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segunda-feira, 23 de abril de 2018

MAIO DE 68 UM RELÂMPAGO NO CÉU AZUL

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CINQUENTENÁRIO

MAIO DE 68 UM RELÂMPAGO NO CÉU AZUL

Há 50 anos um movimento com que ninguém contava punha tudo em causa. Surgia num momento de prosperidade económica e não de crise. Era desencadeado pelos estudantes e levava as classes trabalhadoras e os aparelhos sindicais a reboque. Teve a sua maior expressão em França mas estendeu-se também à Alemanha, Itália e a muitos outros países. Portugal, mesmo amordaçado, também acabou por sentir os efeitos

textos Rui Cardoso

FOTO REPORTERS ASSOCIES/Gamma-Rapho/Getty Images

Faz agora 50 anos, Paris enchia-se de barricadas. Não as dos Miseráveis de 1832, dos revolucionários da Comuna de Paris (1871) ou dos patriotas de agosto de 1944, juntos contra a ocupação nazi. Desta vez a força motriz da revolta eram os estudantes, ainda que a dinâmica gerada acabasse por arrastar as classes trabalhadoras e forçasse os aparelhos sindicais e políticos a vir a reboque.

Num dos muitos desenhos que o tornaram mundialmente conhecido, Georges Wolinski (mais tarde uma das vítimas da chacina do “Charlie Hebdo”, em janeiro de 2015) mostrava um dirigente sindical a tentar acalmar as massas, perguntando-lhes afinal o que queriam.

— Queremos a revolução! — responde uma multidão de cabeças

— Eh, pá, isso é uma chatice porque o patronato e o Governo nunca irão numa coisa dessas...

Maio de 68 francês entrou na História como sinal de um mundo em mudança, cujo motor era, em larga medida, uma juventude inquieta e à evidência globalmente mobilizada contra uma sociedade de consumo sem alma, a guerra (muito em especial a do Vietname, que ganhara expressão a partir de 1966) ou a autoridade sob as mais diversas formas.

Dos Estados Unidos, à França, Alemanha, Itália, Japão ou México gerava-se a ilusão de óptica de uma Internacional Estudantil em ação, pois até na China de Mao, os Guardas Vermelhos apareciam como a vanguarda da Revolução Cultural.

Tirando os situacionistas franceses ninguém teve um vislumbre do que aí podia vir. É certo que em 1964 Simon e Garfunkel tinham cantado em ‘The Sounds of Silence’ que “a palavra dos profetas está escrita nas paredes do Metro”. Ou que Bob Dylan exprimira um ano antes a inquietação de uma geração em ‘Blowing in the Wind’, na mesma altura em que começavam os protestos estudantis na universidade norte-americana de Berkeley ou as lutas de rua dos estudantes japoneses da Zengakuren.


O principal motor de Maio de 68 foi, em larga medida, uma juventude inquieta e mobilizada contra a sociedade de consumo sem alma, a guerra ou a autoridade


Mas daí a saber interpretar os sinais dos tempos vai alguma distância e a surpresa foi praticamente total. Em janeiro de 1968, François Chatelet ainda escrevia na revista “Le Nouvel Observateur”: “O situacionismo está tão longe de ser o espectro que assombra a civilização industrial, como o comunismo na Europa de 1848…”

Mas esta componente jovem, por mais importante que fosse, era apenas uma parte dos acontecimentos que haviam de agitar o mundo durante aquele ano, de tal forma que, no dizer do jornalista brasileiro Zuenir Ventura, “1968 nunca acabou”.

Logo em janeiro, a Ofensiva do Tet tinha mostrado que a Guerra do Vietname estava para durar e não tinha solução militar, confrontando a opinião pública norte-americana com imagens chocantes, nomeadamente as do massacre de aldeões em My Lai levado a cabo por tropas dos EUA.

Para lá da Cortina de Ferro germinava a Primavera de Praga, com a chegada ao poder na Checoslováquia de uma nova liderança comunista que pretendia repensar o sistema e abri-lo às liberdades básicas. Alexandre Dubcek falava num “socialismo de rosto humano”, coisa que inquietava o Kremlin e levará em agosto à invasão do país por tropas do Pacto de Varsóvia. Daí resultará a rutura definitiva entre a quase totalidade dos intelectuais europeus de esquerda e a URSS, quando não com o próprio ideal comunista, pelo menos na sua versão ortodoxa.

Paul Éluard, autor do poema ‘Liberdade’ (cujos últimos versos são “nasci para te conhecer e te chamar/ liberdade!”), lançado aos milhares de exemplares pelos aviões aliados sobre a França ocupada, mas que em 1950 aceitara a repressão estalinista na Checoslováquia e não reagira ao enforcamento do seu amigo Zavis Kalandra, estava postumamente reconciliado com a História.

Rosto Daniel Cohn-Bendit, um dos líderes do movimentoestudantil, a falar para as massas e num cartaz da época (EM BAIXO) FOTO REPORTERS ASSOCIES/Gamma-Rapho/Getty Images




O ano será, também, marcado pela eliminação física de duas personalidades que nos EUA e mesmo fora destes corporizavam as esperanças de milhões de pessoas: o líder da luta contra a discriminação racial Martin Luther King (4 de abril) e o candidato presidencial Robert Kennedy (5 de junho). Desaparecido o defensor da não-violência, os guetos negros afundaram-se no caos. Morto Bobby, ficou estendida a passadeira para os republicanos voltarem ao poder, acabando com a Guerra do Vietname mas preparando a era de Kissinger e da ‘Operação Condor’, do golpe contra Allende e dos Anos de Chumbo em Itália.

Se os cartazes dos artistas das barricadas parisienses eram iconoclastas, o que dizer do gesto dos atletas negros norte-americanos nos Jogos Olímpicos do México, a 16 de outubro? Na cerimónia do pódio, Tommie Smith e John Carlos, respetivamente primeiro e terceiro classificados na final dos 200 metros, baixaram a cabeça e ergueram um punho com uma luva negra durante o hino dos EUA. “Foi o ato mais corajoso alguma vez praticado num recinto desportivo”, disse na altura o atleta australiano Peter Norman, segundo classificado na prova. Um ato que valeu a Smith e Carlos a expulsão da delegação norte-americana (chefiada por Avery Brundage, que em 1936 fora contra o boicote aos Jogos Olímpicos de Berlim) e um longo ostracismo, só quebrado em 2005.

