alegar ignorância de coisa nenhuma. Algumas podem ser inocentes e achar que é tudo uma enorme perseguição ao homem, o mesmo homem que justifica ter recebido "ajudas" de um amigo em dinheiro vivo, porque ele assim o desejava. Este homem foi primeiro-ministro e devia saber, sabia de certeza, o que significa viver numa economia de cash em maços de notas. E depois? Como era? Pagava também ele tudo em dinheiro vivo? Pedia facturas? Declarava aos impostos o que devia declarar mesmo com essa economia, para não lhe chamar outra coisa, "informal"? E por aí adiante. É possível pegar apenas nas suas justificações, sem precisar de uma página do processo, para compreender que ele nos toma por parvos. Fora o resto.

Ilustração Susana Villar
Ele fica contente, porque a sua atitude sempre foi levar o maior número de pessoas com ele para o Inferno, a começar pelo Partido Socialista. Os estragos que ele sempre fez à sua volta, são uma mancha na democracia portuguesa e é inaceitável que haja quem o ajude a estender ainda mais essa mancha.

No PSD a procissão ainda está dentro da igreja...

…nem sequer chegou ao adro. Rio começou a sair, Lopes, que sempre esteve cá fora, agora entrou na Igreja para sair em grande.

Quem arrisca mais no combate aos fogos?

Os pilotos dos chamados "meios aéreos", que têm que voar em condições de muito risco e perigosidade. Aliás, a minha surpresa é que não tenha havido mais acidentes, porque as probabilidades de os haver são muito grandes. Ainda bem. Ganham bastante dinheiro, suscitando as habituais invejas? Merecem tudo o que ganham. Se a sua acção é eficaz ou não em determinados fogos, isso é outro tipo de questão.

O ponto de não retorno

Até um certo ponto, nos incêndios, todas as responsabilidades devem ser pedidas e assumidas. Mas a partir de uma certa dimensão dos fogos, com o vento como está, a temperatura como está, o terreno, a floresta e as casas estão como estão, não há nada a fazer. O homem tem de compreender que não pode tudo em relação à natureza. A maioria das vezes, em situações como esta, não pode mesmo nada, os fogos cederão à falta de combustível e à mudança das condições climatéricas, mais nada. Podem deitar-lhe uma albufeira em cima, que a água nem chega ao chão.

Antes, é tudo nossa responsabilidade, das pessoas, dos bombeiros, da protecção civil, dos governantes, para que não se chegue a um ponto sem retorno. Depois é esperar e retirar as pessoas.

Trump no Twitter: a parte familiar

A palavra narcisismo atingiu um cúmulo de sentido com o uso que Trump faz do Twitter. O seu único conteúdo é ele mesmo, os seus sucessos, demolir quem o ataca, o brilho da sua inteligência e performance, e a sua família. No conúbio que tem com uma estação de televisão, a Fox News, de quem patrocina e publicita os programas mais reaccionários, esta semana a família, mulher actual, filha, filhos, genros e noras, estiveram em destaque. Avisa-se que estes são os tweets de um Presidente dos EUA, que supostamente está cheio de coisas para fazer, e que se dedica a esta glorificação familiar, a uma permanente campanha eleitoral a seu favor e dos seus amigos, a insultar e ameaçar pessoas, a criar problemas aos mais sensatos dos seus colaboradores e a incendiar tudo o que lhe passa à frente.

Aqui vão em inglês, primeiro porque os leitores da Sábado são letrados, depois porque ele não diz nada de importante. Mas as fotografias falam por si, de uma América kitsch e rica, tão aparentemente direitinha, quanto por trás muito, muito torta.


Revista SÁBADO,  22-10-2017

O arco de Sant'Ana

O arco de Sant'Ana

Demolido no ano de 1821 a requerimento de um morador local

Quando andava a reler atas das ses­sões camarárias dos idos de quaren­ta do século passado, na do dia 13 de maio de 1943, encontrei isto: "apro­vado um projeto que reimplanta no seu lugar o arco de Sant'Ana com vo­tos dos edis para que a obra se inicie em bre­ve". Nunca tal projeto foi reimplantado.

A leitura daquele breve trecho da ata da sessão da edilidade portuense de 13 de maio de 1943 fez-me recuar no tempo. Veio-me à memória o que aconteceu, poucos anos de­pois daquela reunião camarária, nos anos cinquenta, com a demolição do antigo Palá­cio de Cristal. Houve promessas de que, para que se não olvidasse de todo aquele interes­sante monumento, pelo menos a fachada se­ria reconstruída num outro local.

Igual promessa fizeram os senhores edis quando, também nos idos de cinquenta do século passado, para se construir o Hotel In­fante de Sagres, se destruiu a belíssima Casa da Fábrica, uma das mais belas e emblemá­ticas casas nobres que o Porto tinha. Ficava na esquina da atual Rua de Avis com a Rua da Fábrica. E daí o nome. As pedras do solar chegaram a ser guardadas para a reconstru­ção da fachada da casa noutro local, confor­me o que havia sido prometido. Outra pro­messa que nunca se cumpriu. E quantas mais se não poderiam citar...

O Arco de Sant'Ana foi demolido em 1821. Almeida Garrett conheceu-o bem, na sua meninice. Em 9 de julho de 1832, o laureado escritor portuense voltou à sua terra natal.

Fez parte, integrado no Batalhão Acadé­mico, com o número 72, dos "sete mil e qui­nhentos bravos" que, sob o comando de D. Pedro IV, haviam desembarcado, na véspe­ra, nos areais de Pampelido, Matosinhos. Uma vez no Porto, foi instalado no antigo co­légio dos Jesuítas, nos "Grilos", onde escre­veu o célebre romance "O Arco de Sant'Ana".

Logo após a sua chegada desabafou: "com que desapontamento deste meu coração de­pois de tantos anos de ausência andei eu pro­curando em vão na rua de Sant'Ana, uma das primeiras que a minha infância conheceu, as góticas feições daquele arco e a alâmpada que lhe ardia continua e os milagres (ex-votos) de cera que lhe pendiam à roda e toda aquela associação de coisas que me trazia à memória os felizes dias da minha descuida­da meninice".

Garrett, ao saber da destruição do arco, classificou de" miseráveis reformadores" os responsáveis dessa demolição, para quem "um pouco de luz mais e um pouco de imun­dície menos, em rua já de si tão escura e mal enxuta", parecerem preferíveis "à conserva­ção daquele monumento, em todos os sen­tidos respeitável".

Acerca da história do arco, mais em por­menor, leia o leitor a caixa aqui ao lado. Va­mos agora tentar perceber o que terá leva­do uma vereação municipal, anterior ao sé­culo XVIII, a trocar os nomes de algumas artérias desta zona do burgo.

Exatamente. Numa data que não foi ain­da possível determinar, uma Câmara Mu­nicipal, anterior ao século XVIII, frise-se bem, com base em argumentos que tam­bém se ignoram, fez uma troca de nomes de ruas no mínimo enigmática.

Assim, a atual Rua de Sant'Ana, onde es­tava o arco, chamava-se Rua das Aldas; a que hoje tem este nome denominava-se Rua da Penaventosa; e a Rua da Penavento­sa dos nossos dias tinha o sugestivo nome de Rua dos Palhais, alusão, sem dúvida, ao facto de as casas daquele tempo serem, em regra, cobertas de colmo.

Garrett tinha uma forte ligação afetiva ao Arco de Sant'Ana. Referiu-se-lhe muitas vezes como "aquele respeitável e devotado arco, precioso monumento da religião dos nosso antepassados, foco da espiritual luz de devoção que ardia no bendito nicho con­sagrado à laboriosa santa".

