Pesquisar neste blogue

sábado, 10 de março de 2018

KARL MARX | O DETETIVE QUE QUERIA DECIFRAR A SUPREMA INTRIGA

KARL MARX


O DETETIVE QUE QUERIA DECIFRAR A SUPREMA INTRIGA

Texto Francisco Louçã Professor Catedrático do ISEG


Intervenção Karl Marx e Friedrich Engels na gráfica onde era impresso o jornal “Neue Rheinische Zeitung”, em Colónia, durante a revolução de 1848-1849, um quadro de E. Capiro FOTO ROGER VIOLLET/GETTY IMAGES


Diz-se que o frio varria o cemitério de Highgate, em Londres, naquele 17 de março de 1883, quando onze pessoas se despediram de Karl Marx, que morrera subitamente três dias antes, na sua cadeira de balouço, tinha 65 anos. Estavam Friedrich Engels, o velho amigo com quem partilhara mais de 40 anos de aventuras intelectuais e políticas, as filhas Laura e Eleanor, os genros, Longuet e Lafargue, Wilhelm Liebknecht, fundador da social-democracia alemã, dois veteranos da antiga Liga dos Comunistas e ainda dois destacados cientistas da Academia Real, o químico Schorlemmer e um discípulo de Darwin politicamente conservador, o zoologista Lankester, eram tão poucos.


Dezoito anos antes, na morte de Pierre-Joseph Proudhon, em tempos tão próximo e mais tarde seu adversário, tinha-se juntado uma multidão em Paris, houve mesmo um regimento que se apresentou de espadas desembainhadas para prestar homenagem ao agitador e ex-deputado, provocando primeiro um tremor de suspeita e logo de emoção. A memória de Proudhon, anarquista panfletário mas um moderado na sua idade mais avançada, desvanecera-se entretanto à medida que outros heróis ocupavam o seu Olimpo.


E quanto a Marx, já estaria então fora do seu tempo? Ele era um homem pós-napoleónico, nascera pouco depois de Waterloo, assistira à instauração da nova ordem europeia mas também às grandes revoluções — 1830, a queda dos Bourbons, 1848, a primavera dos povos, 1871, a Comuna de Paris —, vivera os ciclópicos debates filosóficos que foram a herança de Hegel, acompanhara a Revolução Industrial, a emergência dos Estados Unidos com a sua guerra civil e o fim da escravatura, correspondera-se com Darwin e com Lincoln. Mas fora sempre um revolucionário irredutível, um polemista assanhado e uma mente inquieta, de poucos aliados. No continente europeu, da Alemanha à Rússia, grande parte da social-democracia seguia as suas palavras, mas esses militantes estavam longe e, em regra, na clandestinidade, perseguidos por Bismarck e pelo czar. E tinha tido tantos conflitos com alguns dos dirigentes alemães que o partido decidiu não publicar integralmente as cartas então trocadas (só seriam conhecidas 30 anos depois da morte de Marx). Em todo o caso, em Inglaterra eram poucos os que o acompanharam nos seus últimos anos. Da família, uma vida de sofrimento, não restava ninguém senão quem estava no cemitério: a mulher, Jenny, tinha morrido dois anos antes, a filha Jenny Caroline semanas antes, dois outros filhos e duas filhas não tinham sobrevivido aos seus primeiros anos.


No final da sua vida, com a publicação do primeiro livro de “O Capital”, Marx começara a ganhar um modesto estatuto de referência intelectual (e política, como se verá). O livro já ia na segunda edição alemã e fora publicada a tradução francesa, era somente o início da sua difusão e faltavam ainda os outros volumes prometidos. É sobre esse percurso intelectual e como leva à publicação de “O Capital” que versam as páginas que se seguem.


Esse caminho tem sido muito discutido. Como seria de esperar, o ciclo de efemérides — em outubro de 2017 passaram 150 anos da publicação de “O Capital”; em fevereiro deste ano, os 170 anos da publicação do “Manifesto Comunista”; dentro de dois meses, a 5 de maio de 2018, serão cumpridos 200 anos do nascimento de Marx — mobilizou biografias de todos os tipos, estudos monumentais, críticas ferozes e louvações. Gareth Stedman Jones, um historiador da Universidade de Londres, publicou em 2016 uma biografia crítica, “Marx, Grandeza e Ilusão”. Isaiah Berlin, que formatou há décadas a versão de tipo Guerra Fria sobre Marx, é reeditado e acarinhado pelo neoliberalismo triunfante, mas é precisamente entre os seus que a perplexidade se instala: o “Economist” regista que “Marx tem muito a ensinar aos políticos de hoje” e o vetusto “Financial Times” explica aos leitores atónitos “porque é que Marx tem razão”. Mais cordata, a “New Yorker” anuncia que “ele está de volta” e dá voz a Thomas Piketty, que diz que “os economistas de hoje fariam bem em inspirar-se no seu exemplo”.


Mas qual é mesmo o “exemplo”? Um filósofo subversivo? Um economista que desenvolveu a “crítica da economia política”, o subtítulo do livro? Um historiador fascinado pelas possibilidades desconhecidas? Um detetive da modernidade que procurou “decifrar a suprema intriga”, o que Paul Ricoeur viria a afirmar ser impossível?

Amizade Karl Marx e Friedrich Engels, amigos e companheiros de aventuras intelectuais e políticas, com as filhas de Marx, num daguerreótipo de 1860 FOTO GETTY IMAGES


O Mouro



Karl Marx nasceu a 5 de maio de 1818 em Trèves, na Alemanha, numa linhagem de rabinos, embora o pai se tivesse distanciado dos seus ancestrais: Heinrich era advogado, luterano por conveniência profissional, liberal, iluminista, um homem moderno do seu tempo. Família de classe média, dir-se-ia hoje, o que não a poupou às provações: quatro irmãos de Karl morreram de tuberculose. Com o pai, o jovem Karl teve sempre uma relação difícil, porventura só moderada pela distância a que os estudos o levaram, primeiro a Bona e depois a Berlim. Escreve-lhe Heinrich em fevereiro de 1837, tem o jovem Karl 19 anos e estuda Literatura e Filosofia em Bona: “O teu coração está manifestamente dominado por uma potência demoníaca que é rara entre os homens. O génio que te habita é de natureza celestial ou faustiana? Será que poderás algum dia espalhar felicidade entre o círculo dos teus próximos?” Tremenda interrogação: celestial ou faustiana, de que tentação se alimenta o teu génio? Nem sabe que o filho, que abandonou o curso sobre jurisprudência, se dedica a uma novela, “Escorpião e Felix” (que abria com um debate com Hegel), e a um drama, que ficarão ambos inéditos, mas sobretudo aos clubes dos jovens hegelianos de esquerda, onde aprende a militância e faz campanha contra as leis que punem os camponeses que procuram lenha nas florestas da Prússia. E lê os heterodoxos: Leibniz (um amigo ofereceu-lhe dois pedaços de uma tapeçaria de Leibniz quando a sua casa foi demolida), Espinosa, o judeu expulso da sua comunidade em Amesterdão, e sobretudo os contemporâneos, intérpretes da filosofia idealista alemã, a que mais o marca.


O jovem Karl estava noivo desde os 18 anos de Bertha Julia Jenny von Westphalen, filha de aristocratas e quatro anos mais velha. Casarão após sete anos de namoro e de muitos poemas de amor que lhe vai escrevendo o pretendente. Concluiu entretanto a sua tese de doutoramento em Jena sobre a filosofia da natureza em Epicuro e Demócrito, tem 23 anos. E, no ano seguinte, começa a escrever, na verdade começa a viver na “Reinische Zeitung” (“Gazeta Renana”), uma publicação que desafia a censura na cidade de Colónia. Um ano mais, é o casamento com Jenny, em junho de 1843, mas em outubro o casal já está exilado em Paris, perseguido pelas autoridades prussianas que fecharam a “Gazeta”, a ordens do rei (Ferdinand, irmão de Jenny, é um alto funcionário do governo e será mais tarde ministro do interior da Prússia, mas não se move contra a vontade de Sua Majestade). O correspondente da “Gazeta” em Paris, Moses Hesse, filho de um rabino, que tinha apresentado a Engels a ideia comunista e vivia no centro do florescimento das ideias revolucionárias na Europa, conhecia toda a gente, mas ficou impressionado com o jovem redator: “Imagina Rousseau, Voltaire, Holbach, Lessing, Heine e Hegel fundidos numa mesma personagem — e terás o dr. Marx.” Tudo escritores. Marx, orador sofrível segundo os seus contemporâneos, pena brilhante, iria fazer a sua vida pela escrita, ora publicista ora difícil, polémica, inventiva.


Eram anos de tantos perigos, mas também de ebulição e promessa. Proudhon publicara em 1840 “O Que É a Propriedade?”, um panfleto que o estabeleceu como uma referência da insurgência francesa. No mesmo ano, Étienne Cabet, que também fora deputado e que cultivava a utopia, publica “Viagem a Icária” e inventa o termo ‘comunismo’. Flora Tristan, precursora do feminismo e avó do pintor Gauguin, já publicara “As Peregrinações de uma Pária” (1837) e viria a escrever “A União dos Operários” (1843). Robert Owen criava as suas comunidades ideais, admiradas e visitadas por gente tão surpreendente quanto o futuro czar Nicolau. Charles Dickens acabara de publicar os seus folhetins “Oliver Twist” e “Nicholas Nickleby”, em que criticava acidamente a sociedade vitoriana, e estava a terminar o “Conto de Natal”, a moral da história da ganância. A política namorava as letras mas cavalgava as ideias e a revolução de 1848 estava a chegar.


O “Economist” regista que “Marx tem muito a ensinar aos políticos de hoje”. E a “New Yorker” anuncia que “ele está de volta” e dá voz a Thomas Piketty, que diz que “os economistas de hoje fariam bem em inspirar-se no seu exemplo”


Marx vai para os 26 anos, tem um mundo a conquistar e está em Paris. Levava estudos em filosofia e uma potente rebeldia, mas faltavam-lhe conhecimentos sobre economia e queria dedicar-se-lhe; lançou-se por isso à leitura e anotação minuciosa de alguns economistas clássicos, Smith, Ricardo, Say, Mill, Sismondi, acrescentando-lhes as suas inquietações. Seguia a pista de Hegel, que lera Adam Smith, o fundador da economia moderna, mas interessava-lhe mais a fábrica de alfinetes, o exemplo de produção moderna com que Smith abre o seu livro, “Inquérito sobre a Riqueza das Nações”, do que as deambulações do espírito, que o filósofo alemão procurava mapear.


Modestamente instalados com um casal de amigos na Rua Vaneau, entre a Praça dos Inválidos e o Jardim do Luxemburgo, os Marx entusiasmam-se com a efervescência política de Paris. Karl ocupou o seu tempo a conspirar (assinava algumas cartas como “Monsieur Ramboz”, para iludir a polícia), a coeditar uma revista radical, mas sobretudo a ler. Leu imenso e as notas que disso resultaram ficaram conhecidas como os “Manuscritos de Paris” ou “Manuscritos Económico-Filosóficos” (1844). Elas demonstram que, antes de investigar a mercadoria como núcleo do funcionamento da economia e de se abalançar a “O Capital”, que só publicará 23 anos depois, Marx descobriu que é a economia que produz o trabalho, pois é a relação social que estabelece o lugar do trabalho.


Ele lê e instala a família, querem viver em Paris. Entre os seus, é carinhosamente tratado por “Mouro”, embora por vezes também lhe chamem “Máquina a vapor” e ele próprio assine cartas como “Old Nick”. Volta a encontrar-se com Engels, dois anos mais novo, com quem já se cruzara na “Gazeta” numa reunião fria. Em agosto de 1844, o segundo encontro é no Café de la Régence e serão dez dias de conversa, de cigarros e vinho, de deambulações pela cidade, de discussão sem bússola, descobre a sua proximidade daquele a quem chamará o “General”, pelo seu interesse pelas coisas militares e pela sua experiência num regimento de artilharia, esse homem do “riso eterno”, dele dirá o futuro genro de Marx, Paul Lafargue. E estuda Economia.


Descobrir o valor do trabalho em Paris


O trabalho é o enigma da modernidade, assim pensavam os filósofos e economistas que procuravam perceber a tempestuosa emergência do capitalismo: olhamos para ele, sabemos dele, mas é tão difícil decifrá-lo. Em todo o caso, ao longo do século XIX, enquanto a Revolução Industrial se estendia e os Estados se definiam nos escombros das revoluções, das guerras e dos impérios, poucos desdenhariam do amplo consenso que atribuía ao trabalho — mas não ao trabalhador, já lá se chegará — o papel de guia na transformação do nosso mundo. Em contrapartida, como é que o trabalho produz valor, essa interrogação não tinha uma resposta única e, no entanto, era essencial. Marx dedicou-se a responder a tal questão e esse foi o caminho que escolheu para a sua obra conclusiva, “O Capital”.


Um dos pais do liberalismo clássico, John Locke, escrevia de modo categórico no “Segundo Tratado sobre o Governo Civil”, ainda sobre o campo e não sobre a indústria: “É o trabalho, portanto, que atribui a maior parte do valor à terra, sem o qual ela dificilmente valeria alguma coisa; é a ele que devemos a maior parte de todos os produtos úteis da terra; por tudo isso a palha, farelo e pão desse acre de trigo valem mais do que o produto de um acre de uma terra igualmente boa, mas abandonada, sendo o valor daquele o efeito do trabalho”. O trabalho acrescenta valor, portanto; tem um “efeito”. Mas como é que cria o valor?


Quase um século depois, Adam Smith dava uma resposta a essa pergunta no seu “Inquérito”, já no dealbar da Revolução Industrial: “Não é com o ouro ou com o dinheiro, é com o trabalho que todas as riquezas do mundo foram originariamente compradas, e o seu valor para os que as possuem e que procuram trocá-las por novos produtos é precisamente igual à quantidade de trabalho que permitem comprar ou encomendar”. Para Smith, o trabalho não só aumenta o valor, ele é a origem de “todas as riquezas do mundo” e a sua medida.


Mas Marx, filósofo encartado, antes de chegar a Paris e de se dedicar à biblioteca da economia, não conhecia esta intuição sobre o trabalho como o alicerce da sociedade e não sabia resolver a sua perplexidade sobre o valor do trabalho na criação do valor. Aliás, foi preciso continuar a sua indagação para propor uma teoria: em Paris, em 1844, ainda explorava a noção do trabalho como o criador do valor, tese que só vem a afirmar dois anos depois, no seu livro “A Ideologia Alemã”, escrito em parceria com Engels. E que importava, ninguém soube de nada, este livro não teve editor, tal como os “Manuscritos”. Só viriam a ser publicados em 1932 e 1933.

Vida Karl Marx em jovem foto GETTY IMAGES



Alienação, a forma moderna do trabalho

Foi nesse texto de 1844 que Marx discutiu pela primeira vez de forma sistemática o seu conceito de alienação. Quis o destino que este livro só viesse a ser conhecido já no fim do primeiro terço do século XX e, na verdade, quando um “marxismo ortodoxo” se instalara sob a batuta de Estaline e da obediente Academia de Ciências da URSS, para a qual a crítica da alienação não fazia parte do acervo tolerável. Ora, o capital não pode ser compreendido sem a alienação que suporta o seu poder.


No primeiro capítulo de “O Capital”, escrito mais de vinte anos depois dos “Manuscritos”, Marx apresentou por isso o conceito de “fetichismo da mercadoria”, ou seja, identificou a transferência imaginária de características humanas para a mercadoria. Com esta transferência, as relações sociais expressas na produção apresentam-se como relações entre coisas. Ora, o conceito de “fetichismo” é inseparável da resposta para a pergunta: em que circunstâncias é que os trabalhadores aceitam o processo que os explora e que coisifica a sua atividade? Essa explicação é a alienação do trabalho e constitui, portanto, a essência da crítica do capitalismo como sistema económico e social. Esse trabalho preparatório de “O Capital” começou em Paris, com a crítica da subjugação do trabalho.


Em “Os Manuscritos de Paris” explica a alienação como uma característica da produção generalizada de mercadorias. Como o processo produtivo gera o poder e a acumulação de capital leva à perda de controlo do trabalhador sobre a produção e sobre o produto do seu próprio trabalho. Nesse sentido, a perda de autonomia do trabalhador no processo produtivo corresponde a uma socialização intensa, mas sob a forma da captura pelo capital.


Marx perguntava e respondia nos “Manuscritos”: “No que consiste, então, a alienação do trabalho? Primeiro, no facto de que o trabalho é exterior ao trabalhador, isto é, não pertence à sua natureza, que não se realiza no seu trabalho, que se nega nele, que não se sente à vontade, antes se sente infeliz, que não desenvolve nenhuma energia física ou mental que seja livre, mas antes que se mortifica e arruína o seu espírito. O trabalhador, assim, só é ele próprio quando não trabalha, e no seu trabalho sente-se fora de si próprio. O seu trabalho, por isso, não é voluntário, mas forçado. Não é a satisfação de uma necessidade, mas somente uma forma de gratificar a necessidade de outrem.” Então, a alienação resulta da forma da produção mercantil sob o capitalismo, em que o trabalhador “se sente fora de si próprio”.


Para esta análise da alienação, Marx inspirava-se no livro recente de um filósofo alemão, Ludwig Feuerbach, 14 anos mais velho, “A Essência do Cristianismo” (1841). Afinal, as suas leituras de filosofia inspiraram sempre a sua economia. Este livro argumentava que a ideia de Deus se tinha assenhoreado das características dos seres humanos. Essa apropriação de especificidades humanas, que passavam a ser representadas num ente mítico, define a substância da perda, essa perda é a alienação. Marx estendeu esta ideia ao capitalismo moderno: do mesmo modo que a transposição das qualidades humanas num ser mítico gera a imagem de Deus, também o capitalismo oculta a contradição entre a produção social, pelo trabalho, e a apropriação privada da mercadoria, pelo capital, criando um mito conformista que submete e aliena a sociedade. A mercadoria, que parece valer por si própria, seria então a divindade moderna, confiscando as características humanas. O trabalho produz coisas que se opõem e que dominam os seus produtores e o mito reforça essa perda: a naturalização e até a personificação dos mercados financeiros, conjugados nos seus humores, apresentados como a força prometeica de um criador supremo, não é a evidência contemporânea dessa alienação?


Assim, a alienação é a negação da individualidade, escreve Marx: “Suponhamos que produzimos como seres humanos [não alienados]. Cada um de nós ter-se-ia afirmado de duas formas: (1) na minha produção teria objetivado a minha individualidade, o seu carácter específico, e portanto apreciado não somente a manifestação individual da minha vida na atividade, mas também ao contemplar o objeto teria o prazer individual de reconhecer que a minha personalidade é objetiva, visível para os sentidos e, portanto, um poder acima de dúvida, (2) no seu uso do meu produto teria um prazer direto pelo facto de estar consciente de ter satisfeito uma necessidade humana com o meu trabalho, ou seja, de ter objetivado a natureza essencial do ser humano (...). Os nossos produtos seriam outros tantos espelhos em que se refletiria a nossa natureza essencial”. Ora, é precisamente o que a produção capitalista recusa, ao submeter o trabalho à máquina de valorização do capital. A alienação que define o trabalho é a perda da “natureza essencial” do trabalhador. O trabalhador destrói-se pelo trabalho explorado: trabalhamos mais para sermos mais subordinados, a lógica divina do capital é essa. A alienação, portanto, é a condição da submissão do trabalho.


Marx discutiu ainda outras consequências da alienação, e algumas têm uma importância crucial para os debates de hoje, como a perceção de que o trabalho submetido à produção de mercadorias para rentabilizar o capital é destruidor da Natureza e impõe uma relação instrumental e predatória dos seres humanos com o seu ambiente. E conclui que o estado da civilização se mede pelas relações entre o homem e a mulher, descobrindo outra forma de alienação mais antiga.

Um retrato feito em Londres foto GETTY IMAGES


Alienado, é o trabalho que produz


A questão essencial, a intriga, é então a determinação da origem do valor. De onde vem e quem se apropria da produção humana?