Posto no contexto de um ano fora do comum e visto a 50 anos de distância, Maio de 68 parece uma revolução ingénua, efémera e politicamente contraproducente, já que conduziu a um reforço da maioria absoluta conservadora nas eleições que se lhe seguiram em França. Contudo, esse é só um dos lados da questão e porventura o menos importante. Como diria Durruti, a primeira vitória das barricadas parisienses foi pura e simplesmente terem existido. E a segunda foi terem surpreendido o mundo.

É inegável que o protesto estudantil alastrou a toda a sociedade francesa e que os parisienses levaram comida e água aos estudantes e trabalhadores que ocupavam as respetivas instalações. Que o país paralisou, sem pão nem gasolina e com a televisão estatal e o Banco de França em greve. Que no festival de cinema de Cannes os ecrãs foram apagados por Jean-Luc Godard, François Truffaut, Louis Malle e outros realizadores da Nova Vaga. O corpo de bailado da Ópera de Paris decidiu não entrar em cena e reza a lenda que até as meninas do cancã recusaram despir-se e dançar nos cabarés.


Um movimento com impacto mundial

Num livro coletivo publicado no 40º aniversário do movimento (“Mai 68”, ed. Michel Lafon) o desenhador Cabu evoca uma Paris sem carros, “onde se podia descer os Campos Elísios de bicicleta e fora de mão. Com a liberdade de circulação veio a liberdade da palavra. Falávamos uns com os outros, falávamos do futuro, refazíamos o mundo a cada esquina”. Outro desenhador, Siné, escreveu na mesma ocasião: “Tinha 40 anos, mas pareceu-me ter menos 20. Corria por todo o lado, atirava pedras à polícia, ajudava a tratar os feridos, desenhava, dormia onde calhava, amava e bebia como nunca”.

Da onda de greves operárias, as mais participadas de sempre, resultaram os Acordos de Grenelle, que consagraram as maiores conquistas sociais desde a Frente Popular em 1936 e a instituição das férias pagas. Mas no médio e longo prazo o maior impacto foi no plano dos usos e costumes (divórcio, liberdade sexual, etc.) e da forma de encarar as estruturas de poder existentes, fossem estas as da escola ou da fábrica, as dos partidos tradicionais (incluindo os comunistas) ou dos sindicatos. É significativo que o poeta ligado ao PCF Louis Aragon, Jean-Paul Sartre e outros intelectuais que foram à Sorbonne apoiar os grevistas tivessem sido assobiados. Mitterrand e seus adjuntos enfrentaram hostilidade na rua.

Indiscutível foi, a médio prazo, o impacto mundial na cultura e nas artes, sendo lógico pensar que mesmo as bases da arte urbana, do hip hop, do rap ou do movimento punk, em última análise radiquem no caos criativo de Maio de 68.

Tal como no plano das ideias, talvez estejam aqui as raízes do feminismo e da ecologia, hoje em voga, tal como a redescoberta da vida no campo, a valorização das artes e ofícios tradicionais ou a exaltação da solidariedade, contraposta ao cada um por si do neoliberalismo e que mais recentemente vimos despontar em movimentos como os Indignados ou Occupy Wall Street.

É verdade que o sistema capitalista voltou a mostrar uma enorme capacidade de absorver símbolos potencialmente subversivos, incorporando-os com uma carga oposta, nomeadamente no discurso publicitário. Hoje compram-se camisolas com a cara de Che Guevara ou ímanes de frigorífico com as mais famosas frases de Maio de 68, incluindo “ser realista é pedir o impossível” ou “debaixo das pedras da calçada, a praia”. Afinal, o ADN humano também incorpora material genético capturado a vírus domesticados pelo sistema imunitário ao longo dos tempos, pelo menos até à próxima mutação.

Os ecos das barricadas parisienses foram chegando ao Portugal de então de uma forma difusa. A informação era pouca e muito filtrada

No campo político há um legado indiscutível de Maio de 68 e isto à escala global. É o que pensa o historiador Fernando Rosas. “Não só se verificou que a contestação cultural podia contaminar a contestação social, que os estudantes podiam levar os operários a reboque, como esta explosão de contestação sistémica ocorreu num período de expansão e não de crise da economia”.

Para Miguel Cardina, autor de diversas obras sobre a esquerda radical portuguesa, “há um conjunto diversificado de lutas estudantis — e não apenas no espaço europeu e norte-americano — que impulsionaram mudanças sociais, políticas e culturais, algumas com alcance largo e não imediatamente visível à época”.

O desenhador Cavanna lamenta, no livro atrás citado, que o mundo “se tenha tornado exatamente naquilo que Maio de 68 temia que se tornasse, senão pior. Uma sociedade de consumo mas não para todos, onde os trabalhadores considerados supérfluos são deitados para a calçada e sem praia por baixo”. Para o seu colega Cabu, “pedíamos um consumo controlado e rejeitávamos o desperdício. Agora é pior e no século XXI corremos o risco de uma catástrofe planetária”.
 
Voltando a França, nunca saberemos o que teria acontecido se os estudantes não tivessem apelado ao boicote das eleições antecipadas convocadas por De Gaulle. O já referido Cabu admitiu que “se tivéssemos sido nós a pedir eleições, teríamos levado a melhor. A França estava num tal caos que não teria sido possível evitar o exercício da expressão mais pura da democracia: o voto. Havia alternativa e devíamos ter aproveitado a oportunidade”.

Milagre Maio de 68 tinha tudo para degenerar num banhode sangue mas isso não aconteceu. A França, mesmo em crise profunda, continuou a ser uma democracia FOTO REPORTERS ASSOCIES/Gamma-Rapho/Getty Images

Se Maio de 68 foi um momento capital para a esquerda, francesa e não só, não deixou também de o ser para a direita. Para reforçar o seu campo nas eleições antecipadas de junho, De Gaulle vai fazer concessões aos seus adversários do tempo da Guerra da Argélia (que só acabara há seis anos) e indultar o general Salam (promotor do golpe de Argel) e dez elementos da organização ultradireitista OAS que tentara assassinar o Presidente. O novo parlamento aprovará a 31 de julho uma lei amnistiando crimes cometidos na Argélia durante a guerra. Ficava recomposto o bloco conservador, sobrevivendo à morte do general e a dois mandatos presidenciais (Pompidou e Giscard).