Em tempos antigos, os vizinhos do local faziam uma festa rija à padroeira do Arco, sempre no dia 16 de julho. O nicho era en­grinaldado com flores, festões de verdes e sobre um improvisado altar colocavam-se candelabros e castiçais com velas votivas sempre acesas.

Garrett recordou assim a festa de Sant'Ana: "Ai rua de Sant'Ana, rua de Sant'Ana! Qu'é do teu arco e da tua festa, quando se lhe armava aquele palanque com que ficava uma igreja improvisada, e um coreto e um púlpito, aonde grasnava a música, berrava o frade e toda a vizinhan­ça tinha um dia de folgar?".

Para conhecer melhor e com mais pro­fundidade estes e outros costumes dos nossos antepassados, tem o leitor que ler o romance de Garrett "O Arco de Sant'Ana", que ele escreveu enquanto esteve aquar­telado no edifício que antigamente serviu de colégio aos jesuítas, foi, depois, o con­vento dos agostinhos descalços e onde hoje está o Museu de Arte Sacra. É um livro raro, só possível de encontrar nos alfarra­bistas, mas de leitura obrigatória para qual­quer portuense que goste da história da sua cidade. •


A história desta antiga porta do burgo

O Arco de Sant'Ana (foto) era estreito, de arquitetura singela e de feição gótica. Fora, em recua­dos tempos, uma das quatro portas que havia na primitiva muralha da cidade antiga. Ao lado, aberto na parede granítica, ficava o nicho envidraçado, de que ainda subsistem importan­tes vestígios, onde se venerava a imagem da padroeira que a piedade popular dos nossos dias voltou a colocar no local primitivo. Não a imagem origi­nal, mas uma réplica. Não se sabe quando foi construído, mas sabe-se que ao longo dos anos sofreu várias e por vezes pro­fundas remodelações e que co­meçou a ser demolido em 2 de junho de 1821 a requerimento de Manuel Luís da Silva Leça, que acabava de construir uma casa do lado direito,- e de Antó­nio Joaquim de Carvalho, tam­bém proprietário de casas na Rua de Sant'Ana. O poder das influências ...



Em "O Arco de Sant'Ana", Garrett regista curiosas tradições populares
Jornal de Notícias, 22 de Outubro, 2017

sábado, 21 de outubro de 2017

CATALUNHA, PUIGDEMONT NÃO FOI ASTRONAUTA MAS QUER VOAR ATÉ À SOBERANIA



CATALUNHA
 

PUIGDEMONT NÃO FOI ASTRONAUTA MAS QUER VOAR ATÉ À SOBERANIA


O líder da Catalunha chegou ao cargo de forma ‘acidental’, mas é um independentista de longa data. Retrato de um ex-jornalista disposto a ir para a prisão pelo país que sonha fundar


texto Pedro Cordeiro


FOTO GETTY IMAGES

O homem que proferiu (ou não) a declaração de independência da Catalunha no passado dia 10 é um protagonista recente da crise constitucional, mas não é um converso tardio. Embora lidere a região há menos de dois anos, o 130º presidente da Generalitat da Catalunha (governo regional) sempre quis fazer dela um Estado soberano. Ainda os antecessores Artur Mas e Jordi Pujol se satisfaziam com o ‘toma-lá-dá-cá’ entre nacionalismos periféricos e poder central e já Carles Puigdemont (pronuncia-se “putx-da-mon”) bradava que “Catalonia is not Spain”. A Catalunha não é Espanha, assegurava, em inglês, para tentar — como faz hoje — internacionalizar o conflito e dar a ideia de disputa entre dois países, dois povos, duas legitimidades que se equivalessem.

Passou-se isso nos anos 80, quando o nacionalismo que preocupava Madrid e o mundo era o do País Basco, onde a ETA matava a tiro e à bomba. Na Catalunha também houve terrorismo separatista nessa década, às mãos do movimento Terra Lliure (Terra Livre), mas sem dimensão comparável (cinco vítimas mortais, quatro delas membros do movimento, e dezenas de feridos, face aos 829 mortos e centenas de feridos da ETA). Em todo o caso, as origens ideológicas de Carles não podiam ser mais distantes das da Terra Lliure. Se esta era violenta e ia beber à cartilha marxista-leninista, ele militava na Juventude Nacionalista da Catalunha (JNC), filial da Convergência Democrática da Catalunha (CDC), partido democrático do centro-direita liberal, ligado à burguesia catalã, ao empresariado e à indústria e próximo da Igreja Católica.

Independência Embora lidere a Catalunha há menos de dois anos, Puigdemont sempre quis fazer dela um Estado soberano FOTO GETTY IMAGES
As tentações de soberania de franjas da JNC, cuja secção em Girona o jovem Puigdemont ajudou a fundar, não tiravam o sono a Pujol, presidente da Generalitat entre 1980 e 2003. Viva-se o período hegemónico da Convergência e União (CiU), coligação que aliava a CDC à União Democrática da Catalunha (UDC, mais conservadora e menos nacionalista) e que durou até há menos de dois anos. Pujol ia negociando com Madrid privilégios e dotações orçamentais em troca de apoio a governos sem maioria absoluta (González nos anos 80, Aznar nos 90). Foram anos de afirmação da região e da capital, Barcelona, na Europa e no Mundo, muito devido aos Jogos Olímpicos de 1992. Que houvesse sectores mais radicais numa juventude partidária era natural e não gerava ralações.

“Pugdi”, como lhe chamam os íntimos, aprendera o independentismo desde o berço. Além da JNC, aderiu à organização Apelo à Solidariedade em Defesa da Língua, da Cultura e da Nação Catalãs (“Crida a la Solidaritat”, ou “Crida”, para os amigos), surgida em 1981 para combater a discriminação contra o idioma catalão, brutalmente proibido durante a ditadura de Franco, que há pouco terminara. A Crida contestava aspetos da lei que criou as regiões autónomas espanholas, como aliás a CiU, mas se Pujol adotava como divisa “Som uma nació” (Somos uma nação, sem referência a Estado nem a independência), a Crida preferia “No a l’harmonització, autodeterminació”, rejeitando qualquer ideia de igualdade entre as 17 comunidades autónomas instituídas no país vizinho. O governo regional não gostou da ousadia da agremiação de Puigdemont. As relações com Madrid eram cruciais e o desejo de um Estado independente não seduzia sequer 15% da população. Entre essa minoria estava Carles, que ainda organizou atos de apoio a separatistas detidos, acusados pelo juiz Baltasar Garzón de pertença à Terra Lliure, em 1992.


A PASTELARIA DO AVÔ

Carles Puigdemont i Casamajó nasceu a 29 de dezembro de 1962, na Selva. Para não induzir o leitor em erro, explique-se que é esse o nome da comarca da província de Girona onde fica a sua terra natal, Amer, com 2000 habitantes. O nome vem de ‘silva’, por ser zona rica em bosques. No número 6 do Carrer de Sant Miquel, veio ao mundo e cresceu este segundo de oito irmãos, numa família catalã e católica (com algum laivo andaluz), mais próxima de Franco do que da República durante a Guerra Civil (ao ponto de o avô paterno, Francisco Puigdemont, ter preferido o exílio à linha da frente da Batalha do Ebro) e, em todo o caso, menos versada em política do que em bolos: Francisco fundara uma pastelaria que também servia de drogaria e ervanária e onde hoje pontifica Anna, irmã de Carles, que sucedeu nessas funções aos pais, Xavier e Núria. Ainda assim, o bisavô José Oliveras e o tio Josep Puigdemont foram presidentes da Câmara. Josep, também padrinho do agora presidente catalão, foi o primeiro autarca de Amer em democracia, eleito pela CDC.