Questiona Marx: “Como os valores de troca das mercadorias não passam de funções sociais delas, e nada têm que ver com suas propriedades naturais, devemos antes de mais nada perguntar: ‘Qual é a substância social comum a todas as mercadorias?’” E responde numa página de “Salário, Preço e Lucro” (um relatório apresentado em 1865 aos seus camaradas numa reunião da 1ª Internacional, mas também só publicado depois da sua morte): “É o trabalho. Para produzir uma mercadoria, tem-se que investir nela, ou nela incorporar uma determinada quantidade de trabalho. E não simplesmente trabalho, mas trabalho social. Aquele que produz um objeto para seu uso pessoal e direto, para o consumir, cria um produto, mas não uma mercadoria. Como produtor que se mantém a si próprio, nada o relaciona com a sociedade. Mas, para produzir uma mercadoria, não só tem que criar um produto que satisfaça a uma necessidade social qualquer, como também o trabalho nele incorporado deverá representar uma parte integrante da soma global de trabalho invertido pela sociedade. Tem que estar subordinado à divisão de trabalho dentro da sociedade.” É o trabalho a origem das mercadorias e da acumulação de capital e, portanto, da estrutura da sociedade capitalista moderna.


Quem é então o trabalhador? Responde Engels 40 anos depois da publicação do “Manifesto”, numa reedição de 1888, tinha Marx morrido há cinco anos: “Entende-se por proletários a classe de trabalhadores assalariados modernos que, não possuindo meios de produção próprios, dependem, para viver, da venda da sua força de trabalho.” São, portanto, os homens e as mulheres que vivem do seu trabalho — todos.


Essa é a questão da modernidade: o trabalho é a criação de valor, o centro do processo produtivo, mas é trabalho alienado, estranhado de si próprio, porque produz um mundo de mercadorias que se opõe ao próprio trabalhador enquanto produtor e consumidor. Este retrato, no entanto, exibe um paradoxo, pois define o trabalho pela sua negação, pela sua subjugação. E multiplica-se, a vertiginosa acumulação de capital aumenta o número de pessoas que vivem do seu trabalho subordinado. É preciso passar da antropologia para a história e da história para a estratégia para buscar respostas a este enigma, ou para descortinar porque é que a enorme expansão do trabalho ao longo destes dois séculos é subjugada pelo crescimento do mundo das mercadorias, ou ainda porque é que o trabalho, que tudo produz, ainda não é nada. Esse é o enigma de todos os enigmas, a suprema intriga, e, em Paris, Marx descobriu a primeira pista.


Itinerância fugitiva de Paris a Bruxelas e a Londres


Mas Paris dura pouco. Detetado pela polícia, Marx é expulso, vai viver para Bruxelas no início de 1845, ainda não completou 27 anos, já a família tinha sido acrescentada pela primeira filha e Jenny estava grávida da segunda. Descobre rapidamente os círculos revolucionários dos operários e dos exilados na Bélgica e a clandestina Liga dos Justos, que se virá a transformar na Liga Comunista, para quem Marx e Engels escrevem, em dois meses, o “Manifesto Comunista”, terminado em janeiro de 1848 e publicado pouco depois. Viajara a Londres, entretanto, para conhecer o movimento cartista, uma frente de trabalhadores empenhados no sufrágio universal e na democratização, e para o congresso de 1847 da Liga, que muda o seu lema de “todos os homens são irmãos” para “proletários de todo o mundo, uni-vos”. Marx foi ouvido, mas por poucos: o “Manifesto Comunista” tem uma escassa tiragem de centenas de exemplares.


Viviam-se então as jornadas heroicas de 1848, o tempo da revolução europeia, uma tempestade de liberdade percorria o continente, a que os dois escritores, com entusiasmado otimismo, chamaram o “espectro do comunismo”. Sicília, Itália, Dinamarca, Holanda, Hungria, Polónia, Suíça, o mapa europeu é esta “primavera dos povos”. A servidão é abolida no Império Austro-Húngaro, a monarquia é derrubada em França (mas Luís Napoleão ganha as eleições e restaurará o Império poucos anos depois). Na sua novela “Uma Educação Sentimental”, Flaubert põe na boca de um personagem o excessivo entusiasmo da época: “Está tudo ótimo! O povo está a vencer! Os operários e as classes médias caem nos braços uns dos outros! Ah, se tivesses visto o que eu vi! Como isto é magnífico!... A República foi proclamada e toda a gente vai ser feliz! Não percebes que não haverá mais reis? Todo o mundo será livre, absolutamente livre!”


Marx, que entretanto publicara em francês um livro contra Proudhon, surpreendentemente passando a censura (1847), dedica-se a esta revolução. Mas as autoridades de Bruxelas assustam-se: é acusado de ter usado a magra herança do pai para apoiar e armar os operários belgas que queriam seguir o exemplo parisiense. A polícia belga prende Karl e Jenny e, ao fim de uns dias de cárcere, expulsa-os.


Voltam então a Paris, onde se instala a direção da Liga dos Comunistas. Por pouco tempo, o dinheiro da herança serve para um propósito mais ambicioso: publicar um jornal diário em Colónia, o “Neue Rheinische Zeitung”. Marx voltou assim à sua terra, por pouco tempo, sucedem-se os processos em tribunal e uma mudança de governo com a recuperação dos mais conservadores determina a proibição do jornal ao fim de um ano. Os Marx voltam a fazer as malas, regressam a Paris, são expulsos mais uma vez e, no verão de 1849, vão para Londres, levam três filhos e uma por nascer. Pensavam voltar, era para ser uma estada curta, foi para toda a vida.


Instalam-se em Leicester Square, depois mudam para o Soho, vivem em “permanente estado de sítio” em casa, à míngua, num bairro onde há uma epidemia de cólera. Mudam para Chelsea e são despejados, não pagaram a renda. Nasceram mais filhos: Edgar, o catraio que era a alegria da casa, que morre com oito anos, Henry, que não resiste ao primeiro ano, Franziska, que morre também com um ano e para cujo caixão têm de pedir dinheiro emprestado, e finalmente Eleanor, ou Tussy, a filha mais querida, a quem Karl deixará mais tarde a sua magra herança, 250 libras. Um espião da polícia prussiana insinua-se nesses primeiros anos de Londres junto da família, visita-os na sua casa em 1852 e deixa-se impressionar: Marx é “o homem mais gentil e suave”. Suave, mas muito pobre, dirá depois que “raramente alguém escreveu sobre o dinheiro com tanta falta dele”. Festeja quando ganha 400 libras numa especulação com fundos americanos, “uma pequena extorsão ao inimigo”. Se não fosse Engels, a família passava fome.


Marx foi vítima de muitos dos seus discípulos, mesmo antes de na União Soviética ter vingado o regime estalinista e o seu pensamento ter sido esvaziado em nome de um ritual celebratório


Em 1856, Jenny recebe uma pequena herança, mudam para Grafton Terrace, oito anos depois para Maitland Road, é uma casa mais confortável, mas nunca há dinheiro. Durante dez anos a vida melhora: entre 1852 e 1862, Karl escreve 487 artigos para o “New York Daily Tribune”, então o jornal com maior circulação no mundo, duzentos mil exemplares. Escreve também os primeiros livros sobre as revoluções francesas: uma série de artigos em 1850, para o “Neue Rheinische Zeitung”, já transformado em revista publicada em Londres pelo próprio Marx, que serão “A Luta de Classes em França 1848-1850” e, logo de seguida, para uma outra revista alemã o “18 Brumário de Luís Bonaparte”, sobre as lições políticas dos acontecimentos recentes. Esforço inglório, não são traduzidos para francês, ninguém os lê do outro lado do Canal. O que mais o ocupa, no entanto, é mesmo o estudo.


Frequenta o Museu Britânico, a melhor biblioteca de Londres, onde pode ler tudo, mas também se dedica, por pouco tempo, a aulas de esgrima perto de Oxford Street, na sede dos exilados partidários de Auguste Blanqui, mais tarde eleito presidente da Comuna de Paris. Parece que Karl explicava com humor que esperava uma nova viragem na sorte da revolução europeia. O que ficou não foi a espada, foi o estudo, dias e anos a fio, no Museu Britânico.


Se perguntado sobre o que o movia, Marx voltava aos seus mestres latinos dos anos de estudo na Alemanha e citava: De omnibus dubitandum (duvidar de tudo), ou também: “Nada do que é humano me é estranho”, fórmulas algo grandiosas mas que indicavam como se movia nesse mundo fascinante de boletins estatísticos, imprensa de todo o mundo, debates sobre biologia, investigação em história, ou no empenho político no movimento operário (o mais importante processo foi a criação, em 1864, da Associação Internacional dos Trabalhadores, AIT, a 1ª Internacional, uma pouco duradoura e improvável coligação entre marxistas e anarquistas).


Em Londres, as filhas sobreviventes crescem: Eleanor encanta o pai, discute Shakespeare com ele, viaja até à Irlanda, envolve-se na solidariedade contra o Império, arrasta os pais para uma manifestação pela independência, depois descobre que o “Kama Sutra” é proibido às mulheres no Museu Britânico e protesta, desde os 16 anos acompanha e secretaria Karl nas suas peregrinações pelas reuniões internacionais. Mas a desgraça nunca deixa de os perseguir: quando Marx morre, já tinha acompanhado o funeral de quatro netos, outro morre uma semana depois dele. Jenny, a filha mais velha, desaparece pouco antes do pai; as duas outras virão a suicidar-se, Laura com o seu marido, Paul Lafargue, num pacto para evitar a decrepitude, e Eleanor por um desgosto amoroso.


A suprema intriga


Ao longo dos anos de biblioteca, tantas vezes intercalados por reuniões, conspirações e panfletos, Marx elabora um plano ambicioso. Quer escrever seis livros: um sobre o capital, outro sobre a propriedade da terra, outro sobre o trabalho assalariado, um quarto sobre o Estado, outro sobre o comércio externo e, finalmente, um sobre o mercado mundial, como explica em cartas a Lassalle e a Engels em 1858. A Lassalle anuncia que “depois de 15 anos de estudo, estou finalmente pronto para me lançar ao trabalho”. Assim o fez, mas só terminaria uma parte do primeiro livro, sobre o capital, e ainda iria demorar mais nove anos sofridos, doente e sofrendo a morte de três filhos.


O trabalho de preparação foi minucioso e penoso. Compõe pelo menos 14 versões diferentes do plano de “O Capital”. Entre 1857-1858 esboça os “Grundrisse”, o seu livro de “Fundamentos”, em que se distancia das teorias clássicas sobre o valor do trabalho, esboçando a sua análise do capital (mais uma vez o mesmo destino, o livro só é publicado 56 anos depois da morte de Marx). A “Contribuição para a Crítica da Economia Política” é publicada em Berlim, em 1859 (mil exemplares, mais um fracasso editorial), seguido de várias versões de textos que nunca terminaria, como as “Teorias sobre a Mais-Valia” (que Kautsky depois compilou e fez imprimir a partir de 1905, a que se veio a chamar o Livro IV de “O Capital”, embora tenha sido escrito antes dos outros) e, finalmente, em 1867, conclui a edição alemã de “O Capital”. Logo reescreve alguns dos capítulos para a segunda edição, acompanha ainda a tradução francesa (Engels faz uma parte do trabalho e queixa-se do esforço de passar do alemão para o francês, uma língua mais retórica e menos acolhedora dos preciosismos e paradoxos que Marx tanto usava). É um “livro maldito”, diz-lhe Engels, levou 20 anos a escrever.


Nos 13 anos seguintes, Marx prepara oito manuscritos para o livro dois de “O Capital” e um único texto grande para o livro três — não conclui nenhum. Será Engels, que conhece melhor do que ninguém as ideias e a obra e é dos poucos que conseguem decifrar a letrinha miúda de Marx, a compilar esses livros, o segundo em 1885 (anuncia pesaroso que será uma “grande deceção”, “não contém muitos textos de agitação”) e o terceiro em 1894, que, esse sim, provocará um “efeito trovoada”.


Explica Marx numa carta a Engels, de 28 agosto de 1867, logo depois da entrega do livro à editora: “O que há de melhor no meu livro é: 1) (e é sobre isso que assenta a compreensão dos factos) ter, desde o primeiro capítulo, posto em evidência o carácter duplo do trabalho, consoante ele se exprime em valor de uso ou em valor de troca; 2) a análise da mais-valia, independentemente das suas formas particulares, tais como o lucro, o imposto, a renda fundiária, etc. É sobretudo no segundo volume que isso aparecerá. A análise das formas particulares na economia clássica, que as confunde constantemente com a forma geral, é uma salada russa.” Estava já a pensar na continuação.


O projeto estava bem definido. O Livro I trataria da lógica da mercadoria e da sua troca, desdobrada em produtos e em dinheiro, ou seja, da produção pelo trabalho, a exploração. Era o que resultava dos seus 20 anos de reflexão desde Paris. Seria o livro sobre o tempo roubado aos trabalhadores, os valores de troca e de uso, o trabalho concreto e abstrato. O Livro II seria sobre as metamorfoses do capital e o trabalho produtivo. E o Livro III concluiria sobre o tempo atual das crises, o sistema de reprodução e expansão do capital no seu conjunto. Em algumas versões do plano, há um Livro IV, sobre as crises, mas nunca seria escrito. Cada passo acrescentava a análise e ganhava uma visão mais abrangente: por exemplo, no Livro II o trabalho produtivo é definido de forma estrita como o que produz valor, mas no Livro III o trabalho improdutivo nos circuitos de comercialização e transporte é definido como uma condição de realização do valor.


É o nosso velho enigma, descrito por metáforas misteriosas que Marx tanto apreciava: a “qualidade oculta do capital” tem uma “objetividade fantasmagórica” e “espectral”, constrói um “universo mágico”, ou “encantado”, povoado da “mística do capital”. Nos apontamentos que deixou para o Livro III, Marx volta uma vez mais a essa mistificação, era a sua lição de Paris: “No que diz respeito às categorias mais simples do modo de produção capitalista, e mesmo de produção mercantil, e à mercadoria e ao dinheiro, revelamos a mistificação que transforma as relações sociais (...) em propriedade das próprias coisas (as mercadorias); e que, é ainda mais manifesto, transforma em coisa (dinheiro) a própria relação de produção. Todas as formas de sociedade que conhecem a produção mercantil e a circulação de moeda participam nessa mistificação. Mas no modo de produção capitalista, e no caso do capital que é a categoria dominante, a relação de produção determinante, esse universo mágico e invertido, conhece ainda outros desenvolvimentos (...). Isso faz do capital um ser místico: todas as forças produtivas sociais do trabalho aparecem com efeito como sendo devidas ao capital e não ao trabalho. Parecem jorrar do seu seio. Surge então o processo de circulação que transforma, na sua substância e forma, todas as partes do capital. Nessa esfera da circulação, as relações originais de criação de valor passam completamente para a retaguarda”. Esse “ser místico”, o capital, é o deus da modernidade.


Cartaz político de 1895 com o retrato de Karl Marx ao centro foto GETTY IMAGES


A máquina de mistificação



O “universo mágico” e a “mistificação” representam a potência inclusiva de um modo de produção que exclui. Esse modo de produção não é um fantasma, tem uma existência real, organiza a produção, organiza a reprodução da produção e organiza a representação dessa reprodução, é isso mesmo o capitalismo moderno. Ele cria mercadorias e reproduz a relação social mercantil, cria produtos e mitos, fabrica coisas e ideias. Mas Marx fica com um problema em mãos, que vai ser uma dor de cabeça para os que virão a estudar o seu livro: e como é que se mede esse valor, ou a exploração do trabalho? Quanto é a mais-valia e como se transforma em lucro?


Na sua jornada intelectual, Marx deu respostas aproximativas a estas questões. Estudou ao pormenor a teoria clássica do valor, desde que começou a anotar Adam Smith e David Ricardo, e modificou a sua teoria clássica para considerar que o valor das mercadorias é determinado pela quantidade de trabalho socialmente necessária para a sua produção, distinguindo entre trabalho (que é o trabalhador ou a trabalhadora) e força de trabalho (que é alugada e explorada). O que é muito sensato, mas deixa duas dificuldades. A primeira foi tratada por Marx, como é que a parte desse valor produzido e que não é paga sob a forma de salário (e depois de impostos) se transforma em lucro da empresa. Mas como é o lucro que é visível e contabilizado e não o valor, que fica oculto, esse fundamento fica escondido em trocas implícitas que são regidas pela circulação dos bens e pelos seus preços de produção e flutuações de mercado. Aí está a segunda dificuldade: sabemos que o valor é a origem das coisas, mas não sabemos quanto é o valor. Se é definido pelo tempo de trabalho socialmente necessário, é uma relação social, portanto mutante, não uma medida invariável. Mutante porque depende da produtividade em cada momento, ou seja, das normas e condições sociais que organizam o trabalho e a sua exploração. Nos “Grundrisse”, escrevia Marx: “Como o tempo de trabalho, enquanto medida de valor, só existe idealmente, ele não pode servir de termo de comparação de preços.” Pois não serve de termo de medida, só idealmente, é uma relação constituinte, é a base de tudo, é uma forma de poder, é por isso que é fundamental.


Para desfiar este novelo, Marx analisa as categorias económicas, a mercadoria, o valor, a moeda, o capital, cuja origem é pré-capitalista: é onde recorre ao ofício do historiador. Analisou os sistemas de máquinas, a efervescente Revolução Industrial, descortinou a combinação das diversas formas de capital, capital-dinheiro, capital-produtivo e capital comercial, e assinalou a vertigem da acumulação, essa novidade civilizacional que é a essência do capitalismo.


Max Weber, o gigante da sociologia alemã, que nasceu quando Marx terminava o seu livro, pesquisou mais tarde o “espírito do capitalismo” para compreender os jogos sociais e as motivações dos seus fautores, e assustou-se com o mundo desencantado que revelou. Marx, pelo contrário, sentira a potência do capitalismo no mundo encantado e encantatório da mercadoria e da sua extensão, o capital. O fetichismo, curiosa palavra inventada a partir do termo português “feitiço” para descrever a adoração a uma divindade pagã, é no caso do capitalismo uma força de encantamento, de coesão e de hegemonia, assente na projeção e ilusão entre o sujeito (o trabalhador) e o seu objeto (a mercadoria). O que Marx descobriu é que o capitalismo é um sistema, e por isso dura, perdura e se adapta.


O filósofo francês Daniel Bensaïd, em “Marx, o Intempestivo”, uma das obras de referência para a compreensão de “O Capital”, utilizou este conceito de ilusão para interpretar as passagens mais modernas do livro de Marx. Notou por isso que no Livro III, que desmonta “a mistificação capitalista na sua forma mais brutal”, a noção de que o capital gera capital, essa crítica é explicitada na análise do capital-portador-de-juros, que reclama um direito de apropriação sobre a produção futura, submetendo a sociedade de amanhã ao seu direito proprietário. É nesse livro que Marx descreve o “capital fictício”, aquele cuja valorização contabiliza os lucros, os impostos e os rendimentos que estão por ser gerados. É uma vez mais a coisificação em que o capital “se torna um poder autónomo e alienado, que se opõe à sociedade como um objeto”, escreve Marx.


Vítimas do destino cósmico?


O livro não era fácil. Nem para os filósofos, que tinham que mergulhar na economia, nem para os economistas, que tinham que sofrer a crítica à sua submissão ideológica e demais conceitos filosóficos, nem muito menos para os leigos, inocentes de todas essas deambulações. Mas nem essas dificuldades de leitura explicam por que razão Marx foi vítima de muitos dos seus discípulos, mesmo antes de na União Soviética ter vingado o regime estalinista e o seu pensamento ter sido esvaziado em nome de um ritual celebratório.


Talvez as circunstâncias políticas tivessem impulsionado a banalização, afinal a ideia de doutrinar uma massa de seguidores movia a social-democracia europeia que, depois do esmagamento da Comuna de Paris, procurava no último quartel do século XIX organizar as suas forças. De todas essas doutrinas, a mais divulgada acabou por ser um determinismo tranquilizante, apresentado como uma teoria da história que assegurava o triunfo inelutável do comunismo, de que uma versão foi a chamada “teoria do colapso”, alimentada mesmo por figuras brilhantes como Rosa Luxemburgo.