Seguir-se-á um tempo de endurecimento relativamente às formações de extrema-esquerda, a maior parte das quais será proibida a 12 de junho de 1968. Quando, em 1971, for proibido o jornal maoísta “La Cause du Peuple”, o cantor Leo Ferré comporá ‘Le Conditionel des Varietés’ onde dirá: “Não passo de um artista de variedades/ mas como a revolução é uma variedade da política/ não digo nada que não possa ser dito por um artista de variedades…”

No pós-Maio de 68, um certo Mitterrand que não simpatizava por aí além com os grevistas da Sorbonne (e vice-versa), como não simpatizara com os guerrilheiros argelinos, iniciava uma maratona que uma dúzia de anos depois o haveria de levar a uma desforra histórica sobre os herdeiros do gaullismo. No 40º aniversário da revolução, o então Presidente Sarkozy lançou uma campanha para erradicar o espírito de Maio de 68, visto como relativista e equiparador do bem e do mal, da verdade e da mentira, da vítima e do delinquente.

Daniel Cohn-Bendit, um dos líderes do movimento estudantil, respondeu-lhe na altura que “um homem divorciado duas vezes e casado três, filho de pai húngaro e de mãe judia grega, nunca teria sido eleito se não tivesse havido Maio de 68…” O fecho do ciclo deu-se em maio do ano passado, quando o mesmo Cohn-Bendit abraçou Macron, dando-lhe apoio público nas eleições que se avizinhavam e onde haveria de infligir uma derrota histórica a Marine Le Pen.

Ondas de choque em Portugal

Até morrer em 2009, José Manuel Rodrigues da Silva, jornalista que passou pelo “Diário Popular” e pelo “Jornal de Letras”, metia férias todos os anos em maio e ia a Paris beber uma cerveja à saúde dos que tinham lutado nas barricadas. Um pequeno gesto para um homem, mas uma referência importante para toda uma geração, nomeadamente estudantil.

Os ecos das barricadas parisienses foram chegando ao Portugal de então de uma forma difusa. Mais que não fosse porque a informação era pouca e cuidadosamente filtrada. Ainda hoje Francisco Balsemão, dirigente histórico do grupo Impresa, recorda que das crónicas sobre Maio de 68 que mandou de Paris para o “Diário Popular” nem uma escapou à censura.

Chegara a Paris vindo de Estrasburgo, acompanhado por um jovem repórter espanhol de quem ficaria amigo para sempre: Juan Luis Cebrián. Um viria a fundar o Expresso e o outro “El País”. Meio século depois, Balsemão reteve como imagens mais fortes o cheiro persistente a gás lacrimogéneo, a dureza das cargas dos CRS (polícia de choque) e a coexistência de duas realidades: “A das ocupações, das montras partidas, dos confrontos com as autoridades, e a da vida normal, que continuava como se nada fosse, com transportes públicos a funcionar, lojas e restaurantes”.

O docente universitário Pereira Marques esteve preso na mesma esquadra que Cohn-Bendit, mas o contacto entre os dois foi mínimo

Na embaixada portuguesa, confiada a Marcello Mathias, este inquietava-se com a possibilidade de uma deriva esquerdista francesa e a consequente perda de apoio à política colonial portuguesa (que, apesar de tudo, viria a desenhar-se com a posterior subida de Pompidou, delfim de De Gaulle, à presidência). Estava também na embaixada um ex-colega de curso, António Bandeira, junto de quem Balsemão procurou obter alguma informação. Este revelou-se mais expedito a abrir-lhe as portas da bôite da moda, Chez Régine, “que permanecia incólume, repleta de mulheres jovens e bonitas e de franceses mais ou menos idiotas, aberta até às tantas da manhã”.

Em Paris, os acontecimentos tocavam mais de perto a intelectualidade lusa ali refugiada por razões políticas e os estudantes do que as massas trabalhadoras emigradas, aos poucos saídas dos bidonvilles e em incipiente processo de politização. Por ali andavam, entre muitos outros, os cantores Sérgio Godinho e José Mário Branco, o cineasta Carlos Saboga, o desenhador Vasco, o pintor José Barrias, o sociólogo Manuel Villaverde Cabral, a escritora Teresa Rita Lopes ou o catedrático de literatura António José Saraiva. Neste ambiente em que tudo parecia possível, a atriz Teresa Mota recitava poemas de Jacques Prévert nas escadarias interiores das Galerias Lafayette. Alguns decidiram ocupar a Casa de Portugal na cidade universitária.

Sai Salazar, entra Marcello
Os acontecimentos de França talvez não tivessem tido o mesmo impacto em Portugal se, em agosto de 68, Salazar não tivesse caído da cadeira no forte de Santo António do Estoril, desencadeando um processo político, primeiro de esperança na abertura do regime com a chegada de Marcello Caetano ao poder e depois de frustração, que só terminaria com o 25 de Abril.

Logo em junho de 1968, como se recorda no livro de Miguel Cardina “A Esquerda Radical” (Angelus Novus, 2010), o espetáculo do dançarino e coreógrafo francês Maurice Béjart no Coliseu dos Recreios, “termina com uma entusiástica salva de palmas quando, numa última cena, são lidas em várias línguas notícias sobre lutas e revoltas e se ouve repetidamente: ‘façam amor, não façam a guerra’”. Seguir-se-á a expulsão tão discreta como expedita de Béjart, que só voltará a pisar palcos portugueses depois do 25 de Abril.

Muito antes, logo a 21 de fevereiro, ainda ninguém sonhava com barricadas em Paris, tentara realizar-se em Lisboa, frente à embaixada dos EUA, a primeira (e única) manifestação contra a Guerra do Vietname. É claro que o protesto subentendia outra guerra, a que se travava nas então colónias africanas, e foi reprimido com cães e bastonadas. “Daí em diante o 21 de fevereiro passou a ser para nós o dia da luta anticolonial”, conta o historiador Fernando Rosas, um dos organizadores do protesto na Avenida Duque de Loulé.