Se o pequeno Carles — assim batizado em memória do avô materno, Carles Casamajó, que fugiu para França no fim da Guerra Civil e deixou de dar sinais de vida em 1943 — sonhava ser astronauta, hoje tem na independência uma gesta tão difícil como a de pousar um foguetão na Lua. Fã de Beatles, Stones ou Pink Floyd (destes tem a discografia completa), foi baixista na banda Zènit, que tocava em festas de aldeia. Na escola interessava-se pela disciplina de História. Estudou em Amer e depois no colégio interno religioso de Santa Maria de El Collell, onde aos 12 anos, ainda Franco vivia, escreveu na bata da escola “Queremos o Estatuto” (de autonomia, leia-se). Face à incredulidade de um padre que lhe censurou a audácia, soube explicar exatamente o que aquilo queria dizer.

O jovem Puigdemont via no jornalismo um fator de promoção da democracia e de criação de uma consciência nacional na Catalunha


Ainda que ajudasse os pais ao fim de semana, Carles queria ser jornalista. Fundou a revista “Espelt” (Lança) com o amigo Salvador Clarà, hoje vice-alcaide de Amer. Explicaria mais tarde que via no jornalismo “um fator de democratização e de criação de uma consciência nacional”. “Los Sitios”, “Preséncia” e “Diari de Girona” foram títulos locais para os quais fez biscates e colaborações, antes de entrar para o independentista “El Punt”, onde chegou a redator-chefe. O atual diretor do jornal, Xevi Xirgo, recordou a “The New York Times” que já na altura Puigdemont defendia que se desse espaço a assuntos ligados à autodeterminação ou à cultura, história e língua catalãs. “Fez o diagnóstico de que a Catalunha ia deixar de caber em Espanha mais cedo do que os demais”, explicou o antigo colega. Puigdemont também criou a CAT Edicions, que elaborava boletins e discursos para autarcas, sobretudo da CiU.

O envolvimento político de Puigdemont (já lá vamos) nunca lhe roubou o amor ao ofício, que aprendeu na tarimba e não na faculdade. Frequentou Filologia Catalã na Universidade de Girona, mas o facto de já trabalhar em jornais e uma baixa prolongada, após acidente de viação, fizeram com que não concluísse o curso. Assegura, ainda assim, que a língua é o principal motor do vínculo que sente com a nação e do desejo de independência. E ainda hoje, disse ao Expresso, é um “devorador de hemerotecas digitais” e de jornais antigos.

O desastre de automóvel fê-lo trocar Amer por Girona, para se poupar a deslocações. Viagens, a partir daí, só para o estrangeiro, para conhecer outras “nações sem Estado”. Na década de 90 escreveu “Cata... què?”, livro sobre a Catalunha vista pela imprensa mundial, e fundou a Agência Catalã de Notícias, pioneira no jornalismo digital. Paladino das novas tecnologias, Puigdemont escreveu ensaios sobre o tema, manteve um blogue e já neste século criou a firma Dobe Utopia, dedicada à criação de páginas na internet. Foi dos primeiros catalães a abrir conta no Twitter (@KRLS), onde o seguem centenas de milhares de utilizadores.

Poliglota (fala inglês, francês, espanhol, catalão e romeno), Puigdemont lançou há mais de 20 anos o jornal para estrangeiros “Catalonia Today” (hoje propriedade de “El Punt”), para o qual recrutou então o correspondente de “The Times” em Barcelona, Stephen Burgen. A publicação chegou a ter versão televisiva, apresentada pela mulher de Carles, a jornalista romena Marcela Topor, com quem se casou segundo o rito ortodoxo em 2000. Conheceram-se no Festival Internacional de Teatro Amador de Girona, em que Puigdemont estava envolvido. Marcela, por diminutivo Mars, tem 39 anos e também trabalhou como tradutora. Discreta mas determinada, aprendeu a língua do marido e partilha o seu ideário independentista.
 

O INTERLÚDIO SOCIALISTA

Foi já volvidos os 40 anos que Puigdemont evoluiu das tertúlias nacionalistas da livraria Les Voltes e da chefia da Casa da Cultura de Girona (2002-2004) para a vida partidária. A CiU atravessava um período mau. Em 2003 perdera pela primeira vez o governo regional para o socialista Pasqual Maragall, que fora presidente da Câmara de Barcelona, artífice dos Jogos Olímpicos, e que encabeçava uma Generalitat tripartida, entre socialistas (PSC, ramo regional do PSOE), a ecologista Iniciativa pela Catalunha (ICV) e a Esquerda Republicana da Catalunha (ERC), presentemente aliada de Puigdemont.

Em 2004, José Luis Zapatero tornou-se primeiro-ministro de Espanha, e Maragall quis aproveitar a abertura do camarada para rever e aprofundar o estatuto de autonomia da Catalunha. Zapatero prometeu apoiar “o que o Parlamento catalão aprovasse”, mas, já em Madrid, acabou por cortar alguns artigos ao documento dos deputados catalães, pressionado pela ala mais centralista do PSOE e com o apoio cínico da CiU, apostada em minar Maragall. Os catalães aceitaram esse estatuto ‘aguado’, sem entusiasmo, num referendo legal em junho de 2006 (78,07% de votos a favor com 48,85% de participação eleitoral).

Agastado com Zapatero, Maragall demitiu-se. Houve eleições regionais antecipadas, e a tríplice aliança socialista continuou a governar, agora sob José Montilla, que nasceu na província de Córdova (Andaluzia) e falava um catalão menos que perfeito. Era um sinal de integração da vasta imigração das regiões mais pobres de Espanha, que em muito contribuiu para a prosperidade económica catalã, facto apontado pelos que criticam os separatistas por se queixarem do contributo líquido da Catalunha para o orçamento nacional, a favor das zonas menos ricas. Na mesma eleição entrou para a bancada da CiU o deputado Carles Puigdemont, que pouco chamou a atenção e que só sairia do Parlamento em 2011, para presidir à Câmara de Girona. Arrebatou-a ao PSC, que governava há 32 anos, à segunda tentativa.



Discórdia A proclamação da independência da Catalunha no passado dia 10 de outubro abriu uma grave crise constitucional com o poder central de Madrid FOTOS GETTY IMAGES




Na autarquia, Puigdemont apostou no turismo e na cultura e privilegiou a proximidade com os munícipes. Era visto a utilizar as ‘girocletas’, bicicletas públicas da cidade, e ia ao mercado com as filhas, Magalí e Maria, hoje com 10 e 7 anos. Se o alcaide se regozijava por a urbe ser escolhida para filmagens de “A Guerra dos Tronos”, a oposição criticava-lhe uma gestão “de fachada” e dizia que, apesar da oratória, não sabia trabalhar em equipa. Mais recentemente, a justiça começou a investigar uma fraude de milhões na empresa de águas do concelho. Nada disso impediu a reeleição em 2015, com socialistas e militantes da UDC (que nesse ano se dissociou da CDC) a aceitar integrar a lista de Puigdemont. Nesse ano foi escolhido pelos pares para presidir à Associação de Municípios pela Independência. Ao tomar posse, comprometeu-se “com o futuro político de uma Catalunha livre, independente e socialmente justa”. Nessa altura, porém, tudo mudara na região e em Espanha.