Marx, o historiador, rejeitava essa versão mecanicista. A ideia de um fado cósmico não podia ser mais contrária à sua filosofia. Numa carta de 1877 à redação de “Otetchevestveny é zapisky”, uma publicação russa, Marx respondeu a um adversário que o acusa de determinismo ou de atuar como se o rumo da história estivesse escrito. Diz ele que “[o meu crítico quer] absolutamente transformar o meu esboço histórico da génese do capitalismo na Europa ocidental numa teoria histórico-filosófica da marcha geral — fatalmente imposta a todos os povos, quaisquer que sejam as circunstâncias históricas em que se encontrem — para chegar em último lugar a essa formação económica que garante, com a maior impulsão dos poderes produtivos do trabalho social, o desenvolvimento mais integral do homem”. E acrescenta: “Mas, peço-lhe perdão (...). Acontecimentos de uma analogia impressionante, mas ocorrendo em meios históricos diferentes, produzem resultados distintos. Ao estudar isoladamente cada uma destas evoluções e ao compará-las de seguida, encontraremos facilmente a chave deste fenómeno, mas nunca chegaremos aí com a moldura de uma teoria histórico-filosófica geral, cuja virtude suprema consiste em ser supra-histórica.”


Não há nenhuma “moldura”, nenhuma sina. Era preciso conhecer mal o jovem Marx para ignorar como, desde as suas primeiras leituras, se distanciava da teodiceia hegeliana, a ideia de um percurso esclarecido do Espírito, a caminho de um destino final. Para Hegel, a História seria o “desenvolvimento necessário dos momentos da razão” e, como numa sentença judiciária, o “julgamento do mundo”. “A História é o ato pelo qual o Espírito se transforma a si mesmo na forma do acontecimento”, escreve ele em “Princípios da Filosofia do Direito”. Marx opõe-se-lhe e em “Ideologia Alemã” escrevia, com Engels: “Não se pode pensar que a história por vir é o termo da história passada.” Nada há de fatalidade e poucas farsas imitam as tragédias antigas.


Os heróis de Marx, figuras marcantes de lutas emancipatórias, como Spartacus, Munzer, Babeuf, são aliás personalidades anacrónicas, são de um tempo discordante, são pré-contemporâneos, antecipam-se. Estão antes do seu tempo, não são o destino, são o princípio, não são o fim, não há fim. Esse tempo de ciclos e de ritmos diferentes, libertadores mas também cruéis, é o tempo das bifurcações, das escolhas, da liberdade, talvez a solução da tal suprema intriga.


Operário a trabalhar no monumento a Marx em Chemnitz, na Alemanha, inaugurado em 1971 foto GETTY IMAGES


Não há revolução sem evolução


Voltemos ao cemitério de Highgate, naquele março de 1883, quando Marx é enterrado entre tão poucos amigos e familiares. Engels toma a palavra, em inglês, para elogiar o amigo e para inventariar os feitos intelectuais dele, que afinal foram evidentes: “Tal como Darwin descobriu a lei do desenvolvimento da natureza orgânica, assim Marx descobriu a lei do desenvolvimento da história humana: o simples facto, até então ocultado pelo excesso de ideologia, de que a humanidade tem primeiro que tudo que comer, beber, abrigar-se, antes de prosseguir a política, ciência, arte, religião, etc.; que portanto a produção dos meios materiais imediatos de subsistência e consequentemente o grau de desenvolvimento económico alcançado por um determinado povo ou durante uma dada época forma a fundação sobre a qual as instituições públicas, as conceções legais, a arte, e mesmo as ideias sobre religião, das pessoas envolvidas tem evoluído, e à luz da qual deve, portanto, ser explicada, em vez de vice-versa, como tem sido o caso.” Marx teria descoberto essa lei da evolução tão simples, é preciso comer antes de filosofar.


Continua Engels: “Mas não é tudo. Marx descobriu também a lei especial de movimento que governa o atual modo de produção capitalista e a sociedade burguesa que este modo de produção criou. A descoberta da mais-valia lançou subitamente luz sobre o problema.” A “luz sobre o problema” era esta lei do desenvolvimento geral da história humana, a compreensão de que a produção material condiciona as ideias, e daí decorre a “lei especial” da produção capitalista. Leis apresentadas com modéstia, era uma despedida fúnebre, mas leis com a força de leis, determinações pesadas, e, no entanto, referidas a Darwin, o modelo.


O fascínio de Marx e Engels por Darwin é conhecido e compreensível. “A Origem das Espécies” foi publicado em 1859, estavam os Marx em Londres e Engels em Manchester, e provocou uma tormenta, mobilizou as igrejas, foi debatido em sociedades científicas e em auditórios apinhados de multidões, criou escola e mudou a perceção do ser humano em relação à sua própria natureza. Entusiasmado, Marx mandou a Darwin um exemplar do seu livro, tendo recebido uma resposta polida referindo que os assuntos tratados ultrapassavam o conhecimento do biólogo. Engels, que compreendeu Darwin e o darwinismo melhor do que Marx, porque conseguiu distingui-lo de versões facilitadas então correntes, partilhava este enlevo com a revolução na biologia, e tentou mesmo apresentar Marx como o Darwin das ciências sociais, para reforçar a sua reivindicação científica.


Mas nem um nem outro podia deixar de notar a implicação do modelo científico darwinista, que contrariava muitas das formulações de Marx. Nos seus livros, e é assim também em “O Capital”, Marx usou frequentemente o conceito de “lei”, reforçando-o com “lei natural”, de “ferro”, seguindo o conceito contemporâneo de ciência positivista e prometeica, legisladora na descrição dos processos sociais. No entanto, em “O Capital”, sobretudo no Livro III, Marx apresenta um conceito estranho, o de uma “lei tendencial”, logo num tema tão crucial como a queda da taxa de lucro que conduz a crises frequentes, o capitalismo que devora os seus próprios filhos, como Saturno. Essa lei é tendencial porque pode ser contrariada e invertida por outros fatores sociais, ou seja, o resultado é indeterminado, depende do movimento das contradições e das disputas.


No Livro 1 fora mais categórico: “A produção capitalista engendra, por seu turno, a sua própria negação, com a inelutabilidade de um processo natural. É a negação da negação.” Aqui temos de novo a filosofia a explicar aos economistas ou outros leitores como as contradições são a natureza da vida, a “inelutabilidade” da contradição. Engels percebeu o risco de determinismo nesta frase e corrigiu-a cuidadosamente no seu “Anti-Duhring”, escrito dez anos depois de “O Capital”: “Ao caracterizar o processo como negação da negação, Marx não pensa demonstrar desse modo a necessidade histórica. Pelo contrário: é depois de ter demonstrado pela história como, de facto, por uma parte o processo se realizou e, por outra parte, continua ainda forçosamente por realizar, que Marx o designa, além disso, como um processo que se cumpre segundo uma lei dialética determinada. É tudo.”


É tudo? O processo segue uma lei, mas o fim dos tempos não está determinado, não exibe uma “necessidade histórica”, não há uma esclarecida parteira da história, há só caminhos, há evolução e revolução e contrarrevolução.


Quem venceu?


Marx percorreu os caminhos do seu tempo. Ficou famoso em 1871, já depois de “O Capital” e quando, em homenagem à Comuna de Paris, escreveu “A Guerra Civil em França”, o panfleto que foi o seu primeiro sucesso comercial, oito mil exemplares vendidos imediatamente, muitos mais depois. A imprensa de Versalhes chamava-lhe o “Doutor Vermelho” e acusava-o, injustamente, aliás, de ser o chefe da Comuna. Um ano depois, a reedição do “Manifesto Comunista” foi lida em toda a Europa, o espectro renascia. Marx dedicou-se à revolução que esperava ver surgir desse progresso que transformou o século XIX, bateu-se pelas suas ideias, organizou partidos e alianças, mas também os sentiu como instrumentos: depois de lutas tremendas contra Bakunine e os anarquistas, que cindiram da AIT, impôs a passagem do seu centro para Nova Iorque, em 1872, o que significou o seu desaparecimento, não tardaram quatro anos. A vida continuava.


Ora, Darwin era uma preciosa ajuda para o pensamento não dogmático que era necessário para compreender a tragédia da história: ele não afirmava uma causalidade, pois não se conhecia ainda o que produzia a variação biológica, mas sabia da precedência, que é a própria evolução. Também no caso da história da humanidade ela se move, só que temos esse poder intrigante de escolher para onde.


Escolhas tantas vezes trágicas: os communard foram fuzilados ou desterrados, a ordem instalou-se em Paris, mas, na Alemanha que tinha dirigido o assalto contra a Comuna, um ano após o desaparecimento de Marx já a social-democracia tinha 550 mil votos, sete anos depois quase um milhão e meio. As revoluções do início do século XX estavam a nascer.


A vida daquele escritor, o detetive que queria decifrar um supremo enigma, o do trabalho e do seu valor, o do capital e do seu poder, e que imaginou que um dia poderíamos produzir e viver como seres humanos não alienados, é a história dessa viragem dos tempos.



SOMOS TODOS MARXISTAS

Luciano Amaral

Professor-assistente da Nova School of Business Economics

Custa hoje em dia a crer que ainda há poucos anos qualquer político ou intelectual tinha de se definir por referência ao marxismo, fosse para se revelar partidário ou inimigo. Como disse Jean-Paul Sartre num livro famoso, o marxismo foi o “horizonte inultrapassável” do século XX. De facto, o século XX político e intelectual praticamente confunde-se com o marxismo, sobretudo a partir do instante em que, com a Revolução Russa de 1917, um Estado e um regime passaram a existir em seu nome.

Na origem de tudo está um alemão de origem judaica, que nasceu há 200 anos (5 de maio de 1818), na pequena cidade renana de Trier, numa família burguesa: Karl Marx, alguém de quem já toda a gente ouviu falar e que poucos conhecem efetivamente (incluindo muitos dos seus partidários). No seu tempo, quase ninguém viu nele o futuro da humanidade. Morreu praticamente ignorado, consumido por décadas de dívidas, insónias e álcool e charutos de má qualidade, a 14 de março de 1883, em Londres, onde se tinha refugiado desde 1849: apenas 11 pessoas estiveram presentes no funeral, que ocorreu num recanto obscuro do cemitério de Highgate. O seu eterno amigo Friedrich Engels bem o disse nesse dia, na oração fúnebre: “O seu nome e a sua obra perdurarão pelos tempos.” Era então difícil de acreditar, mas revelou-se uma profecia muito acertada.

Hoje, Marx regressou a uma certa obscuridade, que é imerecida. Não porque tenha finalmente chegado a sua hora de vingança, com a crise iniciada em 2008, como pretendem alguns fanáticos, sempre dispostos a descobrir a crise terminal do capitalismo. Mas porque o nosso mundo do início do século XXI é ainda em grande medida um mundo marxista. Depois de praticamente um século inteiro alimentados a marxismo (fosse para o aceitar ou recusar), hoje todos somos de certa maneira marxistas, gostemos ou não. Nem é preciso sair de Portugal: neste momento, governa um partido cujo nome é de origem marxista e que se considera, de acordo com a sua declaração de princípios, “herdeiro e representante do grande movimento social e político que, a partir dos meados do século XIX, conduziu a luta por sociedades mais justas e solidárias”. Este movimento é o marxismo e o PS só não usa o nome por causa da má fama que ele adquiriu com a experiência soviética. O Governo é, por sua vez, apoiado por dois partidos também eles marxistas. E mesmo o grande partido de centro-direita ostenta orgulhosamente o nome que os partidos marxistas inicialmente usaram no século XIX e no princípio do século XX: social-democrata.

O mistério do marxismo está na seguinte questão: como é que a vida de um intelectual e agitador político obscuro deu origem a um movimento político e intelectual que, sem exagero, avassalou a história humana no último século? Foram várias as coisas que contribuíram para isso.

Uma delas foi, certamente, a existência da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), no espaço geográfico que tinha sido o do império russo, entre 1917 e 1991. Com a URSS, o marxismo encontrou uma sede e uma fonte de financiamento e irradiação. Com os países ocidentais envolvidos em duas guerras apocalípticas e uma crise económica de proporções gigantescas (nos anos 30), a solução soviética pareceu preferível a muita gente. Depois da II Guerra Mundial, graças à Grande Aliança que juntou a URSS aos Estados Unidos e ao Reino Unido durante a guerra, metade da Europa foi posta na esfera de influência soviética. Quatro anos depois, a China adquiriu o mesmo tipo de regime e, entre os anos 50 e os anos 70, muitos dos novos países descolonizados também. O comunismo internacional pareceu então uma força imparável e uma real alternativa às sociedades e economias de origem liberal.

Mesmo os países ocidentais e capitalistas que combatiam a URSS na Guerra Fria sentiram-se obrigados a “marxizar-se”: desde os anos 30, mas sobretudo desde o fim da II Guerra Mundial, todos se aplicaram a construir a sua versão do Estado-providência, ou Estado social, como hoje se prefere chamar. Os países europeus transformaram-se em versões moderadas de economias socialistas. Muitas vezes esquece-se que a Guerra Fria foi também uma querela de família entre diferentes versões de marxismo, com uma dessas versões (a que em Portugal corresponde o PS, no Reino Unido o Partido Trabalhista ou, na Alemanha, o Partido Social-Democrata) a preferir o liberalismo e o capitalismo ao comunismo soviético e derivados.

É aqui que entra outro aspeto fundamental da capacidade de irradiação do marxismo, e que tem que ver com a sua própria natureza enquanto sistema de ideias. Marx concebeu esse sistema como uma explicação total da História humana e deixou imensos buracos para serem preenchidos pelos seus descendentes. Com naturalidade, eles fizeram-no de maneiras muito diferentes.

O que disse Marx

O princípio do sistema de ideias de Marx é a denúncia das “injustiças” do capitalismo. Mas a isso foi acrescentada a pretensão de as erradicar, a partir de uma análise científica do dito capitalismo. A força do marxismo está precisamente na junção do impulso moral inicial com a inevitabilidade do desaparecimento das injustiças, por intermédio de um método científico. Esta mistura fez de Marx uma espécie de profeta de uma religião secular, mas sem que deixasse de ser também um economista e um cientista social objetivo. A força do seu sistema de ideias está na impossibilidade de estabelecer com clareza onde começa um e acabam os outros. Ciência e moral estão indissoluvelmente ligadas, sendo que o problema moral é resolvido cientificamente: o marxista está certo porque tem a moral do seu lado e também está certo porque tem a ciência do seu lado.

O essencial do pensamento de Marx encontra-se em três textos: o famoso panfleto “Manifesto do Partido Comunista” (normalmente conhecido como “Manifesto Comunista”), de 1848, a “Contribuição para a Crítica da Economia Política”, de 1859, e, claro, a sua obra máxima, “O Capital”, publicado entre 1867 e 1910. O ponto de partida do sistema de Marx é que a história humana se define pela luta de classes ou pela luta entre opressores e oprimidos. No capitalismo, a classe opressora é a burguesia e a oprimida o proletariado. A burguesia tem, no entanto, uma característica interessante: está sempre a revolucionar os métodos de produção e, logo, a criar mais riqueza. Mas, como mantém o seu sistema de dominação, vai acumulando essa riqueza, em vez de a distribuir pelo proletariado: o salário é sempre inferior ao valor gerado pelo trabalhador, daqui resultando a sua exploração, através daquilo a que Marx chama uma “mais-valia”, vertida em favor da burguesia. A consequência desta contradição entre os mecanismos económicos e os mecanismos sociais é o empobrecimento (ou a “pauperização”, como lhe chamava) dos trabalhadores, e é este empobrecimento que vai levar ao inevitável fim do capitalismo.

Mas Marx viu este fim inevitável de duas maneiras diferentes e, na realidade, contraditórias. Numa delas, o empobrecimento leva ao desaparecimento de compradores para a cada vez maior quantidade de bens produzidos, já que os trabalhadores são a maioria da população. A consequência é a impossibilidade de o sistema continuar a funcionar. O colapso torna-se inevitável. Mas com bons resultados: o colapso leva à abolição da propriedade privada dos meios de produção, daqui nascendo um futuro eterno de prosperidade socialista. Na outra versão, o empobrecimento leva os trabalhadores a revoltar-se e será dessa revolução que resultará a abolição da propriedade privada dos meios de produção e o futuro eterno de prosperidade socialista.


É fácil perceber que, dependendo da solução, as coisas decorrerão de maneira completamente diferente: numa, não é necessário fazer nada, bastando deixar o capitalismo destruir-se a si próprio; noutra, é a revolução dos trabalhadores que concretiza a destruição. As consequências políticas são fundamentalmente diferentes. A cisão fundamental que o marxismo conheceu na sua história resulta precisamente desta diferença.

O momento mais importante dessa cisão resultou do aparecimento da URSS: a Rússia de 1917 não cumpria os critérios de desenvolvimento capitalista, sendo um dos países mais atrasados da Europa. Como explicar então que se transformasse na vanguarda do socialismo? Foi aqui que entrou Lenine, ao propor que caberia a um grupo coeso de revolucionários organizar os trabalhadores, de tal forma que vários passos intermédios poderiam ser dispensados. Muitos recusaram acreditar nisso e, portanto, foram incapazes de ver na URSS uma experiência socialista legítima. Esses tinham outro problema: de tanto esperarem o amadurecimento das condições de autodestruição do capitalismo, nunca explicaram quando é que achavam estarem as economias avançadas prontas para o socialismo. Para os marxistas-leninistas tornou-se claro que estes “reformistas” estavam dispostos a aceitar o capitalismo e os mecanismos políticos da “democracia burguesa”, melhorando-os apenas. O que não deixa de ser verdade: os anos passam, o capitalismo recusa destruir-se a si próprio e certos marxistas fazem hoje parte da mobília do sistema capitalista, tanto como outros inveterados capitalistas.

E agora?

Estas oscilações marxistas remontam à origem, ou seja, à maneira como o próprio Marx construiu o seu sistema de pensamento. Tudo somado, a sua dimensão de profeta prevaleceu sobre o resto. Marx gritou aos quatro ventos que o paraíso na terra chegaria inevitavelmente com o fim do capitalismo. Por isso, sempre se dispensou de pensar o futuro socialista. No paraíso não há escassez, não há Estado e não há política, uma vez que a única fonte de miséria, injustiça poder e conflitos (a propriedade privada dos meios de produção) desapareceu. Coube, portanto, aos descendentes de Marx pensar em soluções que o profeta nunca lhes ofereceu. No caso dos marxistas-leninistas (e extensões maoistas), tivemos o despotismo brutal e o desastre económico da URSS e de todas as outras experiências socialistas. No caso dos marxistas moderados, tivemos a incapacidade de ultrapassar os mecanismos do capitalismo, do liberalismo e da democracia contemporâneas.

Nestas alturas, há sempre uma pergunta inevitável: continua Marx atual? Claro que sim, como acabámos de ver: vivemos hoje, nos países ocidentais, numa espécie de regimes mistos que combinam liberalismo, democracia, capitalismo e socialismo. Quando surgiu a recente crise económica, alguns zelotas do profeta tentaram ressuscitá-lo para explicar a crise. Ninguém ligou muito. Que tinha o defunto para explicar, quando, muito antes de o capitalismo se destruir a si próprio, tal como previsto pelo Evangelho, foi o socialismo a fazê-lo sob uma montanha de ruína económica, na URSS e no mundo que ela construiu? Que tinha o defunto para explicar, quando as economias capitalistas adotaram tantas das suas ideias até se transformarem em versões soft do socialismo? Ainda hoje, mesmo depois da suposta vaga “neoliberal” dos últimos 30 anos, cerca de metade da riqueza das economias ocidentais serve para alimentar programas sociais de correção de injustiças sociais. A conversa corrente sobre as culpas do “neoliberalismo” é usada para esconder que o que está em crise não é nenhum presumível e mítico “capitalismo selvagem”, mas esta solução mista. Eis a tão falada “crise da social-democracia”. E não vale a pena esperar por Marx para a ajudar a resolver.