Consequência direta da substituição de Salazar por Marcello Caetano em setembro, será num ambiente inesperadamente descontraído, isto é, sem a presença da polícia de choque, que voltam os plenários à Cidade Universitária lisboeta. Há abertura momentânea para se falar do impensável: a guerra colonial, as estratégias de modernização do capitalismo, a liberdade sexual, etc. Os limites da Primavera Marcelista vão sendo testados, nomeadamente com ações que vão beber ao espírito de 68: no Técnico, em dezembro, na sequência de um conflito menor relacionado com a gestão da cantina, o diretor fecha a escola e os estudantes reagem ocupando o Pavilhão Central e declarando-se em assembleia permanente. E mais do que o pavilhão ocuparam o “gineceu”, isto é, a sala das alunas, considerado símbolo da segregação sexual, ato imediatamente estigmatizado na imprensa do regime como precursor do deboche e da libertinagem.

Rutura cultural

Em bom rigor já se fazia sentir uma movida cultural diferente a partir de 1967. É o que recorda José Pacheco Pereira, dirigente estudantil à época, que fomos encontrar no Museu do Aljube em Lisboa, a preparar a exposição “Maio 68, 50 anos depois” que estará aberta de 3 a 30 de maio. Pacheco Pereira estava então em Portugal, mas os outros dois promotores da exposição, o docente universitário Fernando Pereira Marques e o desenhador Vasco estavam em Paris e participaram, nomeadamente, na ocupação da Casa de Portugal. Pereira Marques recorda ter estado preso na mesma esquadra que Cohn-Bendit, ainda que o contacto entre os dois tivesse sido mínimo.

Pacheco Pereira evoca sinais precursores logo a meio da década de 60 em Portugal. “Desenhava-se uma mudança de paradigma cultural até no gosto musical e literário, passando da Sylvie Vartan para o rock anglo-saxónico, do neorrealismo para o surrealismo, protagonizada no meio estudantil por pessoas como João Bernardo ou Alexandre Alhinho”.

Saturação Ao fim de um mês até os sindicatos da políciadavam sinais de cansaço, admitindo incitar à objeção de consciência se continuassem as cargas sobre os manifestantes FOTO REPORTERS ASSOCIES/Gamma-Rapho/Getty Images


Esta rutura, nomeadamente com as perspetivas culturais que emanavam dos sectores afetos ao PCP, manifestar-se-á em 1969 em sessões de receção aos novos alunos em Lisboa (Belas-Artes e Direito) em que a Pop Art norte-americana está em destaque e há forte participação dos grupos de teatro do Técnico e de Direito. No Porto, haverá sessões de música e debate com Jorge Lima Barreto.

Apesar do progressivo endurecimento do regime à medida que a linha dura for levando a melhor sobre os liberais, não deixarão de ocorrer momentos pontuais de rutura no campo da cultura e dos espetáculos. Será o caso do Festival de Vilar de Mouros, espécie de Woodstock à portuguesa em agosto de 1971, ou do I Festival de Jazz de Cascais, em novembro do mesmo ano, onde o contrabaixista Charlie Haden será detido e expulso após dedicar um tema aos movimentos de libertação africanos.

Enquanto, por exemplo, em Inglaterra, já tinha havido nos meios intelectuais um distanciamento relativamente ao modelo soviético na sequência da repressão do levantamento húngaro de 1956, em Portugal, lembra Pacheco Pereira, “a geração que assistiu a Maio de 68 vai ser a primeira a acertar o relógio pela Europa” e a distanciar-se de uma oposição “muito conservadora e dominada pelo PCP”. Movimento que o esmagamento da Primavera de Praga pelas tropas do Pacto de Varsóvia em agosto de 1968 só vai reforçar, abrindo brechas no movimento comunista, uma vez que os PC espanhol, italiano e francês condenarão a invasão.

Ecos de uma Primavera distante

É nessa altura que se afastarão do partido figuras como os historiadores Flausino e Cláudio Torres (mais tarde impulsionador do Campo Arqueológico de Mértola) exilados na Roménia, ou os médicos Octávio Cunha e Eurico Figueiredo. Manuel Alegre, então na Rádio Portugal Livre, em Argel, virá também a sair na sequência dos acontecimentos, bem como Fernando Rosas ou o dirigente Silva Marques, que virá a publicar em 1976 o livro “Relatos da Clandestinidade” e será autarca pelo PPD em Porto de Mós.

Quem também se afasta é Carlos Antunes. Este será um dos fundadores das Brigadas Revolucionárias, cujos atentados bombistas obrigarão as cúpulas do PCP a autorizar a criação da Acção Revolucionária Armada (ARA), assunto que, por sua vez, criará, novas divisões internas no partido.

A ARA revelar-se-á mais eficiente nas suas ações, tendo conseguido destruir, em março de 1971, helicópteros e aviões de treino na base aérea de Tancos. Mas, como lembra Fernando Rosas, o PCP desativá-la-á em 1972, “fosse para a resguardar da PIDE fosse para se poder aproximar do PS com vista às eleições de 1973”. Já as Brigadas iludirão sempre a polícia política por beneficiarem de uma rede de cumplicidades nos meios católicos “que a PIDE ainda não compreendia”.

Embora com perspetivas políticas diferentes, ambos os grupos praticaram atos de sabotagem visando material de guerra a utilizar na guerra colonial, sem visar pessoas.

Polémica em “O Tempo e o Modo”

Nos círculos da emigração portuguesa a influência de Maio de 68 será mais direta e imediata. Reflexo direto disso a edição dos “Cadernos de Circunstância” em Paris. No nº 1 (março de 1969), impresso em stencil com um grafismo semelhante à imprensa das associações de estudantes, são publicadas as “Teses sobre a Actualidade da Revolução” que no ponto 20 diziam o seguinte: “(…) Do que se trata não é de uma substituição de dirigentes mas da tomada e exercício do poder por órgãos autónomos de classe forjados no decurso da luta anticapitalista (…) Como na Comuna de Paris, como nos Conselhos Operários — Rússia 1905 e 1917, Alemanha 1919, Hungria 1919 e 1956, Itália 1920, Espanha 1936, tais órgãos de classe são eleitos democraticamente pela base, nos locais de produção e de habitação”.

Esta e outras reflexões políticas só de forma difusa irão chegando a Portugal. Veja-se que a polémica nas páginas da revista “O Tempo e o Modo”, entre Sebastião Lima Rego e António José Saraiva a propósito da publicação do livro deste “Maio e a Crise da Civilização Burguesa”, remonta aos idos de 1970. Saraiva que exprime simpatia, mesclada de perplexidade, por Maio de 68, fica entre dois fogos: a ortodoxia comunista que o acusa de desvio esquerdista e os esquerdistas propriamente ditos que acham que não ia suficientemente longe.