Há que abrir um parêntesis para recordar que, enquanto Puigdemont tratava da cidade, a Catalunha entrara em ebulição. O PP, que nunca aceitara o novo estatuto de autonomia, nem sequer na versão esmorecida do Congresso dos Deputados, apresentou recurso no Tribunal Constitucional, o qual anulou, em 2010, partes importantes do documento. Os juízes não permitiram que nele permanecesse a frase simbólica, mas briosa, que dizia que “a Catalunha é uma nação” e que, à cautela, já fora incluída num preâmbulo sem força jurídica e não no clausulado do estatuto. A população ficou irada.
 

CONVERSÃO E DEFENESTRAÇÃO

Artur Mas, que recuperou a Generalitat para a CiU nas eleições regionais desse ano, fez cavalo de batalha de um novo pacto fiscal com Madrid. A empreitada era difícil, com as contas da Catalunha no vermelho (a viver de empréstimos de Madrid), a crise global no auge e Mariano Rajoy (PP) a assumir o lugar que fora de Zapatero. O novo primeiro-ministro rejeitou qualquer acordo com Mas e, a 11 de setembro de 2012, um milhão e meio de cidadãos saíram à rua sob o mote “Novo Estado na Europa”. Celebrava-se a Diada, Festa Nacional da Catalunha, que comemora a data de 1714, quando a autonomia foi revogada pelo rei Filipe V de Borbón, na sequência de uma guerra de sucessão espanhola em que a Catalunha apoiou o derrotado arquiduque Carlos de Habsburgo. Passados 298 anos, foi o dia em que Artur Mas assumiu o independentismo, a que em tempos chamara “antiquado e oxidado”.

A sua prioridade passou a ser um referendo de autodeterminação. Quis realizá-lo em 2014, mas a inflexibilidade de Rajoy levou-o a optar por um “processo participativo”, isto é, um simulacro. Votaram, tal como a 1 de outubro deste ano, quase só os separatistas (80,91% a favor da secessão). Ainda que não-vinculativo, o ato valeu a Mas e companheiros uma inabilitação política por dois anos. Na sequência do não-referendo, Mas antecipou as eleições regionais para 2015. A CDC aliou-se à ERC na lista Juntos pelo Sim (JxS), cujo nome indicia o propósito plebiscitário: reunir uma maioria de votos que legitimasse a secessão.

Há um ano, o presidente catalão dizia ao Expresso que só queria ficar no cargo 18 meses, para depois retomar a vida pessoal: “Quererá dizer que tivemos êxito”

O tiro saiu-lhe pela culatra. Os separatistas ficaram aquém da maioria de votos (47,8%) e, embora o método de Hondt lhes tenha garantido a maioria de deputados, esta depende da formação de extrema-esquerda CUP (Candidatura de Unidade Popular), que exigiu o afastamento de Mas, cujo nome surgira ligado a casos de corrupção. É então que entra em cena um desconhecido autarca de Girona, nº 3 da lista JxS. Puigdemont confessava ao Expresso, há um ano, ter sofrido um “choque emocional”. Não tanto pela comoção de quem quer transformar em Estado soberano como pelo abalo para a sua vida pessoal.

Longe ficaram os torrões e capricis (bolachas típicas de Girona), as ‘girocletas’ e as histórias para as filhas adormecerem. Puigdemont passou a fazer, todos os dias, os 100 quilómetros entre Sant Julià de Ramis, subúrbio de Girona onde mora, e Barcelona. Acatou a responsabilidade de conduzir o seu país à soberania, ainda que chegado ao cargo cimeiro (que compara a uma cadeira elétrica) “no último minuto, acidentalmente e pela porta traseira”. Tomou posse no último dia do prazo legal e foi o primeiro titular a não jurar fidelidade ao rei nem à Constituição, apenas ao povo catalão. “Não é época para cobardes, nem para temerosos, nem para gente de pernas frouxas”, sentenciou.

A cadeira parece ter eletrizado o ocupante. Onde Mas fez um sucedâneo, Puigdemont quis mesmo um referendo, que, de resto, a CUP também reivindicou como condição para aprovar o orçamento da região. Mais do que discutir a independência, os prós e contras, as não-negligenciáveis minudências jurídicas e os incontornáveis riscos (de que é duro exemplo o êxodo de empresas), centrou o debate no “direito a decidir”, que, ao contrário da independência, tem o apoio de uma clara maioria dos catalães, cerca de dois terços. Nos entrementes, foi fazendo aprovar “leis de separação” e “estruturas de Estado” e gerindo como pôde o equilíbrio entre o seu novo Partido Democrata Europeu Catalão (PDeCAT, sucessor da CDC) — centrista e pró-mercado, campeão da austeridade no mandato de Artur Mas — e os aliados marxistas da ERC e da CUP. Só os une a vontade de virar costas a Espanha.


Amor O presidente do governo regional da Catalunha casou-se segundo o rito ortodoxo, em 2000, com a jornalista romena Marcela Topor. Discreta mas determinada, ela partilha o ideário independentista do marido FOTO ALBERT GEA/REUTERS

O resto é sabido: Puigdemont marcou o referendo de 1 de outubro, a Justiça espanhola proibiu-o, Madrid mandou a guarda, a consulta fez-se sem valor legal nem garantias democráticas, mas o presidente agarrou-se ao resultado de 92,01% a favor da secessão. No dia 10, declarou a independência da Catalunha, no Parlamento autonómico, para a suspender passados 11 segundos. O gesto, que o próprio justificou como abertura ao diálogo com Rajoy, enfureceu quer este (que exigiu esclarecimentos que Puigdemont não prestou) quer os mais aguerridos separatistas, para quem o recuo foi a “frouxidão” que o presidente prometera não ter. É assim que o homem que afirmava há um ano ao Expresso não acreditar na suspensão da autonomia depara, agora, com a aplicação do artigo 155 da Constituição por Rajoy.

Além da perda de poderes que tal implica, Puigdemont encontra-se, também, em risco de prisão por sedição (destino que já tocou, preventivamente, dois líderes de associações cívicas pró-independência) ou desvio de fundos (por ter usado dinheiro público na celebração do referendo). Já em 2012 fora acusado do mesmo crime, por ter financiado transporte ferroviário para a manifestação separatista. Confrontado com a hipótese do cárcere, respondeu há dias, na televisão, que não lhe parecia boa ideia, mas acrescentou: “Se tiver de acontecer, enfrentarei qualquer decisão.”

É difícil, assim, imaginar o homem que lidera a Catalunha há quase dois anos a recuperar, como almeja, “alguma normalidade”. Parecem longínquos o regresso a Sant Julià, a prática desportiva (hóquei, râguebi, futebol, basquetebol), os jogos do Girona Futbol Club (este ano na primeira divisão), a culinária, a pintura de Gauguin, a banda sonora de “Jesus Christ Superstar”. Há um ano, Puigdemont dizia ao Expresso que só desejava ser presidente 18 meses. “Quererá dizer que tivemos êxito”, precisava. Que amarga ironia pensar que há, de momento, mais possibilidades de deixar o cargo por intervenção de Madrid, ao abrigo da Constituição, do que por ter libertado a Catalunha do que considera ser a grilheta de Castela.