Jornal Expresso SEMANÁRIO#2367, 10 Mar, 2018

Etiquetas

'Aquilo que eu não fiz' (1) 'LIKE A ROLLING STONE' VENDIDO POR 2 MILHÕES (1) ‘Cantata’ (1) "Barões" (1) "BREAKING BAD" É UMA DROGA (1) "Cousas sujas e feias" (1) “A gente tinha vergonha de perguntar” (1) “A vida é uma derrota” (1) “AGORA CAÇAMOS GOLOS EM VEZ DE ANIMAIS” (1) “All Eyez on Me” (1) “Antes pobrezinho em Lisboa do que rico em Estocolmo” (1) “Carmina Burana” (1) “Dunas”: 3 videoclips e 1 polémica homossexual (1) “Fátima” (1) “Gente bonita come fruta feia”: as virtudes da imperfeição (1) “JESSICAGATE” — O FINAL CUT (1) “Mamma Mia! Here We Go Again” (1) “Micróbio e Gasolina”: a aventura da adolescência segundo Michel Gondry (1) “Missão Impossível – Nação Secreta” (1) “NÃO HÁ INEVITABILIDADES (1) “NÃO ME É FÁCIL VIVER COMIGO. PARECE QUE ESTOU SEMPRE EM GUERRA CIVIL” (1) “O Luzido Cortejo dos Fenianos” (1) “O MEU PRESENTE É O MAIS IMPREVISÍVEL DE TODOS OS FUTUROS” (1) “O Muro” (1) “O Pátio das Cantigas”: Ó Evaristo (1) “O princípio do fim”? (1) “o terror dos mouros” (1) “Políticos Não se Confessam (1) “The Accountant – Acerto de Contas” (1) “Trainspotting”: da idade da rebeldia ao tempo da nostalgia (1) “Vai Seguir-te”: sexo (1) “Velocidade Furiosa”: de onde vem essa possível comparação com “Star Wars”? (1) (Des)empresalizar o discurso político (1) #RIMCOMCOXA E A PELE DO JOELHO (1) ´Política (2) 0 BENEMÉRITO (1) 0 ESTÚPIDO SR. SCHÃUBLE (1) 007 Skyfall (1) 1 (1) 1 DE FEVEREIRO DE 2044 (1) 10 anos depois (7) 10 anos depois: a diva transexual que acabou no fundo do poço (1) 12 Anos Escravo (1) 12 Horas para Viver (1) 120 BATIMENTOS POR MINUTO (1) 1ª. Etapa Pontevedra - A Armenteira (1) 2001- Odisseia no Espaço (2) 2014: O REGRESSO DA ODISSEIA (1) 2015 (1) 2017 (1) 2018 | O FUTURO A NÓS PERTENCE (1) 24 de julio de 2012. (1) 24 horas no inferno (1) 2ª Etapa da Variante Espiritual do Caminho Português (1) 3 (1) 3.a carta (1) 31 de Agosto (1) 360: A Vida é Um Círculo Perfeito (1) 3ª. Etapa da Variante Espiritual do Caminho Português (1) 4:44 Último Dia na Terra (1) 4a carta a Ludwing Pan (1) 4ª. Etapa da Variante Espiritual do Caminho Português (1) 5m80 (1) 7 Dias em Havana (1) 93 CARMO (1) 99 Casas (1) A lagartixa e o jacaré (5) A 'REFORMA DO ESTADO' (1) A "casa do elétrico" (1) A “Casa da Vilarinha” e as memórias de Oliveira (1) A 10.000 metros de altivez (1) A Academia das Musas (1) A ÁGUA DE MIJAVELHAS (1) A água do Bom Jesus (1) A aldeia da roupa suja (1) A aldeia do Bom Sucesso (1) A ALEMANHA DOS ALEMÃES (1) A Alemanha e Portugal (1) A ALTERNATIVA (1) A arca de S. Pantaleão (1) A Arte de Amar (1) A árvore da forca (1) A árvore e o presépio (1) a atacar os seus inimigos comuns e a revelarem-se (1) A ATENÇÃO DAS MASSAS (1) À ATENÇÃO DE NUNO CRATO (1) A AUTOESTRADA (1) A Avenida da Cidade (1) A BAÍA DAS SOMBRAS (1) A BANALIDADE DA PIPOCA (1) A banalidade do mal (1) A BARATA AMERICANA (1) A Bela e o Monstro (1) A Better Place (1) A bica dos olhos (1) A Caça (1) A CAIXA DO VINHO (1) A calçada da Teresa (1) A caminho da sociedade policial (1) A caminho de Santiago… pela costa (1) A CARTA DE QUENTIN (1) A Casa da Câmara (1) A Casa da Fábrica (1) A CASA DA RODA (1) A CASA DO CORREIO-MOR (1) A casa do Senado (1) A casa mais antiga (1) A casa tremia! (1) A catedral portucalense (1) A CENA DO ÓDIO A MOURINHO (1) A cerca românica (1) A cerca velha (1) A CIBERCONDRIA PODE MATAR (1) A CIDADE ATRÁS DO MURO (1) A cidade e os fidalgos (1) A CIDADE HAZUL (1) A CIDADE PLÁCIDA (1) A Cilada (1) A Cividade e as Hortas (1) A colina dos ofícios (1) A comunicação social não é politicamente neutra... (1) A confusão introduzida na vida pública (1) A construção de um Cunhal méli-mélo (1) A CONVERSA DO BANIF (1) A crise dos refugiados na Europa e na Síria (1) A CRUZ DAS REGATEIRAS (1) A DANAÇÃO DAS ALMAS (1) A Delicadeza (1) A demagogia (1) A Descoberta do Porto (1) À Descoberta do Porto (280) A destruição do Estado (1) a direita coloca hoje a “realidade” (1) A DISNEYLÂNDIA DOS JIHADISTAS (1) a diva fugaz do Novo Cinema português (1) A dívida (1) A ECONOMIA DO HOSTEL (1) A Emigrante (1) A entrada do Bonjardim (1) A ENTREVISTA DA PROCURADORA E A SEGURANÇA SOCIAL DE PASSOS COELHO (1) A época tola (1) A ERA DOS PARVOS (1) A ESCOLA É UM PALÁCIO (1) A Espera (1) A ESPLANADA DO CASTELO (1) A estação de S. Bento (1) A estalagem das Congostas (1) A ESTIGMATIZAÇÃO DA SOLIDÃO (1) A Europa (1) A EXCEÇÃO AMERICANA (1) A EXPLOSÃO DA NOITE (1) A falência moral do capitalismo (1) A FAMÍLIA DISFUNCIONAL FAVORITA DOS PORTUGUESES (1) A farsa dos debates presidenciais (1) A febre das pulseiras dos elásticos (1) A feira do pão (1) A festa dos Reis (2) A FICÇÃO GREGA (1) A FILHA (1) A floresta gótica (1) A fonte das Congostas (1) A Fonte das Lágrimas (1) A fonte dos Ferreiros (1) A força da tradição (1) A FORÇA DA VERDADE (1) A forca do concelho (1) A Forma da Água (1) A FÓRMULA SECRETA DE ÁLVARO SOBRINHO (1) A fotografia (1) A FRAGA DOS PELAMES (1) A FRAUDE DO FREEPORT (1) A GAFE DO PAPÁ (1) a gatuna mais famosa do século XIX (1) a gatuna pianista (1) A gelatina e o muro (1) A Gertrudes do Estanislau (1) A Grande Beleza (1) A GRANDE TRAIÇÃO ÀS TATUAGENS (1) A Grécia de joelhos e o mundo de pantanas (1) A GUERRA A ORIENTE (1) A GUERRA JÁ CÁ ESTÁ. ESTÁ NO MEIO DE NÓS (1) a guitarra do rock português (1) A herança de Barroso (1) A histeria das classificações (1) A história como violação da gravidade (1) A história do quadro que tem um político ao lado de Cristo (1) A história não perdoa (1) A HISTÓRIA UNIVERSAL DA INFÂMIA (1) A IDADE DA CONFIANÇA (1) A Idade do Rock (1) A IGREJA DE SANTO ILDEFONSO (1) A ILHA DOS CÃES (1) A importância de algumas coisas (1) A Infância de Um Líder (1) A interessante e interessada apatia face aos offshores (1) A JIBOIA DE NOSSA SENHORA (1) A judiaria nova (1) A JUDITE É BIOSSUSTENTÁVEL? (1) A Juventude (1) A lagartixa e o jacaré (188) A lagartixa e o jacaré - Alternativas (1) A lagartixa e o jacaré - O Método (1) A Lagartixa e o jacaré - Parado e... inundado de incompetência (1) A lagartixa e o jacaré - Regressar aos mercados em 2013 (1) A Lagartixa e o Jacaré - Vem aí mais um (1) A Lagartixa e o jacaré. O Híbrido (1) A LAGOSTA (1) A Lancheira (1) A LATA DO BLATTER (1) A lição do novo escândalo do Facebook: cuidado com as aplicações das redes sociais (1) A Linguagem do Coração (1) A livraria que deixara de ser livraria e quer voltar a ser livraria. Livraria Lello (1) A loucura dos grandes (1) A luta de uma vida (1) A MÃE D'ÁGUA (1) A MÃE DE TODAS AS GUERRAS (1) A Maior Flor do Mundo | José Saramago (1) A mais antiga rua do Porto (1) A Mamã (1) A MANA VENDEU A TAP (1) A mancha (1) A MÁQUINA DE CORTAR FIAMBRE (1) A marcação de território do macho ressabiado (1) A MATEMÁTICA DO CASAMENTO (1) A meditação não funciona (1) À memória de Miguel Veiga: já não se fazem muitos assim (1) A MENINA DE ALEPO (1) A Missão (1) A Montanha Entre Nós | Verão Danado | LUCKY (1) A Moral Conjugal (1) A MORTE DA CULTURA LITERÁRIA (1) A Morte de Estaline (1) A MORTE GLOBAL (1) A MULHER DO GENERAL (1) a mulher que arranca monstros do barro (1) A MULHER TEM DE SER ESPERTAMENTE PARVA (1) A MÚSICA PORTUGUESA ESTÁ A MUDAR (1) A MÚSICA QUE EMBALA O MUNDO (1) A NATUREZA DA ESQUERDA (1) A nova Internacional (1) A Nova Normalidade (1) A Odisseia (1) A OUTRA (1) a outra Dulce Pontes (1) a P e B (1) A parte invisível do muro (1) A partidocracia em todo o seu esplendor... (1) A Partir de uma História Verdadeira (1) A PASTA DE DENTES (1) A PEREGRINA (1) A Pesca do Salmão no Iémen (1) A PICOTA E O PELOURINHO (1) A política do alho-porro (1) A PONTE DO POÇO DAS PATAS (1) A Ponte dos Espiões (1) A popularização da economia (1) A PORTA DA CASA DE BANHO (1) A PORTA DAS VIRTUDES (1) A Porta do Sol (1) A poucos meses do glorioso 1640 (1) A Praça da Batalha (1) A Praça da Erva (1) A PRAÇA DA FEIRA DO PÃO (1) A PRAÇA DA RIBEIRA (1) A Praça de S. João (1) A Praça do Infante (1) A PRAXE É DOS TOLINHOS (1) A pretexto do Brasil (1) A primeira manifestação do sindicato do Governo (1) A PRIMEIRA MULHER (1) A prisão e o poder (1) A PROPÓSITO DA WEB SUMMIT (1) A Propósito de Llewyn Davis (1) A PROSTITUTA E O ASNO (1) A PULSEIRA FIT VAI MANDAR NA HUMANIDADE (1) A QUEDA E AS INSTATEENS (1) A QUEDA É LIBERTADORA (1) A QUESTÃO DO GLÚTEN (1) A Quietude da Água (1) A QUINTA DA PONTE (1) A quinta do Covelo (1) A quinta dos Huetes (1) A Rapariga de Parte Nenhuma (1) A RAPARIGA DINAMARQUESA (1) A Rapariga Que Roubava Livros (1) a realizadora que também vendia queijos (1) A redacção da vaca a bombar (1) A redenção da Lello (1) A REFORMA DÁ UMA NEURA TERRÍVEL (1) A refundação (1) A religião do mal? (1) A rendição do jornalismo (1) A resistência dos "estranhos companheiros de cama" (1) A responsabilidade dos “não há alternativa” no ascenso do populismo (1) A Rua da Estrada (1) A Rua da Fábrica (1) A Rua da Rainha (1) A Rua das Congostas (1) A rua das meninas bonitas (1) A Rua de Belomonte (1) A Rua de Cimo de Vila (1) A RUA DE ENTRE VENDAS (1) A Rua de Sobre-o-Douro (1) A Rua do Bispo (1) A Rua do Cristelo (1) A Rua do Miradouro (1) A rua do Ouro (1) A Rua dos Brasileiros (1) A RUA DOS CANOS (1) A Rua dos Carapuceiros (1) A Rua dos Clérigos (1) A RUA DOS FERRADORES (1) A RUA DOS LAVADOUROS (1) A Rua dos Moinhos (1) A Rua dos Quartéis (1) A RUA ESCURA (2) A rua mais antiga (1) A saga das avaliações (1) A Saleta do meio (2) A Sé portucalense (1) A SÉRIE E A CIDADE (1) A Seta - André Sardet e Mayra Andrade (1) A Suécia (1) A SUICIDADA DA SOCIEDADE (1) A Teia de Gelo (1) A tempestade perfeita (1) A torre das Virtudes (1) A TUA ÚLTIMA OPORTUNIDADE (1) A ULTRA DIMENSÃO (1) A união nacional (1) A VAIA DE ISTAMBUL (1) A van da minha avó (1) A VELHA LUTA DE CLASSES (1) A VERDADE DÓI (1) A vergonha (1) A Viagem (1) A Viagem dos Cem Passos (1) A Vida de Adèle (1) A Vida de Brad (1) A vida de uma lenda (1) A Viela da Neta (1) A Viela do Açougue (1) A VIELA DOS POÇOS (1) A Vila Baixa (1) A VINGANÇA COME-SE QUENTE (1) A VINGANÇA DE NAPOLEÃO (1) A Visita (1) A VOZ DA RESISTÊNCIA (1) ABBA (1) ABRI-LHE OS OLHOS (1) ACABEM DE VEZ COM OS ZOMBIES (1) Academia Contemporânea do Espetáculo/ACE-Teatro do Bolhão (1) Acelerar num beco sem saída pensando que é uma auto-estrada (1) Acertar nas previsões (1) ACIMA DA FEIRA DO GADO (1) Acima de tudo a liberdade (1) ADEUS (1) ADEUS E ATÉ JÁ (1) ADOLESCENTES ALCOÓLICOS (1) ADRIANO (1) AEROPORTO DO PORTO pORTO (1) Aeroportos (1) AFASTA DE MIM ESSA COZINHA (1) AFIAR O MACHADO (1) AFIRMEMOS A IGUALDADE DE GÉNEROS SEM TEMORES (1) Afurada (1) AGNUS DEI (1) Agora ou Nunca (1) AGRADECIMENTO HUMILDE AO GOVERNO PELO ANO FABULOSO QUE SERÁ 2013 (1) ÁGUA (1) Aguda (1) Aguenta-te aos 40 (1) Águia d'Ouro (1) Agustina Bessa-Luís (1) Agustina Bessa-Luís - Nasci Adulta e Morrerei Criança (1) AI O CAR_ _ _O! (1) Ainda é possível mudar o mundo (1) Ainda há coisas novas para descobrir sobre eles (1) ALENTEJO (1) Alfredo Barroso (1) Alfredo Cunha (9) Algumas notas sobre as autárquicas (1) (1) Ali - O Caçador (1) ali tão longe! (1) Alice (1) ALLAHU AKBAR (1) alô (1) Amanhã (1) Amanhã mandam elas! (1) Amar (1) AMAR A ALEMANHA (1) Amar Pablo (1) Ambiente (1) Amêijoas (1) american girl in italy Assédio ou diversão? (1) American Honey (1) AMI (3) Amigos Improváveis (1) Amnésia (1) Amor (2) Amor Impossível (1) AMOU-ME E DEIXOU-ME (1) Amour (1) Amy (1) Ana Moura (3) ANA PAULA VITORINO “A MINHA PREOCUPAÇÃO FOI DIZER A ANTÓNIO COSTA QUE TINHA CANCRO E ESTAVA DISPONÍVEL PARA SAIR” (1) Anabela (1) Anabela Moreira (1) Anabela Natário (14) Anael (1) Análise ou vontade (1) André Sardet (1) Angelina Jolie (1) Angola (4) ANGOLA ME LIGA (1) ANIKI-BÓBÓ (1) ANIMAÇÃO (1) Animação 3d (1) Animais (2) Ano Novo? (1) Anomalisa (1) Anomalisa. Os autómatos disfuncionais da terra dos call centers (1) ANSELMO RALPH (1) ANSELMO RALPH O que o faz correr? (1) Antes da Meia-Noite (1) ANTES DE ÁLVARO DEPOIS DE SIZA (1) Antes pelo contrário (2) ANTIGO GOVERNO CIVIL (1) Antoni Gaudí (1) Antónia Rodrigues (1) António Barroso (2) António Costa (1) António Fogaça (1) António Guterres (1) ANTÓNIO LOBO ANTUNES (2) ANTÓNIO RAMALHO EANES (1) AO CONTRÁRIO DO QUE DIZ O PESSOAL DA BANCA (1) Ao portão (1) Ao tanger do sino (1) Apagar o fogo com uma chuva de dinheiro (1) APALERMADOS (1) APESAR DE MAL COMPREENDIDO (1) Apostas (1) APRENDAMOS A POBREZA COM OS POVOS DA PAPUA E SIGAMOS O SEU EXEMPLO (1) Aquário da Aguda (1) Aquarius (2) AQUI HÁ CATFISH (1) ÁRABE? LATINO? TUGA? SUSPEITO! (1) Arcade Fire (1) Aretha Franklin 1942-2018 (1) ARGVS Luísa Amaro (1) Aristides de Sousa Mendes (1) Arnaldo Trindade (1) Arquipélago das Berlengas (1) Arquitectura (2) Arquitetura (2) Arte (8) ARTIGOS PARA ENTREGA IMEDIATA E DE UTILIDADE EVIDENTE PARA O GOVERNO (1) AS AVENTURAS DE UM “AVÔ” NUMA STARTUP (1) As balizas do rio Douro (1) AS BARREIRAS DA CIDADE (1) AS BEBÉS MUTILADAS DA GUINÉ (1) As capelas de S. Roque (1) AS CARMELITAS DESCALÇAS (2) As cheias de 1967 (1) As Cinquenta Sombras de Grey (1) As coincidências não são apenas coincidências (1) AS COISAS COMO SÃO (1) AS CONGOSTAS (1) As desculpas insuportáveis dos meninos de Torremolinos (1) AS DUAS FACES DE PAULA REGO (1) As eleições mais participadas (1) As eleições que não foram europeias (1) AS ELITES (1) As elites bem falantes ou as noções básicas de democracia (1) AS EMPRESAS DO PASSOS (1) AS ESCADAS DA ESNOGA (1) As escadas das padeiras (1) As escolhas de um congresso (1) As feiras da praça (1) As fotografias em que Malkovich é... tudo (1) AS GAMBAS (1) As hortas do Reimão (1) AS JANEIRAS MAIS OS REIS (1) As judiarias portuenses (1) AS LÁGRIMAS DE CROCODILO (1) AS MAIORIAS E O VESTIDO (1) AS MÃOS E OS FRUTOS (1) AS MENINAS E AS MÃES (1) As Mil e Uma Noites: Volume 1 (1) As Mil e Uma Noites: Volume 2 (1) As Mil e Uma Noites: Volume 3 (1) AS MONJAS DE S. BENTO (1) AS NAILS DAS BARBIES (1) As necrologias (1) As Neves do Kilimanjaro (1) AS NOSSAS MALALAS (1) AS NOVAS CORTESÃS (1) As Nuvens de Sils Maria (1) AS OUTRAS ESTRELAS DO EURO (1) As páginas perdidas da história do Boavista (1) AS PALAVRAS (1) AS PEÇAS QUE NUNCA ENCAIXARAM (1) AS PIN-UPS DO FEMINISMO (1) As ruas de Belomonte (1) AS SENTENÇAS (1) As Sufragistas (1) AS TOLERADAS (1) As trombetas