Os acontecimentos de Maio de 68 provaram que a agitação estudantil podia contagiar a classe operária mesmo em Portugal


Lima Rego estigmatiza o professor da Faculdade de Letras como um burguês assustado com a revolução, que escreve movido por “estímulos irracionais” e por uma vontade de “marginalidade que escamoteia gravemente o capitalismo”. Este episódio consagra, de resto, a transformação de “O Tempo e o Modo”, de um espaço de debate aberto embora de matriz católica progressista, numa publicação de combate feita por uma redação esquerdista onde pontificavam também Amadeu Lopes Sabino, Fernando Rosas, Jorge Almeida Fernandes, Nuno Júdice ou João Martins Pereira. E levou à rutura com o então diretor João Bénard da Costa, desgostado com a virulência das críticas a Saraiva.

Ao nível da luta estudantil portuguesa a herdeira mais imediata de Maio francês será a crise de Coimbra na primavera e verão de 1969, seguida de vasta contestação em Lisboa e Porto, que durará até ao 25 de Abril.

De repente, Coimbra

Visto quase a 50 anos de distância, o processo de Coimbra é paradoxal. Por um lado, há formas de luta na rua e um ambiente entre os estudantes que remetem para Paris, com reuniões gigantescas, permanência em massa na associação académica em longas tardes e noites em que tudo se discute. Culminará com a greve aos exames. Pelo meio, ofertas de flores à polícia, cartazes lançados em balões e presença em massa na final da Taça de Portugal opondo Académica e Benfica, com as bancadas do Estádio Nacional cheias de cartazes políticos.

Isto ao lado de um subtil perfume de guerrilha urbana na Alta de Coimbra, com piquetes de greve a surgirem do nada, incluindo a “Al-Fatah”, que rapava o cabelo aos fura-greves e desaparecia, iludindo um enorme dispositivo repressivo, enquanto os estudantes de física montavam escutas às comunicações policiais. Mas, por outro lado, os dirigentes ainda têm de se apoiar na tradição académica medieval da capa e batina e recorrer ao conselho das repúblicas quando a associação fecha. Isto quando no movimento estudantil as tradições ditas académicas e as suas manifestações exteriores (praxes, trajes, etc.) eram cada vez mais postas em causa como caricatas, elitistas e reacionárias.

Se em Paris houvera estudantes e operários na luta, a barreira entre Alta e Baixa, entre estudante e futrica, pouco abalada é em Coimbra. Com a prisão e expulsão dos dirigentes e o encerramento da Associação Académica, o movimento soçobra depois de uma última resistência para a história.

Nova contestação em Lisboa e Porto
Já o mesmo não sucederá em Lisboa e no Porto onde a base social era diferente, tal como a ligação estudante-cidade e o cosmopolitismo, reverso do ambiente fechado de Coimbra. O movimento estudantil não só se vai politizar, como enraizar nos cursos e nas salas de aula, nas residências universitárias e nos bairros, tudo isto funcionando como “zonas libertadas” onde a “guerrilha estudantil” se reorganizará em caso de fecho das escolas ou das associações. No caso do Porto surgem os Comités de Base, copiados diretamente do que se passara em França.

“A luta estudantil que começa em Lisboa um ano depois de Maio de 68 teve novas características, a primeira das quais era ser descentralizada”, recorda o historiador Fernando Rosas, que acabara de se formar mas voltou a Direito, até então “uma espécie de Academia Militar sem fardas” para ver o impensável: o diretor Soares Martinez apupado ao passar entre alas de alunos. No Técnico com Mariano Gago, presidente da associação de estudantes, publica-se no jornal “Binómio” um artigo chamado “Não, a Ciência não é Neutra!”, enquanto no ISE há cursos livres e se publica o panfleto “Economistas para quê?”

O ambiente de semiabertura em Portugal é também marcado pela edição, mesmo em pequenas tiragens, de livros proibidos pela censura e de autores proscritos. “Uma coisa que também começava a acontecer, mesmo com todas as limitações com que a informação cá chegava, era a referência a outras revoluções, nomeadamente a cubana ou a argelina, em detrimento da soviética. A influência de Maio de 68 também tem de ser aferida por aqui”, diz Pacheco Pereira, para quem, até a linha dura prevalecer no Governo, “a liberalização marcelista foi a pior coisa que podia acontecer à ortodoxia”.

Da ilusão à desilusão

“É verdade que uma certa dimensão mais libertária de Maio teve alguma dificuldade em penetrar em Portugal”, defende Miguel Cardina, investigador da Universidade de Coimbra e autor de diversos livros sobre a esquerda radical. “A repressão política, o fraco desenvolvimento urbano e a extensão aos mais variados domínios do quotidiano de uma moral conservadora de raiz católica dificultaram a adoção de práticas cunhadas por alguma dimensão antidisciplinar. Condutas hedonísticas e anti-hierárquicas eram vistas como dificilmente conciliáveis com a abnegação exigida pela causa antifascista e com os cuidados conspirativos que a situação política impunha.”


Grafismo Muitos cartazes de Maio de 68 passaram à história e podem este mês ser revistos em Paris no Centro Pompidou, na Universidade de Nanterre, nos Arquivos Nacionais ou no Palácio das Belas-Artes, pontos centrais da celebração do cinquentenário cartoon sinÉ

Para Fernando Rosas, 1969 será o ano da “grande desilusão”, sobretudo quando nas eleições legislativas se mantiverem condições desiguais para com as candidaturas da oposição e o regime sair reforçado das urnas. “Postas de lado as expectativas benévolas em relação ao marcelismo”, enraíza-se a ideia de que a ditadura só se poderá derrubar pela força, o que cria o ambiente favorável a ações armadas (Brigadas Revolucionárias e ARA), faz florescer uma constelação de grupos marxistas-leninistas e traz para a luta um novo grupo, os católicos progressistas.

Estes terão especial papel na luta anticolonial, tema incómodo para o PCP, que não queria quebrar a ligação com os republicanos e outros oposicionistas tradicionalmente pró-imperiais. Com a repressão da vigília anticolonial de católicos na Capela do Rato, em 1973, nada ficará na mesma. A extrema brutalidade com que a PIDE torturou alguns dos participantes nesta ação, caso de Luís Moita ou Nuno Teotónio Pereira, tem como provável explicação o facto de buscarem nexos entre os meios católicos e a estrutura de apoio às Brigadas Revolucionárias.