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2347 - 21 de Outubro de 2017




ESTE NÃO É O MEU PAÍS


‘Separatismo’ é uma dessas palavras que, quando acorda, carrega com ela a história da Europa. De uma Europa que pensava ter encontrado a fórmula para o diluir e pacificar. Mais ou menos persistentes, Os separatismos são o sinal de que os estados nem sempre representam as nações


FOTO getty images

texto LUCIANA LEIDERFARB INFOGRAFIA CARLOS ESTEVES


Há palavras que parecem adormecidas ao ponto de nos esquecermos delas, desaparecendo do vocabulário. Essas mesmas que, um dia, acordam e invadem tudo. Basta um sinal da realidade para voltarem ao centro das discussões, da reflexão, das notícias de jornal — e, pensamos, se voltam é porque nunca estiveram ausentes. ‘Separatismo’, ‘independentismo’ ou ‘autodeterminação’ são peças-chave deste glossário intermitente. E quando ressurgem são potentes e reformadoras como aquilo que representam. Temo-las ouvido nestes dias a propósito da Catalunha, que declarou unilateralmente uma independência suspensa logo a seguir, a fim de tentar o diálogo com o poder central, num gesto que muitos analistas compararam ao da Eslovénia em 1991. Como este tipo de equiparações vem provar, um separatismo evoca logo outro e pode esconder muitos mais. O que não deixa de ser paradoxal no seio de uma União Europeia (UE) nascida para os diluir e neutralizar.

“Esta é uma das questões mais delicadas que a UE tem de enfrentar neste momento”, analisa José Pedro Teixeira Fernandes. Justamente porque o problema da Catalunha nunca será só um problema da Catalunha, mas “um precedente a ser invocado” por qualquer outro território com aspirações à independência. Os próprios catalães legitimam o seu caso invocando o da Eslovénia, do Kosovo, da Escócia ou de Timor, ainda que entre estes existam grandes e infranqueáveis diferenças. Não é um detalhe menor que a Eslovénia tenha conquistado a sua independência no fim da Guerra Fria, que a de Timor-Leste tenha surgido após anos de ocupação indonésia, que a da Escócia tenha colidido com a vontade popular no referendo de 2014 — realizado com acordo do Reino Unido — e ficado sem efeito e que a do Kosovo, autoproclamada há uma década após uma guerra atroz, ainda esteja em banho-maria.

Também não é “razoável”, diz o investigador do Instituto Português de Relações Internacionais, que se compare o separatismo catalão ao da Checoslováquia em inícios dos anos 90. “Por um lado, houve um acordo de ambas as partes para dissolver a Checoslováquia em dois Estados, enquanto, no caso catalão, a Espanha vai continuar a existir. Por outro lado, se a República Checa e a Eslováquia combinaram assumir os compromissos do país extinto com a NATO, o Conselho da Europa e a ONU, a Catalunha teria de pedir a adesão a todas estas entidades, sendo que a sua entrada na UE dependeria da concordância da própria Espanha”, explica. De facto, a palavra ‘unilateral’ — mais uma das que voltaram — vem alterar tudo. E a UE “não tem interesse em processos que não sejam pacíficos e negociados”.

“Se o problema dos separatismos não assume hoje mais acuidade é porque na II Guerra Mundial houve limpezas étnicas e deslocações em massa que contribuíram para a homogeneização dos Estados”, diz Pedro Aires Oliveira

Claro que nem sempre foi assim. A história do continente fez-se de cisões, unificações, pactos e tratados — e de guerra, muita guerra. “Um Estado, ou seja, uma organização política nem sempre coincide com uma nação, isto é, uma comunidade de indivíduos que partilha a história e a cultura”, começa por explicar Andrés Malamud, investigador do Instituto de Ciências Sociais na área das Ciências Políticas. Há situações em que Estado e nação se sobrepõem — como França — e outras em que um Estado é plurinacional — como Espanha. Existem, ainda, nações sem Estado, como os curdos e, antes, os judeus. No meio de todas estas variantes, a forma como se chegou à configuração final pode ser determinante do sentimento de pertença que permanece, ou não, na população. Distinta será esta perceção no seio um Estado que surgiu por meios “brandos” do que noutro em que o Estado tenha sido imposto à nação pela força. Assim como, em ambos os casos, a autonomia regional — “que consiste em transferir competências do governo a autoridades subnacionais” — ou o federalismo — “em que as unidades subnacionais até participam no governo nacional” — não terão o mesmo significado.


A História conta outra história 

O que define uma nação? O que define um país? O mapa da Europa é parco em respostas — ou melhor, dá demasiadas respostas. Historicamente, encontramos alguns momentos que podem ser apontados como marcos no processo de fragmentação estatal. “A própria arrumação da Europa em Estados, que deriva do princípio de autodeterminação, é recente”, comenta Pedro Aires Oliveira. Isto porque, até à I Guerra Mundial, “a maior parte da Europa vivia em formações multinacionais sob um governo dinástico, cuja legitimidade não era necessariamente reconhecida por meio de modalidades democráticas”. O historiador dá como exemplo o Império Russo, o Austríaco ou o Reich alemão, autocráticos e conservadores em maior ou menor grau. E explica que foi com a Revolução Francesa que a ideia de nação se constituiu segundo o princípio da autodeterminação ou de uma soberania popular ou democrática.

Nenhum avanço, porém, acontece sem recuos, e o Congresso de Viena, em 1815, procurou “restaurar o status quo imperialista”, redesenhando as fronteiras da Europa nos moldes anteriores à Revolução. Algumas das consequências destes encontros, realizados na capital austríaca, foram a anexação da maior parte da Polónia pela Rússia — a outra parte ficou para a Prússia —, a anexação da Sicília pelo Reino de Nápoles ou de Malta pelo Reino Unido, a manutenção pelo Império Otomano do domínio sobre os Balcãs ou a aquisição pela Áustria da Lombardia, Veneto e Dalmácia (hoje parte da Croácia). Numa palavra, a formação de entidades que dominam politicamente regiões e nações muito diversas. Em 1848, com a eclosão de movimentos liberais e nacionalistas da chamada Primavera dos Povos, o domínio autocrático começa a ser limitado, como se de dentro deste as nações clamassem por surgir.


“Não são as nações que definem os nacionalismos, mas estes que engendram as nações”, diz Pedro Aires Oliveira. E muitas podem ser as razões que levam um projeto nacional a reivindicar uma existência estatal ou a não reconhecer legitimidade a uma entidade superior. Porém, especialmente na Europa, “concretizar um modelo de Estado nacional homogéneo é complicado”, ou não fosse este um continente construído sobre “camadas de história cultural e étnica”, uma “manta de retalhos” que várias vezes esteve à beira da microfragmentação. Neste contexto, a UE surgiu como canal para acalmar estas aspirações, e não é por acaso que uma das condições de entrada no grupo fosse a renúncia a reivindicações territoriais em relação a Estados vizinhos. “Isto aconteceu com muitos Estados saídos da experiência comunista. Um deles foi a Hungria, que após a I Guerra Mundial sofreu uma grande amputação territorial. Esta, para aceder à UE, teve de dar garantias de que não iria prosseguir na senda da reposição dessas fronteiras”, explica. 

Os limites da autodeterminação

Hoje em dia, grande parte das reclamações separatistas na Europa Ocidental provém de regiões economicamente fortes, lembra José Pedro Teixeira Fernandes. “São regiões em que prevalece o sentimento de estar a sustentar outras mais pobres sem um retorno favorável e que pensam que estariam melhor se fossem independentes e os seus recursos não fossem partilhados.” E não é apenas o respeito lato pelo (controverso) princípio de autodeterminação que vai dar vazão a tais ambições. Os motivos para o invocar “têm vindo a ser restringidos e considerados caso a caso” e reservados a situações em que se verifique opressão, ocupação estrangeira ou traços colonialistas — ou, simplesmente, a casos em que o processo seja de comum acordo e mediante negociação. A legalidade ou ilegalidade, por outro lado, também não são argumentos inequívocos: “A legalidade é o cumprimento da lei. Mas há quadros legais que são injustos e ilegítimos. Veja-se aquele que foi esboçado por Hitler na Alemanha dos anos 30.”