do poder (1) AS ÚLTIMAS PALAVRAS DE CRISTO NA CRUZ (1) Às vezes (1) ÀS VEZES TENHO VERGONHA… (1) As Voltas da Vida (1) ASSASSINO DE DINOS (1) Até à Eternidade (1) Até ao Verão (1) até não sei quando (1) Até que o Fim do Mundo nos Separe (1) Athos (1) Atlântida (1) atrizes (1) Audi R8 X Kawasaki Ninja ZX10R X Suzuki GSXR1000 (1) Autárquicas (1) Automóveis (1) Aveleda (1) Avelino Carneiro (1) Avelino Carneiro e o Teatro de revista (1) Avenida Sidónio Pais (1) Aviso a tempo (1) Axilas (1) Bad Investigate (1) BAIRRO DO RIOBOM (1) BALANÇO CINEMA (1) Banca (1) Bandalusa (1) BANGLADESH (1) BARALHOS MARCADOS (1) Barbara (1) Barrigas de Aluguer (1) Barry Lyndon (1) BASTA DE HISTORIETAS DE CASAIS (1) BATALHAS PERDIDAS (1) Beber e Cantar (1) Beco de S. Marçal (1) Bel Ami (1) BELEZA AMERICANA Carey Fruth (1) Bellamy (1) Bernie - Morre e Deixa-me em Paz (1) BES SEGUE PRA BINGO (1) Best Youth (1) Bestas do Sul Selvagem (1) Beyoncé (1) Big brother: movimentos bancários de 1000 euros passam a ser investigados (1) BISPOS E FRADES (1) BLÁ (1) BLÁ DO B.H.L. (1) Black Mass – Jogo Sujo (1) Blue Jasmine (1) BOAS FESTAS (1) Boavista (1) Boavista Futebol Clube (1) BOB DYLAN (2) Bolero (1) Bolero De Ravel (1) BOLHÃO (1) Bom Natal (1) Bom Sucesso (1) BOND (1) BONITO E RICO (1) BOUVARD E PÉCUCHET (1) Boyhood - Momentos de uma Vida (1) Braga (1) brancos (1) Brandi Carlile (1) Brandi Carlile - The Story (1) BRANGELINA E O FIM DOS POWER COUPLES (1) BRASIL COLLORIDO (1) Brasília (1) Brave - Indomável (1) BREAKING BAD (1) BREXIT BLUES (1) Bridesmaids (1) BRING BACK OUR GIRLS (1) Brit Floyd (1) Bruxelas quer... (1) BUD SPENCER (1) BUDISTAS E CAPITALISTAS FELIZES (1) BUTE RING FENCING AÍ? (1) Caçadores de Cabeças (1) CADA VEZ MAIS ESTÚPIDOS (1) Café da Porta do Olival (1) CAFÉ MAJESTIC (1) Café Society (1) CAGALHOTO: O NOVO HERÓI DE LISBOA (1) Cais de Gaia (1) Calçada da Natividade (1) CALÇADA DAS CARQUEJEIRAS (1) Câmara Municipal do Porto (1) CAMARADAS E CAMARADOS (1) CAMILO PERDEU-SE POR AQUI... Nissan (1) Caminho Português (3) Caminhos de Santiago (1) Campanhã (1) CAMPO DA REGENERAÇÃO (1) Cancela da Velha (2) Canidelo (1) Canidelo e Madalena (1) Cannes 2012 (1) CANSARAM DE SER SEXY? (1) Cântico dos Cânticos (1) Caos irrevogável ou ordem revogável? (1) CAPELA DE S. SEBASTIÃO (1) CAPELA DE SANTO ANTÃO (1) Capital Humano (1) CARA DE ENJOADA. FALSA OU VERDADEIRA? (1) Caridade e solidariedade (1) Carl Orff (1) Carlos Alberto (2) Carlos Luís Ramalhão (1) Carlos Tê (1) Carminho (1) CARNAVAIS (1) Carnaval (1) Carol (1) CAROL | TODOS OS ADULTOS TÊM SEGREDOS (1) Carqueijeiras (1) Carrie (1) CARRIE FISHER 1956-2016 (1) CARTA A DOM ISALTINO (1) Cartas Abertas (4) Cartas da Guerra (1) Cartas portuguesas a Ludwig Pan (1) Carvão Negro (1) CASA COM HISTÓRIA (1) Casa da Arquitetura (1) Casa da Música (1) CASA DE PAPEL (2) Casal e campo do Pombal (1) casas e salários penhorados já não são notícia (1) Cascata Sanjoanina Porto S.João (1) Caso Maddie (1) Castro (1) CATALUNHA (1) Cavalo de Guerra (1) Cavalo de Turim (1) Cavalo Dinheiro (1) Cebola crua com sal e broa (1) Cedo Feita (1) CELEIROS DA CIDADE (1) Cem anos de mistificação (1) Cemitério do Prado do Repouso (1) Cemitério novo do Olival (1) Censura (1) Censurar (1) César Deve Morrer (1) César! (1) Cesária Évora (1) Chama-me pelo Teu Nome (1) CHEIO DE DANTAS (1) Chocolate (1) CHOCOLATE É PECADO (1) Ciclo Interrompido (1) Cidade Dividida (1) Cidade do Porto (386) CIMA DO MURO (1) Cinema (510) CINEMA À 5ª (1) Cinema Batalha (1) Circo sem animais: deixar de fora “quem não escolheu estar ali” (1) Claques (1) Clara Ferreira Alves (214) Clash (1) CLÁUDIO TORRES “FOI NA PRISÃO QUE RECEBI O PRIMEIRO ABRAÇO DO MEU PAI” (1) Clérigos e 31 de Janeiro (1) Clint Eastwood (1) CLÓRIA (1) Cloud Atlas (1) Coisas que dão vontade de rir ou talvez não (1) COISAS QUE NINGUÉM SABE E QUE ME APETECE PARTILHAR CONVOSCO (1) Coisas que nunca mudam (1) Colégio de órfãs (1) Coletânea de imagens sobre o Porto (1) COM A CABEÇA NA NUVEM (1) com o PCP)... (1) COM RETICÊNCIAS (1) COMANDOS (1) Combater Trump todos os dias (1) Comendador Marques Correia (39) Comendador Marques de Correia (13) Como a Galiza reduziu para metade a área ardida | O demónio dos incêndios (1) Como chegar a deputado (1) Como é que eu faria? (1) COMO É QUE ISTO NOS ACONTECEU (1) COMO EU AJUDEI O PEDRO (E O PASSOS COELHO) A REMODELAR O GOVERNO (1) COMO FALAR BANALIDADES (1) COMO FAZER UMA LEI TÃO CLARINHA (1) como Hitchcock mudou o papel da arquitetura no cinema (1) COMO HOLLANDE SALVOU A EUROPA DE UMA TOTAL CATÁSTROFE NEOLIBERAL (1) Como nascem os Brunos de Carvalho. E porque devem ser mortos à nascença (1) Como Nossos Pais (1) COMO ÓSCAR E CABÍRIA (1) COMO PASSOS PODE FAZER UMA REMODELAÇÃO COMO NUNCA NINGUÉM VIU (1) COMO POR O POVO A PAGAR IVA SEM RECORRER A TRUQUES BARATOS (1) COMO UM TAL SÓCRATES RECONQUISTOU O PODER “AQUI MUITO HÁ RECUADO” (1) Como Um Trovão (1) Como ver claro no meio de tanto nevoeiro e fogo-de-artifício? (1) complacências e agressividades (1) COMUNISMO CHANEL (1) Concerto de Aranjuez (1) CONDENADOS À ESCRAVATURA E AUSTERIDADE (1) CONDENADOS À MORTE (1) CONDENADOS À MORTE 2 (1) CONDENADOS À MORTE 3 (1) CONDENADOS À MORTE 4 (1) CONDENADOS À MORTE 5 (1) Confissões de um animalicida (1) Confusion de Confusiones (5) Confusões sobre a violência (1) conseguimos ver as palavras à nossa frente mas não sabemos como agarrá-las (1) Contos Cruéis da Juventude (1) CONTRA TOLERÂNCIAS (DE PONTO) (1) Contrbando (1) Convento Corpus Christi (1) CONVERSA AMENA COM UM SENHOR COM QUEM É RARO TER CONVERSAS AMENAS (1) CONVERSA COM O ESPÍRITO SANTO A PROPÓSITO DO MUITO QUE TEM POR FAZER (1) CONVERSA DE UM VELHO CONFUSO (1) Corações Perdidos (1) Córdova (1) Corpo Celeste (1) CORRER A CHOQUES ELÉTRICOS (1) Cortinha sobre o monte (1) Cosmopolis (1) COSTA SENTADO NO BANCO (1) CR desprezou Hollande e gozou o prato (1) CRIARAM O FITNESS DARWINIANO (1) Crime à Segunda (10) Crime e Pecado (1) CRIMES CONTRA MULHERES (1) Crimson Peak: A Colina Vermelha (1) CRISE DE MEIA IDADE (1) CRÓNICA DE UM NEURÓTICO (1) Crónica Urbana (31) CROSSFIT (1) Cuba (1) Culpa do ratíng "lixo" é de Portugal ser uma democracia... (1) Curta-Metragem (1) D. Hugo e o Burgo (1) D. Manuel Martins: “Que ninguém passe fome. Ninguém” (1) da “América profunda”. E Trump eleito (1) DA ALEMANHA À CHINA DE COMBOIO (1) Dá cá dinheiro para pôr a render... para os meus amantes (1) DA LALOFOBIA (1) da mina sobram relatos de sangue (1) Da Proteção Civil a Marta Soares (1) DAD BOD ESTÁ NA MODA? (1) DAESH (1) Dama de Ferro (1) Dança (2) Daniel Oliveira (4) Daniel Pinheiro (1) DAQUI EM DIANTE ACABOU O PORTUGAL POBRE. SOMOS RICOS (1) Dave Brubeck (1) DAVID (1) David Bowie (1) De «Vertigo» a «Psycho» (1) De Aguardenteira a incendiária (1) De Camionete (1) DE CANNES A PARIS (1) DE COMO O CRONISTA RESOLVE INVOCAR O PENSAMENTO DE JERÓNIMO DE SOUSA (1) De Dijsselbloem a Centeno (1) DE FRALDAS EM LISBOA (1) de João Canijo: “Não é possível representar uma peregrinação sem a fazer” (1) DE MEIA-LECAS A LECAS (1) DE MIUDEZAS ESTAMOS TODOS FARTOS (1) De noite todos os gatos são pardos (1) De Olhos bem Fechados (2) DE QUE SÃO FEITOS OS RICOS? (1) DE ROUILLE ET D'OS (RUST AND BONE) (1) De Sobreiras à Cantareira (1) DE TORREMOLINOS A LLORET E CANCÚN (1) Dead Combo (1) Debaixo da Pele (1) DECAPITAR CORPOS PARA O TELEMÓVEL (1) Decorações de Natal (1) Defuntos (1) deitou-lhe as mãos e… matou-o (1) Demolição (1) Dentro de Casa (1) Depois das lágrimas (1) Depois de Maio (1) Derradeira Viagem (1) Descansem (1) descansem e depois queixem-se (1) Descaradamente Infiéis (1) Desejamos a todos bom Natal e bom ano (1) Desespero (1) DESFADO (1) Desligados (1) DESMOND MORRIS (1) DESPEDIDO (1) DESPOJOS DO TARRAFAL (1) Desporto (4) DESSA GUERRA TANTAS VEZES SILENCIADA (1) Deste Lado da Ressurreição (1) DETROIT CIDADE-FANTASMA que já está a renascer (1) DEU-ME ASAS (1) Deus abençoe Clint (1) Deus Branco (1) DIÁRIO DE UM HOMEM INFORMADO (1) diário de um psiquiatra (38) Dicionário dos nossos dias (1) diga qualquer coisa (1) diga-se de passagem (1) Dino d´Santiago (1) Disturbed (1) Divine Shape (1) Divine Shape: O Inverno do Porto mudou a minha roupa (1) DIZ O MELHOR VENDEDOR DE LEGUMES DA PRAÇA (1) dizem eles (1) DJANGO LIBERTADO (1) do glamour à decadência (1) do lado de Gaia (1) DO LESTE E DO OESTE (1) Do Olival a Cedofeita (1) DO SOCO (1) DO VALE TUDO AO MMA (1) Documentário (14) Dois Dias (1) Dois Papas e a lei da vida (1) DOIS TELEMÓVEIS É COISA DE CRETINO (1) DON’T LIKE IT (1) DONALD (1) DONOS DE CÃES E PAPÁS TERRORISTAS (1) Donos e Portugal (1) dos Led Zeppelin (1) Douro (1) Downton Abbey (1) Duas cartas portuguesas a Ludwig Pan (1) Duas variações sobre um enamoramento (1) Dunkirk (1) Durante muito tempo vai deixar de haver notícias (1) duvido muito (1) é a condução política do PSD (1) É A FALTA DE CULTURA (1) É A PIOLHEIRA (1) É A PIOLHEIRA TOTAL (1) E Agora (1) E Agora Invadimos o Quê? (1) E agora os Reis (1) E agora? Lembra-me (1) É bem feito! (1) É BIRKIN DA PARTE DA ATRIZ OU DA CARTEIRA? (1) E ELE NEM SEQUER ERA AMERICANO (1) É EMOJIEXCLUÍDO? (1) E FORAM FELIZES PARA SEMPRE (1) É HUMANA! (1) E lembraram-se de Marx! (1) É mau para o Governo falar demais (1) É MAU RAPAZ OU UM ESTETA? (1) É melhor não saber (1) É mesmo possível erradicar o problema dos sem-abrigo? (1) E se experimentassem ter um pouco mais de cuidado (1) É SER POBRE (1) E TIROU-LHE O SONO (1) E tudo Costa ganhou (1) É vê-los a defender os seus (1) E-REFUGIADOS RECEBIDOS COM E-MOJIS (1) economia (8) Éden (1) Eduardo Gageiro (2) EDUARDO GAGEIRO “SÓ NÃO VOU COM A MÁQUINA PARA O CAIXÃO’’ (1) Egg Parade (1) EIS O ESTADO DE DIREITO (1) Ela (1) Ele até pode matar a mãe (1) eleito o melhor riff de sempre (1) Elementos Secretos (1) Elena (1) Elena Ferrante (1) Eles fazem a guerra em tempos de cólera (1) Eli Wallach (1) Elíades Ochoa (1) Elogio das autárquicas (1) Elysium (1) EM BUSCA DA INFLUÊNCIA PERDIDA (1) Em Câmara Lenta (1) Em Canelas dá-se outra missa (1) EM DEFESA DA RESSACA (1) EM DEFESA DO DOUTOR RELVAS (1) EM DEFESA DO GHOSTING (1) em manutenção (57) Em nome de Deus e em nosso nome (1) Em Parte Incerta (1) EM PREFACIADA CAVAQUEIRA (1) EM TEMPOS DE CRISE (1) EM VEZ DE RELEMBRAR SEMPRE OS GALHOFEIROS (1) Emir Kusturica (1) EMIR KUSTURICA “A GUERRA TORNOU-SE UMA REALIDADE VULGAR” (1) EMMANUEL MACRON (1) Empresta-me um abraço (1) ENGANEI-ME (1) Enigma toponímico (1) Enquanto ainda estamos vivos (1) Enquanto Somos Jovens (1) Enriqueci­mento (1) Então governantes (1) ENTER PHILIP ROTH (1) entramos no tratado orçamental (1) ENTREGUES À BICHARADA (1) Entrevista a Xana dos Rádio Macau (1) ERA ASSIM (1) era assim que eu faria (1) ERAM TÃO SUAVES (1) ERGUEI-VOS CONTRA O STITZPINKLER (1) ESCRAVO. DESAPARECIDO. HERÓI. GOSTAVA DE CR (1) ESCRAVOS DO RIO (1) ESCREVER CONTRA O TEMPO (1) Escrever sobre a crise (1) ESCRITA POR ALGUÉM QUE GOSTASSE DELA (1) espanholas e catalãs (1) Esperou que o marido adormecesse e deu-lhe quatro tiros (1) espião torturado em Londres (1) Espigueiros no Soajo (1) ESPIOLHAR 0 SEU FB FECHADO? FÁCIL! (1) esquerda dura e esquerda violenta (1) Esquerda mole (1) ESSE DESCONHECIDO CHAMADO JESUS (1) Esse pântano que é ainda se ser e já não se ser um casal (1) ESSE REFRIGERANTE COM GÁS (E MUITA MÚSICA) (1) ESSES CÃES DE ATENAS (1) está alguém a governar? (1) Esta desesperante ausência de luz (1) Esta é a única forma de pelos menos 103 casais terem um filho (1) ESTA NOITE SONHEI COM POMAR (1) Esta Terra É Nossa (1) Estação da Rua de Alexandre Herculano (1) Estação Litoral da Aguda (1) ESTADO DE COMA (1) Estados falhados (1) Estamos todos fracturados (1) estás perdoado (1) ESTE DESGRAÇADO PAÍZ (1) Este é apenas um muito genérico anúncio de um problema das democracias... (1) este filme foi a maior loucura que todas nós (1) Estereótipos de na televisão (1) ESTES GAJOS NÃO SABEM FAZER REFORMAS E DEPOIS DÁ NISTO! SIGAM O QUE EU DIGO! OK? (1) ESTES IDIOTAS SOMOS NÓS (1) ESTES TIPOS SÃO PIEGAS E NEM UMA PORCARIA DE CRISE SABEM RESOLVER (1) Estou de Consciência tranquila (1) ESTUDO SOCIOCIENTIFICO: COMO DEVE SER GERIDA A EDUCAÇÃO EM PORTUGAL? (1) Estufa da Quinta da Lavandeira (1) Estufa do Parque da Lavandeira (1) ESTUPIDEZ COLETIVA (1) ESTÚPIDO (1) Ettore Scola (1931-2016) O cineasta do amor por Itália (1) Eu (1) EU ACHO QUE O EURO É PARA DAR CABO DE NÓS. E AGORA HÁ PROVAS (1) EU DEVO SER O ÚNICO (1) EU E TU (1) EU GOSTAVA QUE ESTA DÉCADA TIVESSE ACABADO (1) Eu não sei onde se vai legalmente buscar tanto dinheiro… (1) Eu quero lá saber das regras europeias e do défice do tratado orçamental (diz agora Renzi) (1) EU RADICAL ME CONFESSO (1) EUA (1) Eugénia Lima (1) EUROPA (1) Eurovisão (1) EUTANÁSIA (1) Eva (1) EVAPOROU-SE (1) Excisão (1) Explicado (1) Extremamente Alto (1) Eyes Wide Shut (1) F.C.Porto (2) Facebook (1) Faina Fluvial (1) Fake analysis (1) FALAR DOS POBRES (1) FALEMOS DO NATAL (2) Falências (1) FALHAR A REVOLUÇÃO (1) FALTA É UM BANCO BOM (1) Fantasmas da Segunda Guerra Mundial (1) Fátima (1) Fátima de manhã (1) FAZ DE CONTA (1) FAZ LÁ UMAS PERGUNTAS (1) FAZER SANGUE (1) FC PORTO | SÉRGIO CONCEIÇÃO (1) FC Porto: Estes romanos são loucos - e são poucos (1) FEIRA DO PÃO (1) Feira dos Moços e Moças (1) FEITIÇOS AFRICANOS (1) FELICIDADE TABACO E PONTO G (1) Félicité (1) Fernando conhecia Gisberta desde os seis anos. Porquê agredi-la? (1) Fernando Lopes (1) Ferrugem e Osso (1) FESTA DO AVANTE; A FESTA EM QUE SE VÊ A FORÇA DO PC (1) fica tudo na mesma (1) FICHEIROS SECRETOS (1) Fidel Castro 1926-2016. Relato de uma vida histórica (1) Fidel de Castro (2) FIDGET SPINNER (1) Filinto Melo (1) FILIPINAS NÃO (1) Filomena (1) Fim de uma história para o verão (1) Fim-de-semana em Paris (1) FIQUEM LÁ COM O PODER (1) FISCO: O silêncio dos falsos liberais (1) FIZ-ME À VIDA (1) fizemos por um realizador (1) Florbela (1) Flores (1) FLORIDA DA EUROPA (1) Foge (1) Fogo à vontade! (1) FOGO E FÚRIA (1) FOI BONITA A FESTA (1) FONTES E CHAFARIZES (1) Fontinha e Fontainhas (1) FORA DE JOGO (1) Força Maior (1) FORMAS DE REFORÇAR A COESÃO DO GOVERNO NUM MOMENTO DIFÍCIL (1) Fornos da cidade antiga (1) Fotografia (20) Fotografia SlideShow (36) Fotojornalismo (1) FRACO CONSOLO (2) França (2) FRANCISCA