Estudantes contagiam trabalhadores

Maio de 68 provara que a agitação estudantil podia contagiar a classe operária e, como sublinha Fernando Rosas, mesmo em Portugal “emerge um novo sindicalismo em que há católicos progressistas e gente contagiada pelo ambiente estudantil. Tudo isto ajudará a trazer para as greves, além de sectores operários agora revitalizados como os metalúrgicos, novos grupos como os bancários, os trabalhadores dos seguros, etc.”. Neste novo ambiente nascerão em 1970 a Intersindical e em 1973 o Partido Socialista que, em matéria de posição sobre as colónias, rompe com o dogma imperial republicano.

A perda de influência no meio universitário leva a que o PCP crie em 1970 uma organização estudantil, a UEC. Cunhal autorizou, como mais tarde autorizará a criação da Acção Revolucionária Armada (ARA), ainda que com receios, que se viriam a revelar fundados, de “esquerdização por contágio” de ambas as suborganizações.

Em 1973/4, com a Primavera Marcelista definitivamente bloqueada, o primado volta a ser da política pura e dura, ou seja, da luta direta contra a ditadura, em detrimento da vivência cultural. O PCP nunca recuperará a hegemonia num movimento estudantil cada vez mais atuante e esquerdizado, se bem que, por exemplo, os maoístas se debatessem com um problema insolúvel: como compatibilizar a crítica ao revisionismo soviético sem com isso serem arrastados para um dogmatismo marxista ainda mais fechado do que aquele que criticavam? Algo que, por exemplo, o MRPP tentará resolver a partir da sua criação em 1970, com algumas originalidades teóricas e delírios de linguagem, inspirados mais nos Mao Spontex franceses do que no dogma marxista-leninista.




DEZ PONTOS PARA ENTENDER UMA REVOLUÇÃO

1 Génese

O pós-guerra trouxera à Europa uma prosperidade sem precedentes, assim resumida pelo primeiro-ministro britânico Harold Macmillan em 1957: “Nunca se viveu tão bem”. Contudo, o milagre económico não deixava de ter pés de barro. O modelo francês dependia em parte de mão de obra imigrada e mal paga, designadamente portuguesa, os ritmos de trabalho eram duríssimos e os salários não refletiam a boa situação económica. Em matéria de usos e costumes vigoravam normas anacrónicas como nos casos do aborto, divórcio, poder paternal ou autonomia das mulheres. Estas não podiam abrir conta bancária nem trabalhar sem autorização do marido, o que acabava por ser quase a situação do Portugal salazarista. Não é uma coincidência que um dos primeiros episódios em que se ouve falar de Cohn-Bendit tivesse que ver com a reivindicação de liberdade sexual nos alojamentos universitários. Dito de outra forma e nas palavras do desenhador Gébé, “a Franca saída da Ocupação, ainda vivia, 24 anos depois, pela hora de Vichy”. Mas, sobretudo, a ascensão social trouxera milhares de filhos das classes trabalhadoras ao ensino superior o que, ao mesmo tempo, era uma exigência do progresso económico: mais quadros técnicos para as empresas. Isso massificou as faculdades, criou situações de superlotação ou obras por concluir (como em Nanterre), terreno fértil para incidentes que a politização da época, nomeadamente a luta contra a Guerra do Vietname facilmente podia empolar. E que o manifesto situacionista “Da Miséria em Meio Estudantil, considerada nos seus aspetos económico, político, sexual e especialmente intelectual e de alguns meios para a evitar”, publicado em Estrasburgo em 1967 e assinado por Mustapha Khayati equacionava.

2 Ideologia

Nas barricadas de Maio de 68 houve anarquistas, trotskistas, maoístas, situacionistas e muitos outros. Mas se perguntássemos a quem viveu os acontecimentos qual era a ideologia hegemónica, a resposta seria “nenhuma!” Havia muito mais um mal-estar difuso e uma vontade de mudar o mundo do que explicá-lo através de um qualquer catecismo. É por isso que o guerrilheiro Che Guevara, morto um ano antes na Bolívia, aparecia como mais atrativo do que a burocracia soviética. O mesmo se diga da Revolução Cubana ou da Revolução Cultural chinesa, idealizadas à medida dos desejos à falta de informação circunstanciada. Daí que os alvos dos protestos fossem, além do Vietname e da brutalidade policial, a decrepitude do saber académico, a autoridade caduca identificada com De Gaulle e as normas moralistas em matéria de relações amorosas. Numa multiplicidade de estruturas, de líderes e de iniciativas espontâneas tudo se decidia em assembleias onde o vencedor de ontem podia ser o derrotado de amanhã. E quando às manifestações estudantis se juntarem as ocupações de fábricas e edifícios públicos o movimento será ainda mais multipolar, o que se revelará simultaneamente uma força e uma fraqueza.

3 Greves

A partir de meio de maio oito a dez milhões de trabalhadores em greve representaram a maior mobilização do século XX em França. Às paragens de trabalho juntou-se a ocupação de instalações. A primeira empresa ocupada foi a Sud Aviation, em Nantes, a 14 de maio, com sequestro do diretor. Ligada à produção de material tanto civil como de guerra, tinha como um dos administradores o antigo prefeito de Paris Maurice Papon, cujo mandato (1958/67) ficara marcado pelo massacre no Metro de Charonne (fevereiro de 1962, nove mortos) durante uma manifestação contra a Guerra da Argélia. As greves operárias e populares de 1968 – diz o historiador Fernando Rosas – têm pontos de contacto com as de 1920 em Itália (ocupação, autogestão, brigadas de autodefesa) e, tal como estas, acabaram por desmobilizar após a intervenção das lideranças político-sindicais que encaminharam a luta para o mero plano laboral. Na Itália de então, mergulhada numa profunda crise política e económica, as consequências deste recuo foram trágicas e Mussolini não tardou a aparecer. Na França de 68 a democracia prevaleceu, o sistema adaptou-se mas foram as ações estudantis a arrastar a classe operária e a trazer a reboque as lideranças políticas e sindicais, mostrando que o que estava em causa era o sistema capitalista.