A Catalunha representa para a UE uma ferida aberta. Um reabrir-se de questões que se julgavam pacificadas dentro do continente que foi palco da II Guerra Mundial. “Se o problema dos separatismos não assume hoje mais acuidade é porque na II Guerra Mundial houve limpezas étnicas e deslocações em massa que contribuíram para a homogeneização dos Estados. Toda a história da Europa do século XX é uma história de massacres e deportação”, frisa Pedro Aires Oliveira, que vê o ainda povoado mapa dos separatismos europeus como “um mapa que explica bem a cautela observada pelos dirigentes europeus face à Catalunha”. Segundo José Pedro Teixeira Fernandes, tal cautela tem toda a razão de ser: “Seria de uma grande ironia histórica se a integridade territorial da UE se desmoronasse por uma vaga de nacionalismos.”
Jornal Expresso SEMANÁRIO#2347 - 21 de Outubro de 2017




ESPANHA

Madrid toma conta da Catalunha, que ameaça declarar independência



Governo decide aplicação do artigo 155 da Constituição e pode antecipar eleições na região para janeiro

 

Deputados protestam em Madrid contra prisão de dirigentes independentistas FOTO JAVIER LIZON/epa

Angel Luis de la Calle


A crise catalã conhece nova fase esta tarde. O Governo de Espanha vai tomar, em Conselho de Ministros extraordinário, a decisão mais transcendente da história democrática do país: aplicar o artigo 155 da Constituição à Catalunha, cujo governo regional está disposto a proclamar a independência. Essa arma jurídica, prevista para situações de rebelião, pode levar a eleições antecipadas na Catalunha, em janeiro.
 

O alto preço da secessão

A incerteza custa 4 a 12 mil milhões de euros. É o que o PIB da Catalunha (212 mil milhões de euros em 2017, o maior de Espanha) perde com o clima gerado pelas aspirações independentistas. O cálculo é da Autoridade Independente de Responsabilidade Fiscal, criada por Madrid a pedido da UE, para zelar pela sustentabilidade das finanças públicas. Confirmam-se os temores de que a crise catalã possa prejudicar toda a economia. Há dias Rajoy enviou para Bruxelas previsões atualizadas: em 2017 Espanha crescerá 3,1%, acima dos previstos 3%, mas em 2018 a taxa desce de 2,6% para 2,3%. O Ministério da Economia teme recessão na Catalunha, donde saíram 846 empresas. A última que admite mudar a sede é a SEAT, a mais importante do setor exportador espanhol, com o beneplácito da empresa-mãe VW. Na Catalunha estão registadas 230.437 empresas. A.L.C.

O artigo 155 prevê a intervenção do Estado na administração das regiões que não cumpram a lei. Após longa sucessão de intercâmbios dialéticos, advertências, ameaças e silêncios, com crescente protagonismo da rua catalã e o fantasma do confronto civil no horizonte, o Executivo do conservador Mariano Rajoy recorra ao que considera ser o último recurso. Conta com o apoio da maior força da oposição, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE, social-democrata), e do Cidadãos (C’s, centro-direita liberal). Outros grupos relevantes, como o Podemos (P’s, esquerda populista) ou o Partido Nacionalista Basco (PNV, conservador), estão contra o uso desse instrumento.

“Não se podia ter feito as coisas pior. Esta situação resulta de decisões irresponsáveis [dos dirigentes catalães]”, acusou Rajoy à saída de um Conselho Europeu ordinário, em Bruxelas. Não quis dar pormenores sobre o artigo 155, mas é provável que Madrid opte por uma aplicação limitada, assumindo responsabilidades em departamentos importantes do governo regional.

Para a dirigente socialista Carmen Calvo, é “claro que se trata de levar a Catalunha a eleições”, em janeiro de 2018 (a data normal seria novembro de 2019). Calvo afirmou que “o governo regional, os meios de comunicação e as forças de segurança têm de ser neutros”, o que sugere intervenções de Madrid nas Finanças da região, nos Mossos d’Esquadra (polícia autonómica) e no canal público catalão TV3. Estes organismos poderão passar a ser dirigidos por pessoas da administração central, passando os funcionários públicos catalães a depender de Madrid.

O processo de aprovação do artigo 155 durará cerca de uma semana. É ao Senado, câmara alta territorial, que cabe discutir e votar o pacote proposto pelo Executivo, o que deve acontecer sexta-feira, 27. O PP tem maioria absoluta, a que se somam os senadores do PSOE e do C’s. “Até que se vote no plenário, há muitas horas, muitos dias, há janelas”, disse Calvo, ontem, na rádio Ser. Até ao choque frontal, há esperança.

Rajoy tem também o apoio unânime dos líderes europeus. Embora não figurasse na agenda da reunião de Bruxelas, o problema catalão esteve presente e os dirigentes coincidiram num aspeto fulcral: há uma clara violação da lei espanhola pelo governo catalão e o Executivo central está capacitado a resolver o contencioso ao abrigo dessa mesma lei, isto é, aplicando o artigo 155. A chanceler alemã, Angela Merkel, e o Presidente francês, Emmanuel Macron, expressaram em público essa posição.

Duelo de legitimidades

É previsível que a fação separatista reaja à intervenção de Madrid convocando uma sessão extraordinária do parlamento regional, com um único ponto na ordem de trabalhos: aprovação da declaração de independência formulada no dia 10, mas não votada (como reconheceu Puigdemont). Um tal gesto da maioria separatista no hemiciclo regional implicaria a proclamação da República da Catalunha, com entrada em vigor da Lei de Transitoriedade (suspensa pelo Tribunal Constitucional espanhol) e abertura de um processo constituinte. Há risco de se assistir a uma pugna entre duas legitimidades pelo controlo da administração regional: a estritamente legal, procedente do Governo do Estado; e outra, ilegal, recém-instaurada pelo parlamento da Catalunha.

Puigdemont fez, nas últimas horas, novos apelos ao diálogo. É um argumento recorrente que utiliza para construir uma imagem pública internacional de negociador. O governo regional surge, nessa versão, como instituição aberta a soluções, ocultando que só aceita discutir os termos de um referendo à independência acordado com Madrid (proibido pela Constituição espanhola, que PP e PSOE prometem rever, mas não para o autorizar). Consolida-se o velho mito de que a Catalunha é um paraíso de valores europeus, oprimida por uma Espanha arcaica e decadente.

Será fundamental ver como reagem grupos como a Candidatura de Unidade Popular (CUP, esquerda separatista e antissistema), acostumados à mobilização de massas e à ocupação das ruas. A CUP defende que os funcionários públicos catalães boicotem a aplicação do artigo 155 e não custa imaginar os mais de 700 alcaides independentistas catalães (de um total de 948) a dificultar no terreno a organização de eleições antecipadas.

Outra hipótese seria os partidos separatistas não concorrerem. O antecessor de Puigdemont, Artur Mas, disse ontem que isso seria “fatal”. Embora tenha sido ele a lançar o atual processo independentista, afirmou este mês que a Catalunha não está pronta para a secessão e defende diálogo e negociação.

A tendência oposta traduz-se na propagação pelas redes sociais de um plano detalhado de presença de ativistas, com indicação do número de pessoas necessárias, em pontos críticos como portos, aeroportos, portagens, edifícios oficiais, fábricas, centrais elétricas… tal obrigaria à intervenção das forças da ordem, o que poderá gerar o que o Governo de Madrid mais teme: confrontos civis violentos.