VAN DUNEM (1) FRANCISCO LOUÇÃ “SOU INCANSÁVEL” (1) Francisco Padinha (1) Frantz (1) FREI BENTO (1) Frei Bento Domingues (1) Fuegos del Apóstol (1) Fun (1) futebol à tarde e à noite (1) FUTURO MAIS QUE IMPERFEITO (1) Gabriel García Márquez (1) Gaia (1) GALHARDO E INTANGÍVEL (1) Galinha Com Ameixas (1) Gangsters à Moda Antiga (1) GASPAR (1) GASTÃO (1) Gaudí (1) Gelo Fino (1) Genesis (1) GENTIL MARTINS “NÃO ME SINTO NO PAPEL DE DEUS” (1) geólogo e agrimensor na Austrália (2) Germano Silva (305) Germano Silva - Historiador (1) GERMANO SILVA “Por trás de cada fachada do Porto há uma história desconhecida ou insólita” (1) GERMANO SILVA O contador de segredos do Porto (1) Gett: O Processo de Viviane Amsalem (1) Giraldinha (1) Gisberta (8) GOELAS DE PAU (1) Golpada Americana (1) Good Time (1) Good Time | ELIS | ERA UMA VEZ EM LOS ANGELES (1) GRAÇAS A DEUS (1) graffiti (2) Gralheira (1) Grand Budapest Hotel (1) Granulomatose com poliangeite (1) Gravidade (1) Grécia e Ucrânia: Europa (1) Greve dos professores (1) Grilo da Zirinha (1) Gru — O Maldisposto 3 (1) Guilhermina Adelaide (1) HÁ 180 MIL NÓS DE GRAVATA (1) há 40 anos (1) HÁ ANOS IRREPARÁVEIS (1) HÁ HOMEM (90) HÁ MILAGRES (1) HÁ MORTE PARA ALÉM DO DÉFICE (1) Há uma coisa com que concordo com Passos Coelho (e (1) HÁ VIDA NOVA NA RUA DAS FLORES (1) Hannah Arendt (1) HANNAH ARENDT E NÓS (1) Hélder Pacheco (1) Helsínquia (1) Henrique Monteiro (3) HER (1) HETEROS E HOMOS (1) Hillary Clinton (1) História (2) História de um ribeiro (1) Histórias da Cidade (2) Histórias portuenses (2) Hitchcock (1) HOJE É DIA DE ATIRAR UM MIGUEL PELA JANELA E DEVEMOS HONRAR O DIA (1) Hollywood entre Deus e os comunistas (1) homem (1) Homem Irracional (1) HOMEM? NEUTROIS? PANSEXUAL? DOIS ESPÍRITOS? (1) Homenagem a Eugénia Lima (1) HOMENAGEM ÀS CARQUEJEIRAS DO PORTO (1) Homens (1) HOMENZINHOS (1) HONRAR OS ESGALHADOS (1) Horto das Virtudes (1) Hospital do Santo Cristo (1) Hugo (1) Humanos (1) Humanos - Quero é Viver (ao vivo no Coliseu) (1) Humor (11) I AM AMERICA AND SO CAN YOU (1) I´m in love with Porto (1) Ida (1) Idade à Flor da Pele (1) IDEIAS MATINAIS REQUEREM DUCHE (1) IGREJA DE SANTA CLARA (1) Igreja dos Clérigos (1) Igreja e Torre dos Clérigos (1) Ilha de Midway (1) Imagens menos conhecidas da cidade do Porto (1) IMAGINA CÃO (1) imigração (1) IMPERATIVOS CATEGÓRICOS E KANT (1) Incêndios: claro que se vai repetir. Durante anos (1) INCÓGNITO (1) INCORREÇÃO FACTUAL E OUTRAS COISAS (1) Incrivelmente Perto (1) incumpri­mentos (1) INÊS DE MEDEIROS (1) INFIDELIDADE - DESEJO (1) Inglaterra (1) Inimigos Públicos (1) INTERNET E PORNOGRAFIA | PORNO 2.0 (1) Interstellar (1) INVASÃO CHINESA (1) Invencível (1) Ir ao Porto (2) IRAQUE (1) Irmã (1) IRRELEVÂNCIAS (1) Isabel Juliana Paim (1) Isto é o Haiti (1) J. RENTES DE CARVALHO “NASCI REBELDE E NUNCA DEIXEI DE O SER” (1) JÁ ÉS UM HOMEM! (1) JÁ NINGUÉM SE DESLIGA NAS FÉRIAS (1) JÁ PODE COMPRAR UNS SIX PACK (1) JÁ SÓ JÁ HÁ JORNALEIROS (1) Jackie (2) Janelas (1) Jantar num cemitério (1) Jardim da Cordoaria (1) Jazz (1) Jeanne Moreau (1) Jeanne Moreau | Candidinha foi-se embora (1) JEANS COM LAMA A 600 EUROS (1) Jeans não se lavam (1) JEFF BEZOS O (VERDADEIRO) DONO DISTO TUDO (1) Jersey Boys (1) JESUS VS. MOURINHO (1) João Duque (6) João Roberto (9) João Salaviza (1) JOÃO SEMEDO (1) Joaquín Rodrigo (1) Jobs (1) JOCOSA E EDUCATIVA (1) Jodie Foster (1) JOHNNY HALLYDAY | A HERANÇA DA DISCÓRDIA (1) JON (1) Jorge Fernando (1) JORGE SAMPAIO “A SOLIDARIEDADE COLETIVA SÓ FUNCIONA NA TRAGÉDIA (1) jornalista (1) José Augusto Rodrigues dos Santos (1) José Eduardo Agualusa (1) José Fonseca e Costa (1) José Gameiro (39) José Hermano Saraiva (1) José Mário Branco (1) José Pacheco Pereira (220) JOSÉ RODRIGUES (1) José Saramago (1) José Sócrates (1) JOSÉ SÓCRATES OU A FILOSOFIA PARA TOTÓS (1) JOSÉ TOLENTINO MENDONÇA (1) Journeyman: Vontade de Vencer (1) Jovem e Bela (1) Joy (1) JÚLIO POMAR (1) JÚLIO POMAR “SOU UM BOCADO CANIBAL” (1) JUNK BOND (1) Justiça à portuguesa (1) JUSTICEIRA DO INSTAGRAM (1) Juventude (1) Kaossilator (1) KARL (1) KARL MARX (1) Kátia Guerreiro e Anselmo Ralph - Não me toca (1) KEY WEST (1) Kingsman: Serviços Secretos (1) KOBANE É A NOSSA COBARDIA (1) Kogonada (1) Krzysztof Kieslowski: outra Europa (1) Kubrick (2) Kubrick 2001 odisseia no espaço explicada (1) kuduro (1) LA DOLCE VITA EM ERLANGEN (1) La La Land: Melodia de Amor (1) La vie en rose (1) LACRADO (1) Ladrões com Estilo (1) Ladrões Com Muito Estilo (1) Lady Bird (1) Lagartixa NY: o que fica das eleições americanas ganhe quem ganhar (1) Lagoa de Bertiando e S. Pedro d´Arcos (1) LARGO DE SANTO ANDRÉ (1) Largo de Santo Ovídio (1) LARGO DO AMOR DE PERDIÇÃO (1) LARGO DO COLÉGIO (1) LARGO DOS NAVIOS (1) Lauren Bacall (1) Lavandeira (1) Lawrence da Arábia (1) LE BAIN TURC (D'APRÈS INGRES) DE JÚLIO POMAR (1) Le Havre (1) Led Zeppelin (1) Lendas do Crime (1) Leonard Cohen (1) Les jeux sont faits (1) Líbano (1) Lições práticas sobre assaltos (1) Lincoln (1) Lindsey Stirling (1) Linha do Norte (10) LISBOA E LIXO E TUDO (1) Lista completa com os 100 melhores filmes norte-americanos (1) Literatura (1) Livraria Lello (1) Livro (1) LIVROS (4) Locais de tertúlias (1) Locais infectos (1) Locke (1) LOGO SOU (1) LOIRAS E HIDROGÉNIO (1) LOMA (1) Londres (1) Longe dos Homens (1) Looper - Reflexo Assassino (1) Lorde (1) Lore (1) LOUCAMENTE - DUAS MULHERES NA TOSCÂNIA (1) Louis Armstrong (1) LOURO PRENSADO É DROGA (1) LOVELACE (1) Luaty Beirão (2) LUATY BEIRÃO “JOÃO LOURENÇO JÁ GANHOU. MAS NÃO É UMA VITÓRIA JUSTA” (1) Luca Agnani (1) Luciano das ratas (1) LUCKIEST GIRL ALIVE (1) Luís Pedro Nunes (166) Luís Portela (1) LUMBER SPORN E ESCANHOADOS (1) Lusitana expiação (1) LUTA DE CLASSES (1) LUXO NACIONAL (1) Macacos e desencontros (1) Machete e a multiplicidade das vozes (1) Maçonaria (1) Mad Max: Estrada da Fúria (1) Madalena (1) MADAME LAGARDE MANDA (1) MADEIRA CONTRA MÁRMORE (1) MADONNA | WHEN I’M 64 (1) Maggie (1) Magnífico Porto (2) Magnífico Porto 11 (1) Magnífico Porto 2 (1) Magnífico Porto 4 (1) Magnífico Porto 5 (1) Magnífico Porto 6 (1) Magnífico Porto 8 (1) MAILS E LEI LABORAL (1) MAIO 68 (1) MAIO DE 68 UM RELÂMPAGO NO CÉU AZUL (1) MAIS DE 240 PORTUGUESES NAS OFFSHORES DO PANAMÁ (1) Mais exemplos para quem ainda não percebeu onde está metido (1) MAIS UM DRAMA SOCIAL PROVOCADO POR UMA MALDITA FOLHA DE EXCEL (1) MAIS UMA IDEIA ESTÚPIDA (1) Mais Uma Noite de Merda Nesta Cidade da Treta (1) Mais uma vez a política do engano (1) Mais uma vez é fácil enganar os mercadores da novidade (1) Making a Murderer (1) MAKING BRIDGES (1) MAL (1) Maléfica (1) Mamã (1) Manchester by the Sea (1) MANDA O CHANEL NOIR (1) Manda quem pode (1) Manifestações (1) Manoel de Oliveira (8) Manoel de Oliveira — Passos de Uma Vida‏ (1) Manuel Vitorino (4) Mapas para as Estrelas (1) Marcas na parede (1) MARCELO REBELO DE SOUSA Candidato presidencial “Serei politicamente imparcial (1) Marginal do Douro em Gondomar (1) Marguerite (1) Maria Antónia Siza (1) Maria Cabral (1) MARIA DE JESUS (1) Maria Filomena Mónica (2) Maria tcha (1) MARIANA MORTÁGUA "O PÉ ESTÁ NA PORTA E AGORA É PRECISO EMPURRAR" (1) Mariano Gago (1) Marine Le Pen (1) Mário Bismarck (4) Mário Soares (1) MÁRIO SOARES Sou um cidadão especial (1) Marionetas (1) Mariza (1) Marseille (1) Martha Marcy May Marlene (1) Marx (1) Mas (1) MAS AINDA VAI CONTINUAR POR UNS ANOS (1) MAS CHORO COM MÁGOA A PARTIDA DO SR. RELVAS (1) mas como é dos “nossos” não há problema (1) mas como é que se vive num País sem futuro? (1) MAS ESTOU À RASCA POR CAUSA DA CNE (1) mas não a outra face (1) mas não tanto (1) MAS NO DIA A DIA É UNS A VER E OUTROS A SOFRER” (1) mas o destino a funcionar de uma forma não linear (1) mas o que é isto? (1) mas socialmente parcial” (1) MAS SOU A FAVOR DE UM ESTADO SOCIAL LOW COST (1) MAS SOU MODERNO (1) Mas... (1) Máscaras (1) Massarelos dos mareantes (1) MATA DUAS VELHAS OU UM NOBEL? (1) Mata-os Suavemente (1) MATARÁS! (1) MATRIX (1) Mayra Andrade (1) Mean Dreams - Sonhos Perdidos (1) mecanismos e mecanização (1) Mediterranea (1) Memórias de Minhas Putas Tristes (1) MENINOS (2) Mercado do Bolhão (1) MERCADOS DA BAIXA (1) Mergulho Profundo (1) MERYL STREEP (1) Meu bom Pan (1) MEU CARO JOÃO SOARES (1) Meu caro Ludwig Pan (2) Meu caro Pan (2) Miguel Costa (1) Miguel Sousa Tavares (107) Miguel Veiga (1) MIGUEL VEIGA “Este PSD entristece-me e revolta-me” (1) MIL MILHÕES EM SUBMARINOS (1) Milagre no Rio Hudson (1) MILHÕES EM RISCO (1) Militância (1) Minas (1) MINDFULNESS (1) Minha Alma Por Ti Liberta (1) MIRA DOURO (1) MISSIVA ENVIADA A JARDIM EXPLICANDO-LHE PORQUE É QUE JÁ NINGUÉM O QUER (1) Mitos da semana:consenso (1) Mitridatismos (1) Modus operandi (1) Mondego (1) Money Monster (1) Monte (1) Monte Athos (1) Monte Mozinho (1) Montemuro (1) Moonlight (1) Moonrise Kingdom (1) MORITURI TE SALUTANT (1) Morreu a actriz Lauren Bacall (1) Morreu a inesquecível Natalie Cole (1) Morreu Leonard Cohen. Perdemos um visionário da música (1) Morreu Maria José Silva (1) MORREU O GUITARRISTA DE FLAMENCO PACO DE LÚCIA (1) Morreu Phil Mendrix (1) Morreu Robin Williams (1) morte (1) Mosteiro de Leça do Balio (1) MOTEL DE DESIGN VALE A PENA? (1) Mouzinho e Flores (2) Mozinho (1) Mr. Nobody (1) MR. THIEM (1) Mr. Turner (1) MRS. ROBINSON ERA UMA PITA (1) Mudar de Vida - José Mário Branco (1) MUDAR POR FORA PRIMEIRO? (1) Muito Amadas (1) MUJICA (1) MULHERES COM ABDOMINAIS AO ESPELHO (1) MURRO OU DA BOFETADA (1) Música (96) Música a dois tempos e recordações de uma vida (1) Música electrónica (1) Música Popular (7) Músicos de Rua (1) Na Marcelândia (1) Na Rota dos Judeus do Porto (1) Na Via Láctea (1) Nação valente e imortal (1) Nada ficará como dantes (1) nada vai mudar (1) Nada vale mais qu’a Gaia toda (1) Nadine ficou envergonhada (1) Nadir Afonso (1) Nadir aos olhos de Siza (1) namorando um assassino (1) Nana (1) Não (2) NÃO A MESMA (1) NÃO COMPREM NADA AOS CHINESES (1) Não digam que não sabiam... (1) não é de dizer qualquer coisinha? (1) NÃO EMAGRECE? É DO ADITIVO (1) NÃO ÉS NADA (1) não há milagres (1) Não há motivos para sorrir (1) Não há uma só razão para entregar a TAP (1) não licenciados (1) NÃO LIKE (1) NÃO ME EXCLUO DE NADA (1) NÃO QUERO VIVER ATÉ AOS 100... (1) NÃO SE NOTA (1) NÃO SE PODEM DAR AO LUXO DA EFICÁCIA (1) Não se preocupem com ninharias (1) NÃO SEI SE SOU O ÚNICO (1) Não vamos à procura de uma vida melhor. Vamos à procura de vida. Atrás de nós só há morte (1) NÃO VOU COMENTAR O SÓCRATES (1) Narciso Yepes (1) Natais portuenses (1) Natal (1) Natal 2015 (1) Natalie Cole (1) Natureza (2) Nebraska (1) Negação (1) Negócios (1) NEM AS FAMOSAS JOIAS DA COROA VALEM UM CHAVO. ISTO (1) NEM O VUDU ME VALE (1) Nem pão (1) Nem parece que estamos no Porto (1) Nem quente nem frio (1) nem vinho (1) Nepal (1) Neruda (1) Neruda histórico (1) Nerve - Alto Risco (1) NESTA ESQUINA HAVIA LIVROS (1) Nevoeiro (1) Nicolau Breyner (1) Niger (1) Night Moves (1) Nightcrawler - Repórter na Noite (1) Nissan Qashqai (1) NÍTIDOS NULOS (1) No 25 de Abril: os riscos para a liberdade e para a democracia (1) NO CAFÉ (1) No limite do amanhã (1) No Nevoeiro (1) Nobels they are a-changing (1) Noções básicas de direito penal. Ou de Estado de direito (1) NÓMADAS (1) Nomes de certas ruas (1) NOMES DE RUAS (1) NÓRDICOS SELVAGENS (1) NOS CAMPOS (1) Nós por cá todos bem (2) Nossa Senhora da Lapa (1) NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (1) NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DESMENTE QUAISQUER RELAÇÕES COM A TROIKA (1) NOTAS DE HONG KONG (1) Notas portuguesas (1) Notícias boas (1) Notícias do meu bairro (1) notícias manhosas e notícias preocupantes (1) Nova Escravatura Civilizada (NEC): um outro conceito de liberdade individual (1) Novo Bolhão vai ser o grande mercado de frescos da cidade (1) NUDES (1) Nunca Estiveste Aqui (1) Nunca fui às Berlengas (1) Nuno Sousa (4) O (1) O "almazém" do rei (1) O "NOSSO" SANTO ANTÓNIO (1) O “MAMADING” NÃO É O FIM DO MUNDO (1) O “TESOURO VIVO” DO SIZA (1) O “trumpismo” nacional (1) O adeus de um lutador social (1) O ADJUNTIVO MARQUES MENDES (1) O adolescente retardado traduzido automaticamente (1) O Adolfo é o futuro (1) O ADULTÉRIO VIA NET ACABOU (1) O alcoviteiro (1) O Amante de Um Dia (1) O AMOR DA SUA VIDA ESTÁ NUM RAIO DE 1 KM? (1) O anátema sobre os não-TINA (1) O ano 2013 visto pelo pensamento positivo (1) O ano visto por António Guterres (1) O antigo Palácio (1) Ó António (1) O anunciador da morte (1) O arco de Sant'Ana (1) O ataque "aos que ainda têm alguma coisa" (1) O BAIRRO DA SÉ (1) O bairro dos Banhos (1) o bairro dos livros Porto (1) O BANQUEIRO E O BANCÁRIO (1) o bichinho de conta (1) O BLÁ (1) O BOT QUE ACABOU LOBOTOMIZADO (1) O braço do Sá da Bandeira (1) O BURGO EPISCOPAL (1) O burguês da Foz que tomou de assalto a Câmara do Porto (1) O CABARÉ E O MACACO (1) O café Camanho (1) O café Chaves (1) O Cais da Estiva (2) O Caminho (1) O campo das barreiras (1) O Capital (1) O CAPITAL SEGUNDO THOMAS PIKETTY (1) O Carmo e os carmelitas (1) O CARRO MAIS SEGURO DO MUNDO? (1) O Casal Ventoso espalhou-se por aqui (1) O Caso Spotlight (1) O Castelo da Sé (2) O CAVALO DE CALÍGULA (1) O Chef (2) O CIRCO BES (1) O Círculo | FÁTIMA | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL.2 (1) O CLUBE (1) O Clube de Dallas (1) O clube dos bem-pensantes (1) O Condado de Massarelos (1) O Conselheiro (1) O Conselho de Estado irreal (1) O Cônsul de Bordéus (1) O culto à Senhora da Lapa (1) O DEBATE (1) O desastre do PS (1) O Desconhecido do Lago (1) O deserto (1) O Desolado (1) O desprezo pelos manifestantes da CGTP (1) O DETETIVE QUE QUERIA DECIFRAR A SUPREMA INTRIGA (1) O Dia Antes do Fim (1) O DIA EM QUE VEIO O MAR E ENGOLIU TUDO (1) O dia seguinte (1) O DIABO NO CORPO (1) O DIABO QUE NOS IMPARIU (1) O Diário de Uma Rapariga Adolescente (1) O dilema do futuro (1) O Ditador (1) O DOC QUE VAI MUDAR A TV (1) O drama do fim de férias (1) O drone deles sobrevoou o melhor destino europeuCidade do Porto (1) O E- PELOURINHO ESPERA POR SI (1) O EL ESTÁ A MATAR-NOS (1) O ELEFANTE BRANCO ERA UM PATO BRAVO (1) O elogio dos jornais (1) O Encantado (1) O ESPERMATOZOIDE COBARDE (1) O ESPLENDOR DE PORTUGAL (1) O esplendor do politicamente idiota (1) O Estado