4 Palavras de ordem

O que atrás se escreveu ajuda a explicar a diversidade mas também a falta de coerência dos slogans revolucionários. Alguns terão surgido espontaneamente como quando alguém reparou que, levantando o pavimento para arranjar projéteis contra a polícia, aparecia areia: “Debaixo das pedras da calçada, a praia”. Partindo da mera constatação de um facto, não deixava de ter um lado poético… O tom geral das palavras de ordem era libertário, festivo, por vezes situacionista, decalcando as teses de Guy Debord (“A Sociedade do Espectáculo”) ou Raoul Vaneigem (“Manual de Vida para uso das Novas Gerações”): “Ser realista é pedir o impossível”, “é proibido proibir”, “Deus é um intelectual de esquerda”, “a poesia está na rua”, “exploremos o acaso”. Outros visavam alvos específicos como a burocracia partidária ou sindical: “Estalinistas, os vossos filhos estão connosco” ou “operário, tens 20 anos mas o teu sindicato é do século passado”. Alvo inevitável, o velho general que falara numa confusão causada por meninos que ainda faziam xixi e cocó na cama (la chie-en-lit) e a quem se respondia “xexé é ele” (la chienlit c’est lui). Na França de então, ousar fazer pouco de um herói nacional e de uma forma corrosiva mostrava o ponto a que se tinha chegado. O apelo à liberdade sexual era também glosado em frases como “quanto mais faço amor, mais quero fazer a revolução” ou outras mais brejeiras, roçando o impublicável nestas páginas. E quando o Presidente convocou eleições antecipadas a resposta foi “eléction, piège à cons” (que à moda do Porto se traduziria como “eleições, ratoeira para morcões”). Resta saber o que teria sucedido se Cohn-Bendit e companhia em vez de boicotarem tivessem decidido ir a votos.

5 Grafismo

Nesta revolução, diferente de todas as outras, mais eficazes como armas do que as pedras ou os cocktails molotov foram os pincéis e a tinta. As ideias-força tanto eram gritadas nas manifestações, como pintadas nas paredes ou ilustradas em cartazes. Muitos destes passaram à história, como o do punho saindo da chaminé de uma fábrica ou o do polícia de choque de matraca erguida (CRS) com a legenda CR.SS. Podem este mês ser revistos em Paris no Centro Pompidou, na Universidade de Nanterre, nos Arquivos Nacionais ou no Palácio das Belas-Artes, pontos centrais da celebração do cinquentenário. Discutidos em assembleias, os cartazes eram depois concebidos e executados por duas ou três centenas de artistas, uns que permaneceram anónimos, outros que se tornaram estrelas da caricatura como Wolinski e Cabu (ambos mortos no ataque ao “Charlie Hebdo”), Siné, Gébé ou Cavanna. À eficácia da mensagem juntava-se uma estética depurada mas de vanguarda, embora limitada pelos meios técnicos disponíveis (litografia, serigrafia, etc.). E quase tudo saía do Ateliê Popular, ou seja, da Escola de Belas-Artes, ocupada desde 14 de maio.

6 Barricadas

Historicamente falando, são uma velha obsessão parisiense em tempo de crise. A última vez que a cidade se cobrira de barricadas fora em agosto de 1944, num levantamento patriótico contra a ocupação nazi durante o qual, na Sorbonne, os prémios Nobel da Química Irene e Frederic Joliot-Curie fabricavam para os resistentes cocktails-molotov que não precisavam de mecha. Desta vez, as barricadas surgiram às dezenas, sobretudo no Quartier Latin, como defesa contra as cargas policiais. Ponto de união 24 anos depois: os parisienses anónimos levando pão e bebidas aos barricados. Como escreveu Gébé, “Paris, a mais preciosa das cidades, cobriu-se de barricadas. Demolidas de dia, reconstruídas ao pôr do sol, flamejantes de noite…”

7 Mortos
Milhares de manifestantes na rua, fábricas e universidades ocupadas, confrontos diários com a polícia durante um mês. Maio de 68 tinha tudo para degenerar num banho de sangue, mas isso não aconteceu. A França, mesmo em crise profunda, continuou a ser uma democracia. Do lado dos manifestantes há pedras da calçada, esferas de rolamentos disparadas por fisgas e alguns cocktails-molotov. Do lado policial, escudos, matracas e gás lacrimogéneo. O prefeito de Paris Maurice Grimaud aposta na contenção e no desgaste dos contestatários. Alerta os agentes para serem firmes mas profissionais e avisa que quaisquer excessos seriam punidos. Chega a escrever numa carta aos seus subordinados: “Bater num manifestante caído é bater em nós próprios, na medida em que dá uma imagem que ensombra a própria função policial”. E, sobretudo, procura evitar provocações sangrentas que tanto poderiam vir da extrema-direita como da extrema-esquerda. Na Sorbonne, por exemplo, um grupo que se apresenta como ex-mercenários brancos que tinham combatido no Katanga promete armas aos estudantes mas acabará por ser expulso quando se descobrir que não passam de bandidos comuns. Grimaud consegue resolver sem recurso às armas de fogo situações tensas como as de esquadras cercadas ou polícias isolados no meio da multidão, em risco de serem linchados. Também retarda a desocupação do Teatro de l’Odéon exigida por De Gaulle para evitar um massacre (nos Arquivos Nacionais há notas manuscritas do general nesse sentido). Em contrapartida, acelera a primeira desocupação da Sorbonne a 3 de maio para evitar confrontos entre os estudantes e o grupo de extrema-direita Ocidente. No 30º aniversário da revolução contou, numa entrevista à revista “L’Express” que, afinal, Cohn-Bendit tinha bom senso. A 13 de maio na manifestação da Praça Denfert-Rocherau (Paris sul) surgira a palavra de ordem para marchar sobre o Eliseu. “Nunca o teríamos permitido mas ele incitou a multidão a, em vez disso, reunir-se no Champ de Mars para discutir os recuos do poder. Mostrou que não era nenhum tolo”. Ao fim de um mês até os sindicatos da polícia davam sinais de cansaço, admitindo incitar à objeção de consciência se continuassem as cargas sobre os manifestantes. Ironicamente, os acordos entre patronato e sindicatos em matéria de salários e dias de descanso beneficiarão também os polícias que receberão melhores equipamentos após Maio de 68, caso dos escudos transparentes e de novas fardas e capacetes. Durante o mês de maio houve oficialmente dois mortos: um comissário da polícia atropelado em Lyon por um camião destravado por manifestantes e um estudante atingido no pescoço por estilhaços de uma granada na barricada do Odéon (Paris). Em junho haverá mais três: um jovem perseguido pela polícia afogar-se-á ao saltar para o Sena e dois operários perderão a vida, um deles baleado em Sochaux (leste de França) junto à fábrica da Peugeot. Um ano depois, outro comissário policial morrerá, fruto das sequelas de uma pedrada na cabeça vinda de um telhado parisiense. Foi um maio pintado de vermelho, mas mais das bandeiras do que do sangue. Isso não impediu que logo a 10 de maio, depois de uma noite de confrontos, tivesse corrido o boato que a polícia tinha assassinado dezenas de pessoas e deitado os corpos ao Sena. Um dos muitos mitos de uma revolução generosa.