Não é de excluir que figuras importantes do governo catalão possam ser detidas. Atrás das grades estão já “os dois Jordis”: Jordi Sánchez e Jordi Cuixart, muito apreciados na região e presidentes, respetivamente, da Assembleia Nacional Catalã e da Òmnium Cultural, as entidades cívicas mais ativas no processo independentista. Para hoje estão previstas manifestações em toda a Catalunha pela libertação dos dois “presos políticos” (no dizer dos separatistas), encarcerados por ordem de uma juíza da Audiência Nacional espanhola que acusa Sánchez e Cuixart de sedição.
Com Pedro Cordeiro

Jornal Expresso SEMANÁRIO#2347 - 21 de Outubro de 2017

A vergonha



Miguel Sousa Tavares



A vergonha


ILUSTRAÇÃO HUGO PINTO

1 De toda a gente com quem falei desde domingo, os mais indignados com a segunda vaga devastadora de incêndios foram portugueses a viver lá fora. Porque quando se vive fora, o orgulho no nosso pais é quase uma condição de sobrevivência. E, em lugar do orgulho, serviram-lhes a vergonha: Portugal notícia em todas as televisões e jornais como país incapaz de defender o seu território e a vida dos seus habitantes — afinal de contas, duas das principais funções do Estado. Portugal, vergonha internacional: metade da aérea ardida da Europa, metade de todos os mortos em incêndios no mundo inteiro, a maior percentagem de floresta privada e com a maior percentagem de ocupação das espécies florestais mais incendiárias: eucaliptos e pinheiros bravos. Onde a raiz do mal está à vista de todos, onde as soluções foram de há muito indicadas, mas onde, de ano para ano, nada muda, a começar pela tragédia. Por mais mortos que haja ou mais milhares de hectares ardidos. Têm mais força os lobbies das celuloses, dos madeireiros, das empresas que vendem ao Estado material para os bombeiros e horas de voo dos aviões. Será por acaso que a imprensa passou ao lado da conclusão da Comissão de Inquérito ao fogo de Pedrógão onde se afirma textualmente que “manchas contínuas de eucaliptos e pinheiros bravos, infelizmente comuns, é a receita para o desastre”? Ou que tenha igualmente ignorado a afirmação da CPI de que “a comunicação social devia deixar de fomentar o mito do fogo posto, aproveitado por alguns políticos, e passar a contribuir para a prevenção dos comportamentos de risco”? Não, não me venham com a história do “terrorismo incendiário”, denunciado pelo presidente do governo regional da Galiza. A Galiza é a região mais ardida de Espanha e sabem qual é árvore predominante na Galiza? Pois, essa mesma. Chamem a tudo isto coincidência, eu chamo-lhe negócio: um negocio de morte feito sobre as cinzas de um país e os cadáveres de mais de 100 pessoas abandonadas à sua morte pelo Estado. Não foram só os mortos, a destruição, o desespero e a impotência. É a vergonha, também. A vergonha de ser cidadão de um país que, na hora da verdade, nos envergonha.

2 Conheci António Costa era ele presidente da Câmara de Lisboa e eu fazia parte de um movimento de cidadãos que se tinha formado para tentar opor-se ao demencial projecto de alargamento do Terminal de Contentores de Alcântara, celebrado entre a Mota-Engil e a Administração do Porto de Lisboa, em condições e através de um contrato que também me fizeram sentir vergonha de ser português. Invocando falsos pressupostos e à custa do dinheiro dos contribuintes, à empresa privada era concedido o direito de ocupar a parte mais nobre da frente de rio de Lisboa com uma barreira de contentores durante dezenas de anos. E, estranhamente, o presidente da Câmara de Lisboa fingia que nada via e nada era com ele, como se perder quilómetros do mais nobre domínio público da cidade lhe fosse uma questão alheia. Mas quando o movimento de que eu fazia parte começou a atrair as atenções da comunicação social e de cada vez mais cidadãos, aí António Costa temeu que aquilo crescesse como uma onda e pudesse pôr em causa a sua recondução nas autárquicas de daí a uns meses. Chamou-nos, e só então começou a negociar connosco, por um lado, e com a APL e a Mota-Engil, por outro. Percebi que o que o incomodava, como presidente da Câmara, não era ver o Tejo tapado com contentores, mas poder perder votos devido ao barulho causado por isso.

António Costa achou que isto se compunha com algumas declarações de circunstância, com mais algumas habilidades tácticas e com a indecente cobertura dos seus parceiros da extrema-esquerda



A seguir veio a formação do actual Governo e também percebi que a António Costa não incomodava nada que a solução de governo a que chegou manifestamente não correspondesse à que fora a vontade maioritária dos portugueses nas eleições, desde que ela garantisse o regresso do PS ao poder. Por razões várias, incluindo méritos próprios, a solução tem funcionado bem e era com isso que Costa contava: resultados, não princípios. Em nome da estabilidade governativa — ou seja, da actual solução de poder — Costa tem engolido tudo o que os seus queridos parceiros de Governo lhe têm imposto, incluindo o OE agora apresentado, consumando todas as ruinosas exigências de quem acaba de perder retumbantemente as eleições autárquicas e, em lugar de humildade, responde com a arrogância, cientes que estão de que o PM tudo fará e consentirá para que eles não o abandonem à sua sorte. Tanto tacticismo revela o homem, mas também a desgraça. Pode fazer dele o mais brilhante florentino da actual geração política, mas também, em ocasiões extremas, como as que os incêndios mostraram, expõem-no a uma luz talvez injusta, mas devastadoramente crua, como um homem desprovido daquilo que deveria ser essencial num político: sensibilidade para passar à frente o que são as obrigações irrenunciáveis do Estado sobre aquilo que é a satisfação dos privilégios do aparelho de Estado, prevalência feroz do interesse público sobre quaisquer interesses privados, coragem para castigar a incompetência e assumir responsabilidades, capacidade de “humildade cívica”, como disse Marcelo, para, ao menos, pedir perdão perante a ignomínia da insustentável falência do Estado que governa. António Costa achou que isto se compunha com algumas declarações de circunstância, com mais algumas habilidades tácticas e com a indecente cobertura dos seus parceiros da extrema-esquerda. Achou que com “as devoluções”, a cedência a todas as exigências e privilégios da função pública para satisfazer o eleitorado preferencial que sustenta o Governo e os seus aliados, a baixa de impostos para alguns e os deuses da fortuna que nunca lhe faltaram, continuaríamos, sem sobressaltos, o “nosso viver habitualmente”, de que falava Salazar. Não contou, porque não faz parte da sua maneira de ser, com o que ainda resta da célebre capacidade de indignação cívica, tão cara a Mário Soares. Mesmo com a casa a arder por todos os lados, 106 mortos expostos à vergonha governamental e Portugal nos noticiários do mundo inteiro como Estado falhado, António Costa acreditou poder passar incólume entre as labaredas da indignação de todo um país. É um excelente exemplo dos tempos políticos que se vivem, aqui e em todo o lado: não interessa a substância das coisas, só interessa a mensagem que passa sobre elas. Não se lhe exigia que fosse um Churchill, um homem excepcional para tempos excepcionais. Mas, no mínimo, que fosse capaz de pensar e sentir como o comum dos portugueses. Que, por mais reconhecidas que sejam as suas qualidades de seriedade e o seu jeito para governar a favor do vento, não falhasse no essencial: na capacidade de defender o território e os seus habitantes, de se revoltar com o inaceitável e de inspirar a confiança necessária para futuras crises semelhantes.