disforme (1) O estado do Estado de direito (1) O Estado perigoso (1) O evento (1) O FADO JÁ É OUTRA COISA (1) O FAROLIM DE FELGUEIRAS (1) O federalismo europeu entra a pouco e pouco às escondidas (1) O FIM DA ESCRITA MANUAL (1) O Fim da Inocência (1) O fim dos antibióticos (1) O foral de D. Manuel I (1) O Frágil Som do Meu Motor (1) O Fundador (1) O Fundamentalista Relutante (1) O Gangue de Hollywood (1) O GAYDAR (1) O Gebo e a Sombra (1) O General sem Medo (1) O GENOCIDA AFRICANO (1) O Germano é doutor (1) O GORILA QUE HA EM NÓS É UM IDIOTA (1) O Governo (?) a voo de pássaro (1) O Guarda (1) O HAMSTER (1) o Hércules maldito (1) O HOMEM A QUEM TIRARAM A SOMBRA (1) O homem do relógio que goza connosco (1) O Homem Duplicado (1) O homem é mesmo perigoso (1) O homem e o seu sonho (1) O HOMEM POR DETRÁS DO “GRÂNDOLA” (1) O homem primavera-verão 2015 (1) O homem que gostava das mulheres (1) O HOMEM QUE NÃO VEMOS (1) O Hotel de Francfort (1) O INCRÍVEL CASAL EANES (1) O INÍCIO DEPOIS DO FIM (1) O Inquieto (1) O IRAQUE NUNCA EXISTIU (1) O isolamento do Governo (1) O JERRICÃ (1) O Jogo da Imitação (1) O JOGO VISTO DE TIMES SQUARE (1) O Lado Bom da Vida (1) O LADO LOUCO DOS GÉNIOS (1) O Largo de Santo Elói (1) O LARGO DO PADRÃO (1) O linchamento de José Sócrates (1) O Lobo de Wall Street (1) O LOBO DO MAR QUE É O SENHOR DO RIO (1) O lugar do Ouro (1) O MACHETE E UM CHUCHU (1) O MACHISMO É O NOVO FEMINISMO (1) O MACHO ASSINALADO (1) O MAIOR INIMIGO (1) O MAIOR NEGÓCIO DO MUNDO (1) O manancial de Camões (1) O Mede Vinagre (1) O MELHOR PSICOPATA DE SEMPRE (1) O menino e o lobo (1) O Mentor (1) O MERCADO DE USADOS (1) O mercado do Bolhão (1) O MERCADO DO PEIXE (1) O MESSIAS (1) O Messias de Händel (1) O Meu Belo Sol Interior (1) O MEU CAVALO POR UM SENSOR (1) O meu cepticismo (1) O Meu Maior Desejo (1) O MEU RANGE E UMA "ELA"! (1) O MEU REINO POR ESSE ARROZ (1) O MILHÃO VARIÁVEL DO ULRICH (1) O MOMENTO PRUDÊNCIO (1) O MOMENTO ZERO DO INCÊNDIO EM PEDRÓGÃO (1) O Monge (1) O MONTE DAS FONTAINHAS (1) O MONTE DE GERMALDE (1) O Mordomo (1) O morgadio do Carregal (1) O Mosteiro renascido (1) O MULLAH OMAR E NÓS (1) O mundo ao contrário (1) O murinho de S. Domingos (1) O Muro Europeu (1) O NATAL PORTUGUÊS INSTALADO NUMA MONTRA (1) O Natal visto da véspera (1) O NETO DO PIÃO (1) O NOSO É NOSO (1) o nosso (1) O NOVO E OS VELHOS DO PS (1) O novo-chique (1) O Oásis (1) O OVO DA SERPENTE (1) O PAÇO DA MARQUESA (1) O padrão de Santo Elói (1) O País a ser enforcado e a GNR não actua (1) O País que foi do vinho e agora é da cerveja (1) O PAÍS QUE VAI AFUNDAR-SE (1) O Palácio de Cristal (2) O Papa bolchevista (1) O papel selado (1) O Pasmatório dos Lóios (1) O PASSAL DOS CÓNEGOS (1) O PASSARITO E O PASSARÃO (1) O PASSEIO DA GRAÇA (1) O patinho feio dos mares é o novo cisne do gelo (1) O PEIXE OU A CANA? (1) O PEQUERRUCHO DO PS (1) O PERDÃO (1) O PERIGO DE VOAR NA TAP (1) O PESADELO SÓ AGORA COMEÇOU (1) O Pintor e a Cidade (1) O PISTOLEIRO BORGES (1) O plano: ter o homem certo em São Bento (1) O POÇO DAS ILUSÕES (1) O Poço dos Patas (1) O Polícia (6) O politicamente correcto faz mal à cabeça: o "trabalho sexual" (1) O Porfírio do Cimbalino e a Balança Falante (1) O PORTO DE MIGUEL ARAÚJO (1) O Porto no Inverno (1) O povo é quem mais ordena (1) O Presente (1) O preso 44 e o Estado de direito (1) O princípio do fim da Europa (1) O princípio do fim de Gisberta (1) O problema de opinar sobre tudo (1) O problema deve ser meu ... (1) O problema dos grandes partidos (1) O problema não são as autárquicas (1) O Prodígio (1) O Profundo Mar Azul (1) O PS e o vazio ideológico e político (1) O PSICOPATA (1) O Quadrado (1) O QUARTO AZUL (1) O QUARTO DO CASAL (1) O Que Há de Novo no Amor? (1) O que a privatização da TAP... (1) O que anda em 2017? (1) O que comemoramos quando comemoramos a Segunda Guerra Mundial (1) O QUE DEVE FAZER UM BOM SOLDADO SE O CAPITÃO SÓ O CONTRARIA EM TUDO? (1) O QUE É FEITO DO CINEMA AMERICANO? (1) O que é que aconteceu aos rapazes? (1) O QUE É UM CASAL (1) O que está a mudar (1) O Que Está Por Vir (1) O QUE FAZ CORRER A UBER (1) O QUE FAZER COM ESTE ISLÃO (1) O QUE ME DISSE SNOWDEN SOBRE A PRIMEIRA REUNIÃO PSD-PS-CDS NO DOMINGO (1) O que significa a visita do Papa para um homem sem fé (1) O que vai passando (1) O QUINTO PODER (1) O rapto da cultura e a caça às bruxas (1) O REGRESSO DA NAVALHA (1) O regresso de Sócrates o o império da asneira (1) O RIO DA CIDADE (1) O rio da Vila (1) O RIO DOURO (1) O rio que corre por baixo da cidade do Porto (1) O ROSSIO DA LADA (1) O Sabor da Cereja (1) O Salão de Jimmy (1) O SALVADOR E O BEIJINHO SÃO BRUTAIS (1) O SECTOR PÚBLICO (1) O SEGREDO DO CABELO DE TRUMP (1) O Segredo dos Seus Olhos (1) O SENHOR DA CIDADE (1) O SENHOR DO CARRINHO (1) O SENHOR DOS ASSOBIOS (1) O Sentido do Fim (1) O SEXO DO ANJO (1) O Shopping (1) O Silêncio (1) O silêncio voador é eletrizante (1) O sítio da Corticeira (1) O SITIO DA MEIJOEIRA (1) O sítio das Hortas (1) O sítio das Regadas (1) O SÍTIO DAS VIRTUDES (2) O sítio de Fradelos (1) O SÍTIO DO FREIXO (1) O sítio onde está a Sé (1) O Sobrevivente (1) O Som ao Redor (1) O sonho esmagado em Praga (1) O suspense e o sangue excessivo de Tarantino (1) O T (1) O TAL1% (1) O tempo das bibliotecas privadas está a acabar (1) o tempo; o sujeito (1) O Terreiro da Erva (1) O terreiro da Sé (1) O tio fazia cinemas! (1) O topónimo Liceiras (1) O TOQUE DE FINADOS DA EUROPA (1) O traço visual que caracteriza o trabalho dos principais realizadores da história (1) O TROLL DA INTERNET (1) O TUGA IDEAL É TRONCHUDINHO (1) o tumor da democracia (1) O túnel da Ribeira (1) O TÚNEL DE S. BENTO (1) O TURISTA INTRÉPIDO (1) O ÚLTIMO DIA (1) O Último Elvis (1) O UNABOMBER ESTAVA CERTO? (1) O único sítio onde Deus e o diabo estão juntos: os detalhes (1) O VALE PERDIDO DO CARCERELHA (1) o vencedor da Eurovisão (1) O VENENO (1) O veneno era para as baratas mas foi parar ao marido (1) O Vento Interno (1) O Verão (1) O VERÃO JÁ SE ACABOU (1) O western argelino (1) O.T. Genasis (1) OBAMAPARTY (1) obedece quem quer (1) Obediência (1) obra (1) OBRIGADA (1) Ocean's 8 | O poder é delas (1) Odiar Escobar (1) Oficina de São José: “Um depositório de crianças” (1) Oito coisas que tem de saber sobre #Salvadorable (1) Olha (1) Olha a Manuela cuidado com ela (1) Olha o passarinho! (1) OLHAI O PORTO A OLHAR-VOS DAS PAREDES (1) Olhando a minha Cidade do Porto desde Campanhã até à Foz (1) Olhar para cima (1) Oliver Stone (1) Omar (1) Onde antes estava Deus (1) Onde é que eu já vi isto? (1) Onde é que já vão os celtas (1) Onde estavas no 25 de Abril? (1) Onde Vamos? (1) Onofre Varela (2) OPENING SOON (1) ÓPERA BUFA (1) Operação Eye in the Sky (1) OPERAÇÃO MARQUÊS (2) Operação Outono (1) Orfeu (1) Ornitólogo O (1) Orquesta Filarmónica De Munich (1) OS "PORTUGUESES" DE CEILÃO VIERAM À TONA (1) Os “engatativistas” desmascarados (1) Os 10 regressos musicais mais memoráveis do século XXI (1) Os 15 discos mais vendidos de todos os tempos (1) Os 40 anos do 25 de Abril (1) OS 85 MULTIMILIONÁRIOS (1) Os Amantes Passageiros (1) Os arcos de Vandoma (1) Os atentados (1) Os banhos na Foz (1) Os bilderbergs e o plano de morte global (1) Os bólides dos craques (1) Os burocratas que falam demais (1) OS CAIS DA RIBEIRA (1) Os cinco filmes do Dia D (1) Os Condes de Miranda (1) OS CONGREGADOS (1) Os convites envenenados (1) OS CORRETOS (1) Os cruzeiros da cidade (1) Os dados estão lançados (1) Os debates Trump-Hillary Clinton (1) OS DESERDADOS (1) Os despojos do dia (1) Os dez melhores temas de sempre dos Genesis (1) OS DIAS DE MOURA (1) OS DIAS QUE SACUDIRAM O MUNDO (1) Os do Camanho (1) OS DOIS PAÍSES (1) Os DVD estão a salvar-me (1) Os enormes estragos feitos ao PSD (1) Os Exílios de Guernica (1) OS FACILITADORES (1) OS FALCÕES DA MALTA (1) Os Fantasmas de Ismael (1) Os filhos da nação (1) Os forais de D. Manuel I (1) Os frades seringas (1) Os franciscanos (1) Os Gatos não Têm Vertigens (1) Os génios que nos governam (1) OS GLORIOSOS ANOS 80 (1) Os Guindais e o Codeçal (1) OS HOMENS DAS FLORES (1) OS INFAMES TRUMP E PUTIN (1) Os jornais dizem que o PSD anda agitado (1) Os jornalistas não são os homens do Presidente (1) Os labirintos da Justiça e os da memória (1) Os livros que falham (1) Os melhores livros eróticos. Uma seleção de escritoras portuguesas (1) Os Mercadores e a Ribeira (1) OS MISERÁVEIS (1) Os moedeiros e o seu altar (1) Os muçulmanos não vão a Fátima (1) Os nomeados para os Óscares 2016 são… (1) OS NOSSOS AMIGOS CHINESES (1) Os nossos heróis e as nossas perspectivas (1) Os novos pobres da Comporta (1) OS ÓCULOS (1) Os Oito Odiados (2) OS OLEIROS DE S. LÁZARO (1) OS OLHOS DO MICHAEL BIBERSTEIN (1) Os outros (1) OS PADRES… (1) Os Papéis do Panamá (1) Os patrões do futebol (1) Os Pedros Sem (1) OS PRESERVATIVOS DO BILL GATES (1) OS PRIMEIROS RESULTADOS DOS PRIMEIROS TESTES DE STRESSE FEITOS A POLÍTICOS (1) Os Profissionais da Crise (1) os Rapazes e Eu (1) OS REFORMADOS DA CAIXA (1) OS RICOS PODEM E DEVEM ROUBAR OS POBRES (1) OS RICOS SÃO MAUS (1) Os riscos da polarização (1) Os riscos do voluntarismo presidencial (1) OS TRIBUTOS DOS JUDEUS (1) Os vencedores dos Globos de Ouro 2016 (1) Óscares (1) Óscares 2012 (2) Óscares 2013 (1) ÓSCARES 2014 (1) Óscares 2015 (1) Oslo (1) OTELO (1) OU COSTA OU NADA (1) Out of the box escolhas (1) Outra vez Cedofeita (1) Outro/Eu (1) outros filmes (1) OUTROS NÃO (1) outros públicos (1) Overdrive: os Profissionais (1) Ovos de Páscoa (1) OVOS DE SANTA CLARA (1) (1) Pablo Alborán (1) Paco de L´cia (1) Padres Bernardos (1) PAGAR O JANTAR É CRIME? (1) Paio de Novais (1) Paixão (1) Paixões não correspondidas (1) Palácio da Bolsa (1) Palácio das Necessidades (1) Palácio do Bolhão (1) PALÁCIO DO CONDE DO BOLHÃO (1) Palavras (1) Pão por Deus: uma tradição muito nossa (1) Para acabar de vez com a TAP (1) Para Lá das Colinas (1) PARA LÁ DAS FACHADAS (1) Para os meninos e para as meninas (1) Para quem ainda não percebeu no que está metido (1) Para quem já viu demasiados fogos... (1) Paranóia (1) Paris (1) Paris: em nome de quê? (1) Parque da Lavandeira (1) PARTE II (1) PARTILHAR UMA EPIDEMIA (1) Partir a loiça da discriminação (1) Páscoa (1) Páscoa de outros tempos (1) Pasmatório dos Lóios (1) Pasolini (1) Passeio sete (2) Passeios de Graça (1) PASSOS (1) PASSOS DIAS AGUIAR (1) Passou-lhe uma nuvem pela cabeça (1) PATERSON (1) Patrícia Carvalho (11) Património (3) Património Imaterial (2) PAULA BRITO e COSTA Ex-presidente da Associação Raríssimas - “Merecia um pedido de desculpas do país” (1) Paula Cleto (1) Paula Cosme Pinto (1) Paula Fernandes (1) Paula Rego (2) PAULA REGO “A MINHA VIDA SÃO HISTÓRIAS” (1) Paulo Cunha e Silva (1) Paulo Teixeira Pinto determinou que a sua morte será “por suicídio assistido” (1) PEDALAR ÁFRICA TODA (1) Pedro Emanuel Santos (1) Pedro Mexia (3) PELA NOVA POSSIBILIDADE DE VOTAR MENEZES EM QUALQUER LOCAL DO PAÍS (1) pelo menos para alguns (1) PELO VEGANISMO PLANETÁRIO (1) Penafiel (2) Peneda-Gerês (1) PEQUENO CONTO POPULAR ILUSTRATIVO (1) pesquisador de ouro nos antípodas sobre um mantra budista (1) Pessoal do meu bairro (1) Petite Fleur (1) Philip Seymour Hoffman (1967-2014) (1) Philly Gonzalez & Landu Bi (1) PHOENIX (1) Picasso (2) PICASSO O GRITO DO TEMPO (1) Piloto de Automóveis (1) Pink Floyd - Live at Pompeii - Directors Cut (1) Píntate los Labios María (1) PINTO DA COSTA | A IGREJA (1) PIRILAUS ESPIADOS (1) Planeta dos Macacos: A Guerra (1) Playing for Change (1) pluma caprichosa (181) Pobre país (1) Pobres como nós (1) Podemos dar o Nobel a Leonard Cohen? (1) pois então! (1) POKÉMON (1) politica (15) Política (611) política real (1) Política virtual (1) POLÍTICO JEITOSO DESEJA CANDIDATAR-SE A UMA TERRA QUALQUER (1) POLÍTICOS E O MEDO DA SELFIE (1) PONHAM O FAQUEIRO MELHORZINHO (1) PONTE DE ENTRE-OS-RIOS (1) PONTES DE BIQUÍNI E ANATOMIA (1) Popular (2) Por Detrás do Candelabro (1) Por favor (2) POR FAVOR NÃO DÊ MILHO AOS POMBOS (1) por outro lado... (1) POR UMA TEORIA DA PIC-PILA (1) PORCO E MAU (1) Porcos e cabras à solta (1) PORNO MIRRA O COISO (1) PORNO VIRTUAL? DÊ UM TEMPO (1) PORNOGRAFIA (1) PORNOGRAFIA Made in PORNTUGAL (1) Porque continuo anticastrista (1) PORQUE É FÁCIL FACILITAR” (1) Porque é que a direita portuguesa é contra a independência da Catalunha? (1) Porque é que as 35 horas são uma provocação (1) Porque é que as claques não são proibidas? (1) Porque é que há dezenas de milhares na rua em vez de centenas? (1) Porque hoje é S. João! (1) porra! (1) PORRADA NO MULTIPLEX (1) Portas e padroeiros (1) Porto (408) Porto - Cidade Fantástica - HD (1) Porto 24 (23) Porto Aberto (1) Porto Antigo (1) PORTO COM SENTIDO (1) Porto DECLARAÇÃO DE AMOR (1) Porto Nocturno (1) Porto: Adeus (1) Porto24 (6) Portp (1) Portugal (3) Portugal - A beleza da simplicidade (1) Portugal 74-75 - O retrato do 25 de Abril (1) Portugal em Detroit (1) Portugal empancado (podia ser pior) e a América a andar movida a ego (1) Portugal explora otra política (1) PORTUGAL FEIO (1) PORTUGAL FELIZ? VISITE AGOSTO NO FACEBOOK (1) Portugal gold (1) Portugal visto de longe e de perto (2) (1) Portugal visto de perto e de longe (1) Portugueses (1) POSSO FICAR NA BARRIGA DA MINHA MÃE? (1) PRAÇA DA BATALHA (1) Praça da Boavista (1) Praça de Cadouços (1) Praia da Aguda (1) PRAIA EM AGOSTO: QUAL HORROR? (1) PRAIAS FANTASMA — ANÁLISE AO ÂMAGO (1) precisamos de despartidarizar a luta contra os incêndios (1) PRECISO DE UM MILAGRE (1) Preços da cobardia (1) Presidenciais na sillyseason (1) prestamistas e massagistas (1) Primeiro Capítulo do novo livro de Miguel Sousa Tavares (1) Primeiro documentário feito com um “smartphone” fala da ”writer” Rafi (1) Prince Avalanche (1) Private Dancer (1) Privilégios de condenados (1) Procura (1) Procurem Abrigo (1) Prof. Hern^ni Gonçalves (1) Professor Bitaites (1) Professor Lazhar (1) PROFISSÃO DE FUTURO: DESTATUADOR (1) Prometheus (1) PRONTOS PARA O SACRIFÍCIO (1) Proposta de proibição do Verão para os políticos (1) psiquiatra (1) Psycho (1) Pugilistas (1) PUIGDEMONT NÃO FOI ASTRONAUTA MAS QUER VOAR ATÉ À SOBERANIA (1) PULSO AO ALTO! (1) PUTOS DA MACEDÓNIA ELEGERAM TRUMP (1) Qual é o problema com o que disse Paulo Rangel? (1) Quando o quarto é a realidade inteira (1) Quando recuperar uma ilha é um projecto de arquitectura social (1) Quando se Tem 17 Anos (1) Quando Tudo Está Perdido (1) Quarto (2) Quase Gigolo (1) Quase uma lenda (1) Quatro Leões (1) que amava a vida (1) que amava o Porto (1) Que bom seria para governar não haver tribunais nem leis (1) que chatice: vai ser preciso pensar! (1) Que Horas Ela Volta? (1) QUE O SENHOR MARCELO QUER SANEAR (1) QUE PAÍS EXTRAORDINÁRIO! (1) que se ia mexer (ou prometer mexer) no salário mínimo em vésperas de eleições... (1) QUE SE VÊ LOGO O QUE DIZ (1) QUE SECA (1) Queen - Live Wembley Stadium (1) QUEM ATIROU AS PEDRAS (1) QUEM CORRE POR GOSTO (1) Quem deu a vitória a Trump (1) QUEM DEVE ENTRAR NO GOVERNO (ANTES QUE O PAPA TIRE DE LÁ O BURRO) (1) Quem é esta gente? (1) QUEM É ESTE HOMEM QUE ESTÁ EM TODO O LADO? (1) QUEM ESCREVE O FUTURO SÃO OS POVOS” (1) Quem está a mudar a Europa? (1) Quem foi que não pediu a troika? (1) Quem ganhou as eleições? (1) Quem nos governará? (1) QUER PERDER PESO? ESQUEÇA (1) QUER SER DO BEAUTIFUL PEOPLE? (1) Querida Invicta … (1) Quinta da Aveleda (1) Quinta da Lavandeira (1) Quinta dos Condes Paço Vitorino (1) Quintin Tarantino (1) QUIOSQUE DO LARGO MOMPILHER (1) Radical Livre (1) Rádio Macau (1) Rafa (1) Raio X ao estado do ambiente (1) RAMADA ALTA (1) Ramiro (1) RATOS DA CASA (1) Ravel (1) Recuperação económica sem recuperação social (1) REFLEXÕES SOBRE AS ESCOLAS DE CRIME (1) Reflexões sobre a pátria (1) Refugiados (3) Regra de Silêncio (1) Religião (2) RELVAS PRECISA DO TAL CANAL (1) Reserva do Biosfera (1) RESTAURANTE SENTIEIRO (1) Restos de Verão (1) REVELAÇÃO SENSACIONAL: AS ÚNICAS ESCUTAS QUE VALE A PENA OUVIR (1) REVISÃO CIRÚRGICA (E SEM DOR) DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA (1) Revisão em alta (1) Ribeira (2) Ribeira de Pena (1) Ribeira do Porto (1) RICARDO SÁ FERNANDES “NÃO HÁ SÍTIO ONDE SE MINTA TANTO COMO NOS TRIBUNAIS” (1) Ricki e os Flash (1) Rio (1) Rio Corgo (1) Rio Frio (1) Rio Frio: há outro rio no Porto mas poucos sabem por onde ele anda (1) Rituais da noite de S. João (1) Robin Williams (1) Rock (2) ROCK IN BÓSNIA (1) Roda Gigante (1) Roger Waters (1) Rossio de Santa Clara (1) ROTA DA SEDA | NO RASTO DAS CARAVANAS (1) RUA 23 DE JULHO (1) Rua da Firmeza (1) Rua da Fonte Taurina (2) RUA DA MANCEBIA (1) RUA DA PONTE NOVA (1) Rua das Congostas (1) Rua de Alexandre Braga (1) Rua de Cedofeita (1) Rua de Miraflor/Espaço Mira (1) Rua de S. Filipe de Néri (1) Rua de S. Luís (1) Rua de S. Miguel (1) Rua do Bonjardim (1) Rua do Breiner (1) Rua do Laranjal (1) Rua Duquesa de Bragança (1) Rua sobre túneis (1) Ruby Sparks - Uma Mulher de Sonho (1) Rui Moreira (3) RUI MOREIRA “SER PAI FOI O QUE DE MELHOR FIZ NA VIDA” (1) Rui Reininho (2) RUI REININHO “GOSTAVA MUITO DE VER O MUNDO DE PERNAS PARA O AR” (1) Rui Santos (1) Ruína Azul (1) RUNNING E OUTRAS NOVIDADES (1) Ruth (1) S. Bento e Santo Ovídio (1) S. Filipe de Néri (1) S. Francisco de Borja (1) S. Joâo (1) S. JOÃO DA FOZ DO DOURO (1) S. João da tradição (1) S. Lázaro (1) S. Miguel-o-Anjo (1) S. Pedro de Miragaia (1) S. Roque e a peste (1) S. ROQUE NA VITÓRIA (1) S.Pedro da Cova (1) SÁ DA BANDEIRA (1) SABIA OU NÃO SABIA? (1) Sagrada Família (1) Saiba-se o que se souber (1) Saímos da troika (1) Salazar controlou tudo. Até os ousados fatos de banho das refugiadas (1) Salgado criou offshore só para pagar a Sócrates (1) Salinas de Massarelos (1) SALTO PARA A EUROPA (1) Salvador Sobral (1) Salvé (1) Salve-se o lince (1) SAMBA (1) SANGUE (1) SANGUE COAGULADO (1) Sangue do meu Sangue (1) Santa Clara (1) Santana e Sócrates: do tudo ao nada (1) Santiago de Compostela (1) Santo André (1) Santo António o Novo (1) Santo Ovídio (1) SÃO DOMINGOS (1) SÃO UNS QUERIDOS (1) SARA PREFERE CORRER (1) Sara Tavares: “Estive 8 anos sem fazer nada e não foi só por causa da doença. Estava bué zangada” (1) SAUDADES DO LANCIA AURELIA (1) Saudades dos regedores (1) SAÚDE PRIVADA OU A LIVRE EXTORSÃO (1) SCARLETT E SEXY (1) SE ELES IMAGINASSEM... (1) Se eu pudesse dividir o mundo em duas categorias (1) Se fosse a votos (1) Se não têm nada para dizer… (1) Se nós não somos a Grécia é porque somos parvos (1) SEE YA (1) Sei Lá (1) Seis candidatos à procura de um Verão (1) Seiva Troupe (1) SEIVA TROUPE - QUARENTA ANOS DE PALCO (1) SEJA LÁ O QUE FOR (1) SELADO E PONTO FINAL (1) Selecção 2012 (1) Selma – A Marcha da Liberdade (1) Selvagens (1) SEM SINAL DO CHICO FININHO (1) SEM-ABRIGO (1) Semper fi (1) Sempre a atirar para o lado a ver se a gente se distrai (1) SENHOR CARDEAL? (1) Senhor da Boa Fortuna (1) Senhor da Boa Morte (1) SENHOR DO CALVÁRIO (1) Senhora da Boa Hora (1) Senhora da Boa Viagem (1) Senhora da Graça (1) Senhora da Lapa (1) SENHORA DO PORTO (1) Sensibilidade social: quem a tem e quem a não tem (1) SER E NÃO SER LE PEN (1) Ser mosca no escritório de Álvaro Siza (1) SEREI PARA SEMPRE TUA AVÓ (1) SÉRGIO GODINHO “TENTO NÃO PERDER O QUE HÁ DE ESSENCIAL NA VIDA (1) Sérgio Sousa Pinto (1) Sergiu Celibidache (1) Serlock Holmes: Jogo de Sombras (1) Serra de Montemuro (1) Serralves (1) Serviu-lhe a morte num prato de arroz (1) Sete Psicopatas (1) SEXISMO À PARTE (1) SEXO (2) SEXO: NOVIDADES OUTONO-INVERNO (1) Sicario - Infiltrado (1) sici (1) Sidney Bechet (1) Silêncio (1) SILLY SEASON (1) SIM (3) SIM. (1) Simon and Garfunkel concerto no Central Park (1) SIMPLESMENTE MARINE (1) SÍNDROMA DE TOURETTE (1) Sinéad O'Connor (1) Singularidades da política portuguesa (1) Sítio do correio velho (1) Sittin' On The Dock Of The Bay | Playing For Change (1) Siza Vieira (5) skins e Hell’s Angels. Todos lutam pelo controlo da noite (1) SlideShow (9) Slow Life (1) SNAPS E ERRO 53 (1) SNIPER AMERICANO (1) Snowden (1) Só os Amantes Sobrevivem (1) SÓ TEM 50? CRESÇA E APAREÇA (1) Soajo (1) SOBRE O PODER ILEGÍTIMO EM DEMOCRACIA (1) Sobre-o-Douro (1) socie (1) Sociedade (1003) Socieddade (32) SOCORRO O FACEBOOK É MAU (1) Sócrates quer levar tudo com ele para um destino que ainda não sabemos qual é mas que nunca será brilhante (1) Solar de Bertiandos (1) Soldado Milhões (1) Sonhos Cor-de-Rosa (1) Sons da memória (1) Sosseguem (1) SOU DONA DE MAIS UM BANCO (1) SOU NOMOPHÓBICO. SEREI NORMAL? (1) SOU RONALDETE (1) Spielberg (2) Spirit of Lusitania (1) SPREZZATURA E O CORTESÃO DE HOJE (1) Spy (1) SRI LANKA (2) STANDISMO E VISTOS GOLD (1) Stanley Kubbrick (1) Star Wars: O Despertar da Força (1) Steve Jobs (1) Stromae - Papaoutai (1) Suburbicon (1) suor e carvão (1) Surpresa! (1) Surrealismo (1) Susana Faro (4) SUSPIRIA (1) Suzana Faro (13) Swaps e polícia (1) Synchronicity (1) TÁ? PORQUE ELES SÃO MAUS! (1) Tabu (1) TABULEIRO SUPERIOR DA PONTE DE LUÍS I (1) Take Five (1) Taken 2 [2012] (1) Tanto tempo perdido! (1) TÃO CLARINHA (1) TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS (1) tão previsível (1) TAP DANCE (1) TAUROMAQUIA | CÍRCULO DE FERAS (1) TAXAR EREÇÕES (1) TAXAS DE CAMBIO REAIS NA POLÍTICA PORTUGUESA. O QUE VALE UM MARCELO? (1) Taxi Driver (remasterizado) (1) TAY (1) tcha (1) TDT Televisão Digital Terrestre (1) Te Pintaron Pajaritos (1) Teatro (1) Teatro Baquet (1) Teatro do Bolhão (1) Tecnologia (2) TECNOLOGIA HYBRIDAIR (1) TELEMÓVEIS (1) Televisão (2) TEMEI O PRESIDENTE Z (1) Temos coligação! Que surpresa! (1) TEMOS DE FALAR SOBRE A UBER (1) Temos de Falar Sobre Kevin (1) Temos Governo? Não temos. Já há muito tempo (1) TEMOS MOEDA RICA! (1) Temos todo o tempo do mundo (1) Templo Expiatório da Sagrada Família (1) Tempo de Recomeçar (1) TEMPOS INTERESSANTES (1) TENTE MAIS TARDE (1) TENTEM AS QUEIJADAS (1) Tentem perceber (1) Teoria geral da irresponsa­bilidade (1) TERAPIA POR SKYPE É CHAPINHAR NA ÁGUA (1) Terça-feira. Levava um livro para casa (1) TEREMOS SEMPRE BARCELONA (1) TEREMOS SEMPRE SIZA? (1) TERRA DE ESCRAVOS (1) Terraferma (1) terror (1) Tesouro (1) The Bleeder — O Verdadeiro Campeão (1) The Equalizer - Sem Misericórdia (1) The Gunman - O Atirador (1) The Homesman - Uma Dívida de Honra (1) The Interview (1) The Lamb Lies Down On Broadway - Genesis (1) The Post (1) The Revenant: O Renascido (1) The Shadows 30 Years Live At The Liverpool Empire Rock Music Concert Live Music (1) The Shadows 30 Years (1) The Sound Of Silence (1) The Sun Ain't Gonna Shine Anymore (1) THE WALKER BROTHERS (1) Tiago Bettencourt (1) Timelapse - Porto In Motion (1) Tina Turner (1) TIVE UMA IDEIA (1) TODA A GENTE GOSTA DE FORÇA (1) Todo o Dinheiro do Mundo (1) Todos Querem O Mesmo + A Balada de Um Batráquio (1) TODOS SEXUAIS (1) Todos temos “o rio da nossa terra” (1) TOLERÂNCIA ZERO JÁ CHEGOU ÀS ESCOLAS PORTUGUESAS (1) Tom na Quinta (1) Tom Petty (1950 – 2017) Um adeus americano (1) TOMA 500 CAVALOS E FOGE! (1) Toni Erdmann (1) TONY (1) TONY CARREIRA (1) TONY CARREIRA. O QUE EU ANDEI PARA AQUI CHEGAR (1) TONY CARREIRRA (1) Tonya (1) Torre dos Clérigos (1) TRAIÇÃO (1) TRANCHE COM OVO A CAVALO (1) TRASEIRAS DA CORDOARIA (1) Travessa dos Congregados (1) TRÊS APONTAMENTOS SOBRE A VIDA (1) Três Cartazes à Beira da Estrada (1) Três Décadas de Esperança (1) TRÊS DESTINOS (1) Três Instituições (1) Três nomes para um rio (1) Três Recordações da Minha Juventude (1) TRÊS SALAS DE ESPECTÁCULO (1) Tripeiros (1) Trocamos? (1) TRUMBO (1) TRUMP E A ASCENSÃO DO HOMEM-BEBÉ (1) TRUMP É ESTÉRIL (DE IDEIAS) (1) TU ÉS A REVOLUÇÃO (1) Tudo é mecânica (1) TUDO ISTO NÃO PASSA DE UMA GRANDE E COMPLEXA CONSPIRAÇÃO CONTRA NÓS! (1) TUDO O QUE E PRECISO SABER ACERCA DE SWAPS E OUTRAS COISAS ÓBVIAS (1) TUDO O QUE SE PASSOU NA SILLY SEASON QUE NÃO SOUBE MAS TEM DE SABER (1) TUDO TEM UM LADO CÓMICO (1) Tully (1) Turistas em ca(u)sa própria (1) TV (4) UBER (2) Ucrânia - cuidado com os "bons" e os "maus" (1) UHF (1) UHF - Vernáculo (1) Ulisses não volta a Ítaca (1) Um Amor de Juventude (1) Um ano que vai ser insuportável –2015 (1) UM ASSASSINO DE CONTAS CERTAS (1) Um bispo inovador (1) Um caminho para ateus místicos (1) Um carvalho e duas tílias (1) um cigano e uma cega (1) Um comando não foge (1) Um crime bárbaro e espantoso: uma filha que mata e despedaça sua mãe (1) UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE (1) UM CURRÍCULO VISUAL (1) UM DIA DA VIDA DO CAMBOJA (1) UM DIA NA CORRIDA (1) Um Dia Perfeito (1) um estado da arte (1) UM GOVERNO CONTRA 0 POVO (1) UM HERÓI IMPROVÁVEL (1) Um hino à Serra (1) Um Jogo de Honra (1) Um monhé (1) UM NEGOCIADOR DOS DIABOS (1) Um novo ano. Apenas isso (1) Um Orçamento de contabilidade Criativa (1) UM PAÍS DAS CALDAS (1) Um partido sitiado (1) Um Pombo Pousou Num Ramo a Reflectir na Existência (1) Um pretexto para que não se discuta nada (1) Um Quarteto Único (1) Um Quente Agosto (1) Um Refúgio para a Vida (1) Um Santo Vizinho (1) um símbolo de transfobia (1) Uma aposta de risco em tempos de ira portista (1) Uma campanha que não leva a lado nenhum (1) UMA CARREIRA J(AN)OTA (1) Uma catedral para a matança (1) UMA CAUSA ENRIQUECEDORA (1) Uma cidade a crescer (1) Uma colecção de afectos: os rebuçados Victória (1) UMA CRÓNICA INSULTUOSA (1) uma das últimas divas (1) Uma Entrevista de Loucos (1) UMA ESTAÇÃO DE CAMIONAGEM (1) UMA EXPLICAÇÃO POLITICA BASEADA NUMA HISTÓRIA ÉTICA (1) Uma Família Com Etiqueta (1) UMA HISTORIA ANTIGA DE UM HOMEM QUE NÃO GOSTAVA DE VELHINHOS (1) Uma História de Amor (1) Uma história de espiões (1) UMA HISTÓRIA TRISTE (1) Uma imprensa livre precisa de si (1) Uma invenção necessária: o reconhecedor de spin (1) Uma Janela fechada com vista para a ‘cartilha’ (1) UMA JUVENTUDE ALEMÃ (1) Uma Longa Viagem (1) Uma manhã de meninice (1) UMA MARGEM LONGE DEMAIS (1) Uma Noite (1) Uma Nova Amiga (1) Uma praia bonita demais (1) uma preta (1) Uma quase-aldeia encravada entre gigantes de betão (1) UMA QUESTÃO DE PORMENOR (1) Uma quinta e... laranjas (1) UMA TAP COLOMBIANA (1) Uma Traição Fatal (1) Uma Vida Melhor (1) Uma vida que adiou a morte (1) UNS CAÇAVAM (1) UPGRADE GOLDMAN SACHS (1) V.EXAS DESCULPEM A EXPRESSÃO (1) VÁ PASSEAR (1) VAI (1) VAI UM BOLINHO DE BACALHAU COM BROA DE AVINTES? (1) Valdemar Cruz (10) Valter Hugo Mãe (2) Vamos à guerra e não nos avisam? (1) VAMOS GANHAR SEM PARAR (1) VAMOS LÁ FALAR DE COISAS SÉRIAS (1) VAMOS LÁ FAZER UM BEBÉ REAL (1) Vamos lá fracturar (1) VAMOS MORRER POR CAUSA DISTO (1) Van Gogh (1) Van Gogh Shadow (1) Vandoma e outras feiras (1) Vanessa Ribeiro Rodrigues (1) Variante Espiritual (2) Variante Espiritual do Caminho Português (2) VEJO (1) VEMO-NOS GREGOS (1) Vencedores (1) Vencedores da 85ª Edição dos Óscares (1) VENHA O IPHONE 7 ROSA (1) Ver claro (1) Verão (1) Vereação metida a ferros (1) VERGÍLIO FERREIRA (1) Vergonha (1) Vernáculo (1) Veronika Decide Morrer (1) Vertigo - A Mulher Que Viveu Duas Vezes (1) VESTIR O MESMO FATO (1) Viagem ao centro do Porto (1) VIAGEM AO MUNDO DAS LOJAS CHINESAS (1) Vício Intrínseco (1) VIDA DE POLÍTICO (1) Vida e Obra (1) vida ou morte (1) Vidas (quase) esquecidas (5) VIDAS SUSPENSAS (1) Vídeo (20) Vídeo de amante pulando da janela era ação do Discovery (1) Video Promocional da Cidade do Porto 2012 (1) Vídeo proposto por Marcelo mostra uma Alemanha pouco solidária (1) Vídeo timelapse da cidade do Porto para ver em 4k (1) VIELA DO CORREIO (1) Vila Nova de Gaia (3) Vilar de Andorinho (1) Vingança de Uma Mulher (1) Vinhos (1) Vintage (1) Vintage Jazz (1) VINTE ANOS DEPOIS (1) VIOLAR E MATAR EM DIRETO (1) Violette (1) VIRGÍNIA (1) Virgul (1) Visita ao Mosteiro da Batalha (1) VÍTOR GASPAR EXPLICA A DIFERENÇA ENTRE PREVISÕES E REVISÕES (1) VITÓRIA CIENTÍFICA (1) VIVA A IGUALDADE (DAS OBSESSÕES) (1) VIVA A LIBERDADE (1) VIVA AO VIAGRA FEMININO (1) VIVA O SUTIÃ (1) Viver à Margem (1) VIVER ATÉ À MORTE OU MORRER ANTES QUE ELA CHEGUE (1) Viver na Noite (1) Volta (1) VONTADE E CULPA (1) votaria a favor da união ibérica? (1) VOU CONTAR TUDO AOS MEUS FILHOS? (1) Vou para casa (1) WAR ON TERROR (1) Wes Anderson (1) What a Wonderful World (1) Whiplash – Nos Limites (1) WHO RUN THE WORLD? BEYONCÉ TEM 11 NOMEAÇÕES PARA OS VMA DESTE ANO (1) Whole Lotta Love (1) Wiener-Dog - Uma Vida de Cão (1) Wonderstruck: O Museu das Maravilhas (1) Woody Allen (2) WPP (1) Xana (1) XEQUE-MATCH (1) YARMOUK (1) Yes (1) Yes - Yessongs Full Concert (1) Yves Saint Laurent (1) Yvone Kane (1) Zaragoza (1) ZÉ PEDRO 1956-2017 (1) ZERO DARK THIRTY (00:30 HORA NEGRA) (1) Ziggy já não toca guitarra (1)

Arquivo do blogue