8 Riscos

Há momentos de sombra em maio, durante os quais tudo podia ter acontecido. A 29, coincidindo com uma grande manifestação convocada pelos sindicatos, o general De Gaulle desaparece de cena durante 24 horas, o que faz correr os mais desencontrados boatos: demissão, exílio ou até organização de um golpe de Estado. Ainda que como escrevem Philippe Artières e Emmanuelle Giry no número de abril da revista “L’Histoire” não haja registos escritos nos arquivos oficiais franceses, sabe-se hoje que o Presidente foi a Baden-Baden, Alemanha, reunir-se com as chefias do contingente francês da NATO para se inteirar da sua fidelidade e eventual prontidão para intervir em França. O Presidente seguiu o seu instinto político e apostou na “maioria silenciosa” que ansiava por ordem depois de um mês de agitação e na antecipação das eleições. Para isso contribuiu um parecer de Bernard Ducamin, conselheiro da Presidência, desaconselhando, tanto do ponto de vista constitucional como político, a invocação do artº 16 que daria poderes de exceção ao Presidente. Um cenário de intervenção militar sobre o qual se especulou quando o general falou em “usar todos os meios” que consequências teria tido? É outro mito desmontado pelos citados historiadores Artières e Giry, o de que teria chegado a haver blindados concentrados no castelo de Vincennes. Nunca aconteceu, mas é o ponto de partida de um dos melhores álbuns de banda desenhada de 2011: “L’Imagination au Pouvoir”, da autoria de Fred Duval, Jean-Pierre Pécau e Fred Blanchard (edições Delcourt). Imaginam que maio florido passa a banho de sangue quando os tanques começam a esmagar as barricadas mas tudo muda quando os operários das fábricas de Billancourt começam a trazer aos estudantes lança-foguetes anticarro, feitos a pensar nos blindados soviéticos. A França balcaniza-se mas em Paris a revolução triunfa e o Governo libertário é presidido por Cohn-Bendit, tendo como chefe dos serviços secretos Serge July (que no nosso universo chegará a diretor do diário “Libération”).

9 Líderes

Maio de 68 vai ilustrar na perfeição o aforismo de Andy Warhol sobre os 15 minutos de fama a que todos teriam direito na sociedade do futuro. Projetados à estratosfera mediática, os três líderes mais conhecidos, o estudante Daniel Cohn-Bendit, o sindicalista estudantil Jacques Sauvageot e o docente Alain Geismar depressa entrarão na obscuridade de uma existência normal. Depois de um período de expulsão e ocaso, o primeiro reaparecerá a partir de 1994 como deputado ecologista no Parlamento Europeu. Sauvageot , que abandona a política e se torna diretor da escola de artes de Rennes, morreu atropelado por um ciclomotor no ano passado. No 30º aniversário da revolução limitara-se a dizer com alguma ironia: “Não vale a pena perder tempo a tentar entender Maio de 68 até ao mínimo pormenor”. Geismar que chegou a ser preso em 1970 por “reconstituição de organização proibida” (a Esquerda Proletária) aproximou-se do PSF, foi inspetor nacional da Educação e envelheceu tranquilamente. Serge July, que como Geismar passara pela Esquerda Proletária (formação maoísta espontaneísta) e pelo limiar da luta armada, virá a ser diretor do diário “Libération”. Este renascerá em 1973 das cinzas do combativo “La Cause du Peuple” e durante décadas será visto como o herdeiro do espírito de 68 (pertence atualmente à Altice, também adquirente da PT lusa). Outro ex-ocupante da Sorbonne, Bernard Kouchner, funda os Médicos sem Fronteiras em 1971, aproxima-se do PS mas será ministro dos Negócios Estrangeiros de Sarkozy. Mais complexo será o percurso do filósofo André Glucksmann que, sem nunca perder a eloquência, começa como admirador da Revolução Cultural chinesa e acaba como defensor de Bush e da invasão do Iraque, demarcando-se inclusivamente das críticas feitas aos EUA pelo então Presidente Jacques Chirac. Outros, como o trotskista Alain Krivine, manter-se-ão fiéis às suas convicções ou aproximar-se-ão dos socialistas, caso de Henri Weber.

10 Política

A Maio de 68 talvez também se aplique o paradoxo enunciado por Miguel Cardina ao estudar o movimento estudantil português entre 1969 e 1974. Boa parte do pensamento dos dirigentes ia beber a filosofias autoritárias, a começar pelo leninismo, guevarismo ou maoismo, mas a atmosfera geral era filolibertária e antiautoritária. O movimento na sua globalidade estava mais perto da democracia grega do que de um modelo centralista de massas dirigidas por um todo-poderoso comité central. Do lado da extrema-esquerda caminhar-se-á para o radicalismo, a roçar nalguns momentos as derivas terroristas que haveriam de ocorrer em Itália e na Alemanha. Parte da geração das barricadas aproximar-se-á do PS e contribuirá para a vitória de Mitterrand 13 anos depois, seguindo, de resto, uma palavra de ordem que não teria soado mal na Sorbonne: “Mudar a vida”. Do lado da direita, a desagregação do gaullismo começará com a renúncia do general em 1969. Esta morte política ocorre na sequência da derrota do referendo que convocara sobre a regionalização e antecede o desaparecimento físico, um ano depois. O começo da decadência gaullista prenuncia um crescente vazio político que já neste novo século virá a ser explorado pela Frente Nacional. O discreto ministro das Finanças de então, Giscard d’Estaing, ainda chegará a Presidente da República, tal como, em 1995, o fará um enérgico secretário de Estado do Emprego de 35 anos, decisivo nas negociações de Grenelle com os sindicatos, mas que, segundo se dizia na altura, andava sempre de pistola no bolso. Chamava-se Jacques Chirac. R.C.

Expresso, Revista E 21 Abril, 2018

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