3 E agora uma palavra para a hipocrisia dos parceiros do Governo, BE, PCP e uma coisa chamada Partido Ecologista os Verdes, capaz de defender os clandestinos que ocupam o domínio público da Ria Formosa com um ardor com que nunca os vi atacar a indústria predadora das celuloses. Ao que parece, agora também estão muito escandalizados com a dimensão da nova tragédia dos fogos florestais, fiéis aos princípios do particular contrato que estabeleceram com António Costa: tudo o que é bom e popular (mesmo que, no fim, nos possa conduzir a nova troika) é obra deles; o que corre mal é da exclusiva responsabilidade do Governo. Porém, gastaram centenas de horas em reuniões com o Governo para garantirem as devoluções, as progressões, as carreiras, os aumentos para a Função Pública, mas quantas horas de reuniões gastaram, entre Pedrógão e domingo passado, para garantir que a tragédia não se repetia? Integraram já 40 mil “precários” nos quadros e na despesa pública permanente (incluindo bolseiros, estagiários e professores desnecessários que nunca quiseram submeter-se a concurso), mas não lhes ocorreu contratar um só guarda-florestal, depois de praticamente extintos pelo Governo anterior. Obtiveram do Governo gastos de centenas de milhões a mais, aqui e ali, para satisfazer as exigências diárias da clientela deles e do Estado, mas não se incomodaram que as verbas para a prevenção dos incêndios se mantenham iguais ao que eram há quinze anos: 25 milhões de euros. Sim, 25 milhões — bem menos do que aquilo que o Estado vai passar a gastar apenas com o aumento do valor das horas extraordinárias a favor de funcionários que viram o seu horário de trabalho passar de 40 para 35 horas semanais e onde, portanto, não devia haver necessidade de quaisquer horas extraordinárias. Como disse entre linhas Marcelo, o povo que conta para eles é aquele que tem capacidade para se manifestar no Terreiro do Paço. O outro, o que nada vale politicamente, é abandonado à sua sorte.


Miguel Sousa Tavares escreve de acordo com a antiga ortografia


Jornal Expresso SEMANÁRIO#2347 - 21 de Outubro de 2017

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Porto

Porto

Título original: Porto 
De: Gabe Klinger 
Com: Anton Yelchin, Lucie Lucas, Paulo Calatré, Françoise Lebrun, Diana de Sousa, Rita Pinheiro 
Género: Drama, Romance 
Outros dados: POR/FRA/EUA/POL, 2016, Cores, 76 min.


Com produção executiva de Jim Jarmusch, este filme de Gabe Klinger, que antes tinha realizado o documentário Jogo Duplo: James Benning e Richard Linklater, é notório por ter sido rodado e se passar no Porto, e por ser um dos últimos filmes (o derradeiro como protagonista) de Anton Yelchin, que morreu em Junho de 2016. É a história, contada de forma fragmentada e não-linear, do amor entre um norte-americano e uma francesa um pouco mais velha (Lucie Lucas), que se encontram no Porto mas depois têm dificuldade em voltarem a estar juntos. A narrativa vai alternando entre o tempo que passaram juntos e depois as alturas em que estão ambos sozinhos, com diferentes formatos e representações visuais. A produção está a cargo, entre outros, do realizador português Rodrigo Areias. PÚBLICO

Trailer





Crítica Cinema


Noites brancas sobre o Douro


Um belo exercício de “romantismo”, fora de tempo e quase fora de lugar: o Porto de Gabe Klinger, um brasileiro radicado nos Estados Unidos, conhecido como crítico de cinema.


Porto ☆☆☆


Luís Miguel Oliveira
 
Público,18 de Outubro de 2017
 

Foto  Espraiando-se entre o que é muito físico e o que é muito mental, uma história de encontro e separação

Porto é a primeira ficção de Gabe Klinger, brasileiro radicado nos Estados Unidos, conhecido como crítico de cinema, e que previamente ensaiara a realização num documentário sobre os cineastas James Benning e Richard Linklater, Double Play, que chegou a conhecer estreia comercial em Portugal. Belo filme, Porto está bastante à margem dos caminhos mais percorridos pela “independência” contemporânea, com ecos que parecem vir tanto do cinema americano dos anos 90 (convém notar que Jim Jarmusch é creditado como produtor) como do mais duro e intimista cinema francês dos anos 70 (como se, de forma subtil, algumas das preferências cinematográficas de Klinger ressoassem através do seu filme, com ponto alto simbólico na breve presença de Françoise Lebrun, que foi um dos vértices do triângulo de La Maman et la Putain de Jean Eustache).
 
Rodado na cidade do Porto, encontra aí o oposto de um cenário turístico: é um filme de interiores, maioritariamente, e um filme de “ruas interiores”, a câmara raramente se elevando do nível da rua para os planos gerais e para as vistas globais – fica, como imagem leitmotiv a pontuar os vários segmentos do filme que se passam em “suspensão”, uma vista da Ribeira, do Douro e da Ponte D. Luís, com uma textura reminiscente do super 8 (ou que será mesmo em super 8, sendo que um dos factores distintivos de Porto é ter sido rodado em película, abundando em imagens escuras e bem distintas do chapadão de luz que, por norma, acompanha a imagem digital). É uma cidade na confluência do “real” e do “imaginário”, como se Klinger (é ver o que ele faz com as fachadas e os interiores de restaurantes e snack-bars com um arquitectura e uma decoração aparentemente intocadas desde os anos 60 ou 70) desenhasse uma cidade dentro da cidade, e conciliasse a precisão geográfica com a imaginação de uma “cidade de cinema”, de uma cidade de “estúdio” (e é por isso que ora nos podemos lembrar dos diners, por exemplo dos filmes de Jarmusch, ora nos podemos lembrar da Las Vegas made in Zoetrope do One From the Heart de Coppola).

Este último, de resto, é uma referência particularmente pertinente, porque também Porto, conservando sempre uma atmosfera sonhadora, melancólica e musical (a banda sonora é notável, diga-se), e espraiando-se entre o que é muito físico e o que é muito mental, conta uma história de encontro e separação amorosa. Eles são Anton Yelchin (entretanto falecido num acidente estúpido) e a francesa Lucie Lucas, e o filme remói – é o termo – esta paixão fugaz condenada à dissolução, variando o ponto de vista mas sempre mais próximo do dele (que além de ser o “abandonado” é, digamos, também o mais perplexo). Pensamos naquilo que James Gray dizia sobre o protagonista de “Duplo Amor”, como é “ridículo” um homem apaixonado.

Há um pouco desse espírito na abordagem da paixão aqui, a começar pela figura narrativa privilegiada por Klinger, a repetição: são três capítulos expressamente definidos que repetem a mesma história, subtraindo ou acrescentando detalhes, fragmentos de diálogo, gestos e acções que parecem os mesmos mas também podem parecer completamente diferentes, como a se a acção de Porto correspondesse a um trabalho de memória em loop, uma revisão incessante, obsessiva e interior da mesma sequência de acontecimentos, como se fosse preciso desgastar a memória, levá-la a um ponto de exaustão, para que a perda se torne aceitável. O espectador entra facilmente nesse ritmo feito de fragmentos e de flashes (ou de flickers), de avanços e de recuos, num filme cuja construção precisa, de facto, do tempo para se revelar (por oposição aos filmes que estão totalmente “dados” ao fim de cinco minutos). Um belo exercício de “romantismo”, fora de tempo e quase fora de lugar (ou de vários tempos e de vários lugares), que muito merece ser descoberto.

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